Autônomo

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Vides a vida como é
Infinito ser, como sou
Tendes a tornar o que cativas
A maneira que o mundo lhe vê

Posso não ser poeta, escritor
Banco o sabichão imutável
Não rimo às vezes, rindo.
Tudo aquilo que acho teor.

Despertei em mim o universo
Aquele distinto, coisa de maluco
A brisa das escolhas me perseguem
Destino? Não, não acredito.

Força de vontade, talvez.
Mas escolhas definem caminhos
Espero que não morremos sozinhos
E apostar tudo de uma vez.

Colecionava amigos por caráter
Hoje vejo a verdade das coisas
É deixado para trás aquilo que não importa
Escolhas fecha e abre porta.

Autêntico, autônomo e distinto
Qual o nome daquela loja em Veneza?
Com um sucinto vinho tinto
Desfrutando da vida, quanta beleza!

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