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O vento do ventilador
O sentimento que causa dor
O celular que nunca toca
E o que pia é a Jiripoca.

Aquele desenvolvimento responsável
10 , 20, 30 anos estudando
Rezando, jogando, vivendo, morrendo
de rir, de medo, de desejo
Uma escolha sem almejo

Aquela boca de sono
De perfume barato
Um Social sem sapato
Que sempre termina no Recanto!

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Pode ou não pode!

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“Agora sou eu quem mando,
Agora, eu que decido
O que pode ou não pode
Há! Deixa comigo!

Beijar na boca, pode!
Fazer gostoso, pode!
E se apaixonar?
Não pode! Não pode! Não pode!

Tirar a roupa, pode!
Morder o pescoço, pode!
E ligar no outro dia?
Não pode! Não pode! Não pode!

Dar presente, pode!
Fazer surpresa, pode!
E se for aliança?
Não pode! Não pode! Não pode!

Oh oh, oh oh, oh oh, oh
O que pode ou não pode
Eu que decido meu amor

Oh oh, oh oh, oh oh, oh
O que pode ou não pode
Eu que decido meu amor

– Zé, as Turbinadas?
– Pode!

– E beijar no banheiro?
– Pode!

– E namorar com você?
– Não pode! Não pode! Não pode!

– Fazer loucura?
– Pode!

– E dar um perdido?
– Isso pode!

– Postar foto na internet?
– Não pode! Não pode! Não pode!

Oh oh, oh oh, oh oh, oh
O que pode ou não pode
Eu que decido meu amor

Oh oh, oh oh, oh oh, oh
O que pode ou não pode
Eu que decido meu amor”

Presente do Céu

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Corpos colados de amor
Adrenalina e calor
Conto de fadas, sonho de paixão
Nós dois vivendo mil loucuras no verão

Um arco-íris que enfeita o meu viver
Você é o sol que faz o meu dia nascer
Nós somos as duas metades da maçã
Amor, por isso eu to dizendo: eu sou seu fã

Foi um presente do céu, sabor de lua de mel
Um sonho lindo de viver
Que pede mais, pede bis
Que sobe as nuvens e diz: amor eu amo ficar com você [x2]