Síndrome do Sentir

sentir

Esta chuvinha de água viva esperneando luz e ainda com gosto de mato longe, meio baunilha, meio manacá, meio alfazema pois o sol de outono caía com uma luz pálida e macia.

Sinto o amargo sabor da tristeza nas palavras de uma amigo querido, que os carinhos de Genésia não tinham mais gosto dos primeiros tempos e se sucederam na magia das ondas volumétricas daqueles pensamentos mosaicos de um serafim monólogo.

A maciez das músicas sentidas pelo tato da verdade sobre o capuz da aurora celestial, fez com que eu fosse além da compreensão exacerbada de um caminho sem fim com sabor de enxofre e gosto de quero mais.

Vamos respirar o ar verde do outono na floresta, uma luminosidade perfumada aquecia os pássaros e a melodia do pianista era doce e rósea em suas sublimes imensidões pois ouvia-se a maciez de um sabor prateado e eternamente se encantou com o calor víride e azulado de um aroma que soava doce como o bem maior em que acreditava.

A minha primeira recordação é um muro velho, no quintal de uma casa indefinível. Tinha várias feridas no reboco e veludo de musgo. Milagrosa aquela mancha  verde e úmida, macia,quase irreal. (Augusto Meyer)

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Poema das 23:27, 28, 8, 28, oito, oi!

sinestesia-grande

Pata, camelo, oi, carne
Feijão com açúcar, leite de mamona
Vida sem sentido
sorvete com açaí.


Pato, camela(?!), oi, osso
Arroz com café, suco de laranja
É o que eu sinto
é bom demais!


Porque, o que, quando, onde, como, eu como.
Trem dengoso, gostosa, delicia, adoro
Nessa vida passageira
Saudade de Marte


Assim termina o dia, começa a noite, termina a noite.
e passou vários amores, alguns amargos, outras doutoras
luzes no céu, silêncio profundo, tatuagem invisível
Que brota, do coração uma marca flúvida estrogonoficamente falando.


Teste seu destino
Amadureça rapidamente
Tic tac, tic tac…
Surprise Motherfucker!