“A Grande Sabotagem Reptiliana”

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Ao contrário do que nos explica o autor inglês David Icke no trecho abaixo, Vitzo, de Urano, nos informa e afirma que os Anunnakis não eram reptilianos.Ao contrário, eles se esconderam até que os gigantes tivessem ido embora. Veja, antes, este trecho do livro de Icke, “O Maior Segredo: 


“Eu não penso que os Anunnaki dos Tabletes Sumérios e os Marcianos brancos propostos no cenário de Brian Desborough são os mesmos povos, apesar de poder existir uma conexão genética entre eles. Juntando a massa de evidências, visões, pesquisa e opiniões, que eu tenho lido ou escutado quase todos os dias nesses últimos anos, eu sinto que os Anunnaki são uma raça de uma espécie genética reptiliana. Na pesquisa ufológica eles tornaram-se conhecidos como reptilianos. Nem eu estou sozinho com esta visão. Pessoalmente eu tenho estado espantado por quantas pessoas hoje estão abertas a essas possibilidades e, certamente, estão chegando às mesmas conclusões através de suas próprias pesquisas. Entre esses incluem-se muitos que iriam gargalhar dessa idéia há pouco tempo atrás. O Dr. Arthur David Horn, um ex-professor de antropologia biológica da Universidade Estadual do Colorado em Fort Collins, inicialmente acreditava enfaticamente na versão Darwinista da evolução humana, o desenvolvimento lento da espécie humana via princípio da sobrevivência do mais adaptado. Puramente sob o peso de evidência e de sua própria experiência, ele está agora convencido que a humanidade foi semeada por extraterrestres e que uma raça reptiliana controlou o planeta por milhares de anos e continua a fazer isso hoje em dia.” 
 
O parecer de Vitzo em ” 
A Grande Sabotagem Reptiliana“, nos leva mais em contato com as pesquisas de Zecharia Sitchin, falecido recentemente. Ele acreditava que os  Anunnaki criaram o homo sapiens, cruzando seus genes com os do Homo erectus, para usá-lo como escravo para a extração de matérias-primas,como o ouro, que eram necessárias para proteger a atmosfera de seu próprio planeta Nibiru.Sitchin_olmecsGiantHead

Leia agora este pequeno trecho de “A Grande Sabotagem Reptiliana”

“Os seres chamados de Anunnakis por vocês não são bem o que se considera como reptilianos. Os Anunakis são seres da mesma galáxia que vocês habitam. Eles trouxeram outros conhecimentos para os humanos que aqui habitavam. Eram deuses, mas não reptilianos. Os reptilianos estavam aqui muito antes deles chegarem, mas ocultaram seu conhecimento até que a grande leva de deuses fosse embora novamente. Os Anunnakis são os responsáveis pela raça que originou o poderio egípcio naquela região. Foram eles que implantaram os costumes entre homens e deuses em uma região onde a carne não era valorizada e sim o espírito, a alma que transcendia os tempos e por isso, os humanos embalsamavam seus mentores sacerdotais para que nunca morressem na Terra e nos céus. Os Anunnakis eram gigantes de 30 a 40 metros de altura e o povo réptil “esqueceu-se convenientemente” de juntar-se para ofuscar a presença alienígena que trouxera progresso para toda aquela região. Eles esperaram que fossem embora para depois iniciar sua busca pelo ouro descoberto. O ouro do conhecimento que tornou a civilização egípcia tão poderosa em tão pouco tempo. A civilização egípcia foi atacada posteriormente pelo estado reptiliano, quando se envolveram sutilmente em suas tropas e entre seus faraós. O mal novamente foi contagiando as estruturas egípcias, traduzindo o que de pior eles conheciam para atrasar novamente a evolução humana. Fogo, morte e destruição estagnaram e destruíram a civilização que durante mais de mil anos reinou sobre a Terra reptiliana. O que podemos dizer depois disso, é que eles, os reptilianos, cresceram novamente, porque seus sistemas de destruição expandiam-se rapidamente por todo Oriente e África, sem que fossem notados pelos mais desatentos. Outros impérios viriam depois dali, mas eles já sabiam como lidar e corromper a raça humana.” 

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Aprendi e Decidi…

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E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar…
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrenta-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde, agora, me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não e chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo que posso ter, é ter o direito de chamar a alguém de “Amigo”.
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, “o amor e uma filosofia de vida”.
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser a minha própria tênue luz deste presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não vai iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas…
Naquele dia, aprendi que os sonhos são somente para fazer-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar…
Agora simplesmente durmo para sonhar.

O FILTRO DA INFELICIDADE

infelicidadeA felicidade nunca foi tão exposta e sua exibição constante trouxe uma patética ironia – a infelicidade. As redes sociais fabricam milhares de bons momentos: festas, amigos, ostentações, sorrisos, amores correspondidos, noitadas incríveis e metas realizadas. Não é curioso como tudo é perfeito? Como todos são bem resolvidos? Como o mundo está contente? Diante da tela desejamos tudo, cobiçamos o corpo perfeito, a viagem dos sonhos, o relacionamento ideal. O jardim do vizinho nunca foi tão verde.

Quando esse anseio não é correspondido, despejamos nossa indignação na linha do tempo, a inveja se transveste de crítica social. Dar-se nome a tudo, e inconscientemente vão criando-se rótulos: o exibido, o falso intelectual, o carente, o festeiro, o romântico irritante etc. Todos com seus míseros defeitos, tão distante da nossa conduta exemplar.

A verdade é que nos tornamos produtos, mas sem público alvo. O marketing pessoal é a grande jogada. Alguns compram, outros ignoram, já a maioria querem ser. Cada palavra, foto, expressão e desabafo vai criando uma rede de sentimentos e reações. E de repente aquilo que não somos é a concepção geral. O que antes era “privilégio” dos famosos, nos caiu como uma luva.

Temos milhares de informações à nossa disposição, e para dar conta assimilamos apenas o que importa, é desse modo que o título da matéria se torna o próprio conteúdo. Não é necessário ler até o fim, queremos praticidade, afinal esta é a nossa geração. Tudo é criado para facilitar nossa vida e desse jeito a preguiça tornou-se aceitável e isso é perigoso, por fim não sobra tempo para filtrar, entender e digerir. Mídias oportunistas, falsas citações e inverdades vão circulando, repetindo-se e assim destruindo ou construindo uma imagem. Um exército de opinadores é formado querendo arbitrar tudo, precisam expressar, e essa falsa sabedoria os torna arrogantes, invejosos, infelizes.

Necessitamos de uma revolução mental. Assimilar que precisamos ser e não transparecer. Importar-se menos, cobrar-se menos. Não sou a favor do isolamento virtual, mas de originalidade e motivações próprias. Precisamos sair às ruas do discernimento. Que os bons momentos sejam criados também para a exclusividade. Que aquela foto no “Instagram” seja a consequência e não a razão. Que dias de sol sejam vividos sem a preocupação da “Selfie” perfeita. E daí que não seja visto? E daí que as pessoas acreditem que sua vida é chata e sem brilho pelo simples fato do seu “Facebook” conter poucos “check-in”.

A verdade é que ninguém se importa de verdade. A grande maioria só quer te observar, analisar seus erros, julgar suas palavras, tentar ao menos ter sua vida ou te diminuir em suas mentes. Há também os fãs, aqueles que amam a imagem postada, não a realidade.

Que a exposição nas redes sociais sejam para dar mais vida à vida e não criar uma que não existe. E lembre-se: a infelicidade não usa “hastegs”,ela estampa um sorriso brilhante e se cobre com o filtro da felicidade.

Retirado do @obvious

Recíproco

eles“Eu me arrastei como tenho feito toda a minha vida…indo atrás das pessoas que me interessam. Pois os únicos que me interessam são os loucos. Os que estão loucos para viver, loucos para falar. Que querem tudo ao mesmo tempo. Aqueles que nunca bocejam e jamais falam obviedades. Mas queimam, queimam, queimam como fogos de artifício no meio da noite. “

Iniciar é metade do Caminho

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Nossas cicatrizes tem o poder de nos lembrar que o passado foi real. Nem teus piores inimigos podem fazer tanto dano como teus próprios pensamentos. O maior crime seria se fugíssemos do que compartilhamos e sofremos pois a imaginação é a única coisa que nos diferencia de todos aqueles estúpidos…

Meia verdade

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Dizem que não existimos, que somos uma lenda, um mito, uma mentira bem contada. Pois bem meus caros leitores, eis uma dessas verdades.Ao longos dos milênios, viemos e renascemos de várias maneiras, somos o mesmo povo, a mesma nação, somos o Jubileu do cotidiano, a mão esquerda de Deus. Somos um dos patronatos do Reino dos Céus e Universo que é quase a mesma coisa.

Fazemos histórias através da história. Todos os momentos importantes da humanidade estávamos presentes, estamos presentes agora e estaremos presentes. A verdade é que nem todos que possuem certas habilidades a usam de forma justa, porque o certo e errado depende de vários pontos de vistas.

Somos descendentes do Alpha, do beta e do Gama. Alguns nos chamam de Semi-Deuses, outros de gênios da lâmpada, em alguns lugares, demônio da encruzilhada, mas somos diferentes e somos todos iguais. Como eu disse anteriormente, é uma questão de ponto de vista. Afinal,

concedemos tudo que as pessoas desejam, sempre. Não foi nenhuma obrigação, mas sim um ato de justiça. Viemos de épocas diferentes, vivendo em várias idades, transcendendo milhares de vidas e fazendo o destino cumprir seu papel.
Na verdade, ou na mentira, a escolha que determina tudo que irá acontecer. Não influenciamos em nada, apenas damos aquele “empurrãozinho” para ajudar a sua escolha chegar no destino de forma mais rápida.
Mas como poderei falar disto tudo, sem ao menos mencionar a nossa existência?
Somos a 4ª Classe descendente dos arcanjos, o Termo “legião” é usado para o mal, mas o mal é um ponto de vista. A ideologia do que o Grande arquiteto do universo nos propõe se converte literalmente em todas as escolhas que são feitas a cada momento. Traduzindo para a humanidade: Somos a cavalaria de Elite. Somos tão secretos que não nos mencionaram em livros alguns. Só os especiais sabem de nossa existência. Somos confundidos diariamente com etnias e religiões contrárias da Luz. Mas o objetivo desta campanha era este tipo de resultado. Como diz um velho ditado: “Quem vê cara não vê coração”. SIM!
“O plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória.”
Transmutamos através do tempo para trazer o equilíbrio. Nada acontece no mundo por acaso. Tudo tem o seu devido propósito. Hércules fez o seu propósito. Napoleão fez o seu propósito, Stalin, Kennedy, Dalai Lama, Gilgamesh, Akenaton, Churcil e vários outros. Milhares de outros. Mas eles não são como nós, foram apenas alguns dos escolhidos. Mas nós os protegíamos o tempo todo.

Somos o vento, somos o nada e tudo. Estamos te observando. Somos o universo dentro do Universo.

Leitura não é pra qualquer um!

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Nasci livre, no Brasil, “Um país de Todos”, mas que precisa crescer demais em todos os aspectos. Cresci sempre, progressivo e maçante sem sobrar espaço pra soberba, inveja, infantilidade e falta de amor. Por isso a leitura é algo sadio, mágico e distinto. Me espelho em grandes escritores, autores, filósofos, cineastas, políticos, idealizadores e alguns personagens fictícios e sabe por que? Porque através deles a verdade emana de forma pura, transcendendo a alma e alterando qualquer indício de desprezo.

As pessoas para começarem a ter opinião, desde pequenas estudam pra isso, porque só quem tem opinião é quem tem consciência e pra ter consciência, tem que ter estudo. A maioria do mundo não têm essa visão e a minoria que brota com tamanha variedade de verdades e assuntos diversificados são massacrados, apedrejados e humilhados geralmente, mas depois de longos anos são considerados mártires! É sim.

Mas o meu estudo no entendimento da Razão e da Opinião se baseia em 3 vértices: Leitura, compreensão e absorção. A principal é ler. Ler muito, ler sempre, ler o que cair à mão, ler até bula de remédio. Ler sem medo, ler sem vergonha, ler com prazer. Algumas sugestões são de cunho mais acadêmico; outras, mais voltadas à alma. O crítico Luís Augusto Fischer sentencia: “Leia como se fosse o psicanalista que ouve um paciente”. O professor Luiz Antonio de Assis Brasil indica (e eu assino embaixo): “Use em abundância o ponto final”. No entanto, foi o ótimo Marcelino Freire que deu os toques mais parecidos com o que sinto, vivo e penso. Ele recomenda:
PARA LER
1. Quanto mais um livro fizer mal, melhor.
2. Confortável precisa ser a cama, não a literatura.
3. Evitar lista dos mais vendidos.
4. Livro não é para ser entendido, é para ser sentido.
5. Desconfiar das dicas que te dão.

PARA ESCREVER
1. Cortar palavras.
2. Não usar gravata na hora de escrever.
3. Ouvir, mesmo que baixinho, a própria voz.
4. Desconfiar daquele texto que sua mãe gostou.
5. Ler e beber muito. E, no mais: viver.

Eu, particularmente, sigo o mestre Caio Fernando Abreu: “Se não gostar de ler, como vai gostar de escrever? Ou escreva então para destruir o texto, mas alimente-se. Fartamente. Depois vomite. Pra mim, e isso pode ser muito pessoal, escrever é enfiar um dedo na garganta. Depois, claro, você peneira essa gosma, amolda-a, transforma. Pode sair até uma flor. Mas o momento decisivo é o dedo na garganta.”

Mestres como estes nunca se preocuparam com o que os outros acham, afinal, a literatura vem de dentro pra fora, é uma expansão do corpo, da mente, mais precisamente da alma!

Apesar de eu ser pequeno, minha alma é infinita, transcende tudo que conheço e desconheço. Não são momentos, atos e caminhos que fazemos e seguimos que definem o pensamento. Na verdade a consciência já foi estabelecida, o pensamento simplesmente exala e a maneira como você interpreta que determina o que será.
Aí depois vem a compreensão, singela, sorrateira e varonil. Leve como uma pena, serena como o vento, justa! A compreensão sempre é justa. No dicionário compreensão é um processo psicológico relacionada com um objeto físico ou abstrato. Na filosofia se baseia em três: Compreensão dos Deuses; Compreensão da morte e Compreensão dos Desejos. Na literatura isso é unânime, universal porque o escritor escreve de si e para si, não pro mundo. É lindo.

E por fim a absorção. Ah… Meus queridos leitores, a absorção é bela, é um processo que alimenta a alma. É divina a maneira como a compreensão humana pode digerir a literatura. Mas tem que tomar cuidado, porque existem pessoas que não tem um bom estômago. Leem de qualquer maneira, interpretam como bem entendem, procuram o lado negro do texto e absorve a crítica, porque é mais fácil, às vezes é o que vivem, porque é o que a carapuça veste. Aí haja estômago. Mas não deixa de ser um processo belo. Afinal a literatura é a porta da Alma, você só deixa entrar o que lhe convém.

E termino este texto da madrugada com outro conselho do mestre Caio Fernando Abreu: “Eu não tenho opinião definida sobre nada. Não acho que isso seja insegurança. Acho que é abertura, que tudo é passível de uma outra interpretação.”