TUDO Religioso!

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Pelo milésimo segundo
Enquanto tanto quanto vem em prantos
A veracidade escrita como “vericidade
Brota pela bota que topa a sombra da cidade.

Alguma vez lhe disse a verdade
A verdadeira vontade de ver o óbvio.
O inimigo do homem aranha, octopus.
A teia tecida no teto de meia idade.

“Entonces” usei francês
“Aloe vera” era trela de bom dia
Há anos não escuto a palavra “cotia”
E o pão do padeiro padece em Pedro, o freguês!

“Altas madrugadas, e eu aqui sem sono”
Música, melodia, melancolia com cheiro de morango
E Romeu roubou rapidamente coração de Julieta.
“Aqui jaz Romeu”, Julieta viveu o amor sem fim.

E o céu arranha o mel que toca pelos Anjos.
Da classe mediana, de todos um Serafim.