Grande Colisor de Hádrons confirma existência de hádrons exóticos

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O LHCb (experimento realizado no Grande Colisor de Hádrons) confirmou a existência de hádrons exóticos – um estado da matéria que não pode ser classificado dentro do modelo tradicional de quarks.

Uma explicação rápida: os hádrons são partículas subatômicas que participam de algo que os físicos chamam de “Força Forte”. A redundância serve para caracterizar a força que prende os prótons dentro do núcleo de átomos. E, desde 1960, acredita-se que os hádrons são feitos de quarks e anti-quarks, que determinam suas propriedades. Um tipo de hádrons, os mésons, são feitos de pares de quarks e anti-quarks, por exemplo, enquanto bárions são feitos de três quarks.

Mas desde que essas construções foram propostas, suspeita-se que existam partículas que não se encaixem nessas definições. Agora, o LHC comprovou a existência de uma dessas partículas exóticas, a Z(4430).

As primeiras evidências da Z(4430) surgiram em 2008, quando cientistas encontraram um grande pico na distribuição de massas que surgem do enfraquecimento de mésons. Depois a certeza da descoberta foi caracterizada como 5.2 sigma (medida que os físicos usam para contar a probabilidade de que suas descobertas estão corretas).

Desde então, foram analisados mais de 25 mil enfraquecimentos de mésons B e mais de 180 trilhões de colisões que comprovaram a existência da Z(4430) com uma certeza de 13.9 sigma, provando que é uma partícula real e não um erro de análise de dados.

Isso significa que, provavelmente, o modelo de quarks precisará criar uma nova classificação para a Z(4430). Será considerada um tetraquark, um novo tipo de hádron feito de quatro quarks? Ou um tipo de fusão entre dois mésons? Ainda não se sabe: a certeza é que se trata de um novo objeto, inexistente na natureza.

Retirado do Revista Galileu.

Resumindo: O ser humano continua sem saber de PORRA NENHUMA!! Que magnífico o Universo!

 

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Um dia em Moscou

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Estava frio, um clima cinza, tudo parecia Nova York, mas era Moscou. Estávamos em uma lanchonete, falando inglês, comendo nuggets, tomando cerveja com um nome estranho, era um nome russo. Tínhamos perdido o trem, por isso estávamos naquela lanchonete, que parecia padaria, mas vendia cerveja, então parecia uma lanchonete. Fomos para o Hotel, que ficava atrás de uma fábrica abandonada. Para chegar no Hotel, tínhamos que passar o corredor da fábrica, a fábrica era composta de mendigos e alguns ruídos estranhos. Parecia ser mal assombrado, a mesma estrutura de Chernobyl, um lugar ocupado por fantasmas e sombras estranhas. Mas o hotel era barato, por isso estávamos lá.Tínhamos nos hospedado no 25ª Andar, de frente ao nosso apartamento, tinha um outro hotel que cinco estrelas para ele era pouco. Um hotel grande, com vidros espelhados.

Na janela em frente ao meu apartamento, havia uma mulher, bonita, que me lembrava uma amiga de Silvânia. Depois de observar por alguns momentos, percebi que era a mesma de Silvânia(cidade do interior de Goiás). Como o apartamento dela era todo de vidro, parecia um reality Show. Fiquei observando a estrutura, e o desfecho. Ela assistia TV, ia para a cozinha de calcinha e blusinha, pegava uma cerveja, voltava para a cama, e teve uma hora que foi tomar banho, um verdadeiro espetáculo. Em algum momento ela foi atender a porta, parecia ser um rapaz, de chapéu, bigode e casacão preto, porém no desfecho do entrelaçamento dos dois, quando foram despindo-se percebi que era uma mulher disfarçada. Era tão bonita quanto ela, e novamente continuei a apreciar aquele Reality show. Num momento de devaneio, me deparei com elas me observando. Ao cumprimentá-las, por estarem em tremenda tranqüilidade, me deu conta que seria um convite. Sem pensar Duas vezes, já desci para o Hotel delas. Escutei ruídos no corredor enquanto descia os 25 andares de escada, pois o elevador não funcionava. Era estranho, eu tinha uma leve impressão que tinha alguém me seguindo… Ouvindo vozes de crianças no corredor, mas não via ninguém. Fiquei assustado, mas estava mais excitado que assustado então segui meu caminho.

Chegando ao apartamento das garotas, elas me receberam calorosamente. Foram os 40 minutos mais longos e tensos que minha vida pudesse calcular. Digo 40 minutos, porque tocaram o alarme de incêndio do prédio. Parecia que seria uma simulação, mas todos começaram a sair rapidamente. Ao olhar para o meu apartamento, vi um vulto de Duas pessoas de cabelos longos no meu apartamento. Mas como foi uma olhada rápida, fiquei com a idéia de que fosse ilusão. Parecia àquela menina do Filme “O chamado”, mas fiquei com a segunda opção. Ao chegar ao térreo do prédio, já tinha me perdido das meninas, e estava mais preocupado com elas com a situação em si. De um momento para outro já estava nevando, era 21:37 quando olhei no relógio e saí na calçada. Vi alguns idosos conversando em português, e percebi que aquele hotel era um bordel chique. Fiquei impressionado por tamanho do prédio. Mas era um mero detalhe.

Voltando para meu apartamento, atravessando a fábrica, comecei a escutar grunhidos pelo lugar,  e resolvi correr, afinal não estava preparado para nenhuma surpresa. No meio das escadas, me deparei com uma horda de alguma coisa subindo as escadas, vi um rastafári estranho, parecendo tribo africana, e umas frases e grunhidos estranhos, como se não fosse real, a adrenalina tomou conta de mim e deparei a correr novamente. Chegando a meu apartamento, escutei uma tremenda explosão que tremeu as estruturas do meu apartamento. Fiquei indignado com aquilo, e ao olhar pela janela, percebi que algo tinha explodido na porta da fábrica.

Parecia uma bomba de fusão de matéria invertida, pois o lugar estava sendo “Engolido” por alguma cratera, ou podia ser somente uma mina que estava abaixo do local. Nunca saberei. Quando percebi o prédio estava desmoronando de lado. vi uma criança e a síndica caírem na outra ponta do quarteirão do meu apartamento. Naquele desespero, lembrei que as vezes eu adquiria “XP” com as jogatinas de moleque e como não tinha outra opção eu corri em direção oposta aquela erosão progressiva. Quando me deparei com um parapeito, simplesmente me joguei. Por incrível que pareça, dava de frente pra uma névoa, e além da névoa estava um lago gigante. O que me deixou intrigado não foi a questão do lago, mas a sensação de liberdade que tive ao estar em Queda livre. O ar batendo no rosto, como se pudéssemos voar. Era uma sensação boa, porém antes que eu pudesse chegar à água eu acordei…

Que sonho magnífico. Não consigo parar de pensar nas duas meninas.

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Mestre!!!

“Além da Graduação, fiz mestrado em matemática. Só não fiz doutorado porque acho que o título de mestre muito mais legal que o de doutor. O mestre tem súditos, já o doutor tem pacientes: um catarrento, outro leproso…
Prova de que mestre é mais legal é que as grandes figuras são mestres. O Yoda é mestre Yoda, não doutor Yoda. Mestre Splinter, Mestre dos Magos, tudo mestre. Quem é Doutor? Doutor Hollywood. Pfff. Doutor Dolittle. Não sei vocês, mas eu acho muito melhor ter poderes Jedi do que falar com uma arara.
O título de mestre tinha que vir depois do de doutor. Ou então vem primeiro mestre e depois algo mais foda, sei lá, Senhor Imperador do Universo Triunfal Pirocudo, ou algo mais foda ainda: Brad Pitt. Brad Pitt é foda. Eu queria ter o Título de Brad Pitt.
-Ou, você faz o quê?
– Sou Brad Pitt em economia.”

Li esse post uma vez e achei muito interessante,
Não sei a autoria, mas irei postar aqui, gostaria de saber a autoria viu… o cara tem futuro com idéias bem interessantes!