Não fale

sabe

Escute com humildade e escreva com sabedoria!

(Poeta Torto)

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6 Coisas Que Deve Manter Em Segredo, Segundo Os Sábios Orientais

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Os povos antigos eram dotados de uma sabedoria incomparável. Muitas de suas descobertas e ensinamentos sobreviveram até os dias de hoje – e isso não é por acaso, os sábios orientais, por exemplo, deixaram muitos ensinamentos que se mantêm atualizados até os dias atuais. E vamos compartilhar com você alguns desses ensinamentos do mundo oriental:
1. Nunca revele o que você está planejando para o seu futuro

Comentar o que pretende fazer no futuro pode resultar numa grande frustração: desistência. As pessoas podem ser bastante negativas e levar você a desacreditar no seu sonho. Mantenha segredo entre você e Deus. Quando tudo já estiver bem encaminhado, comemore com quem ama.

2. Não compartilhe com os outros sobre as limitações de seu corpo

Sabe quando você tem dores, cansaço ou enfrenta dificuldades para realizar algumas atividades? Se possível, não compartilhe isso com todo mundo. O corpo é algo muito pessoal e você deve aprender a ser forte e conviver com ele sem lamentações.

3. Não se vanglorie de seus atos mais caridosos

Se você ajuda alguém, deve fazer por amor e não para se vangloriar. O ego pode estimular essa atitude horrível, mas fuja ao máximo da arrogância. Além de se colocar numa situação bem complicada, você também pode deixar outras pessoas constrangidas e humilhadas.

4. Evite se gabar da sua coragem e do seu valor

Quando alguém é digno de admiração, as pessoas reconhecem facilmente, não é preciso você se gabar. O máximo que vai conseguir se autopromovendo são críticas e uma imagem nada positiva.

5. Não desperdice seu tempo falando mal dos outros

Quando falamos mal dos outros, estamos revelando muito mais sobre nós do que sobre quem reclamamos. Além disso, o ambiente fica pesado e a mente cheia de pensamentos ruins.

6. Não diga todos os problemas que sofre em sua vida pessoal

Há quem sai divulgando, até nas redes sociais, os problemas que vem enfrentando.
Lembre-se de que é muito importante se preservar. Quando falamos demais, corremos o risco de revelar segredos ou de ficarmos muito vulneráveis diante de quem nos ouve.

“A Grande Sabotagem Reptiliana”

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Ao contrário do que nos explica o autor inglês David Icke no trecho abaixo, Vitzo, de Urano, nos informa e afirma que os Anunnakis não eram reptilianos.Ao contrário, eles se esconderam até que os gigantes tivessem ido embora. Veja, antes, este trecho do livro de Icke, “O Maior Segredo: 


“Eu não penso que os Anunnaki dos Tabletes Sumérios e os Marcianos brancos propostos no cenário de Brian Desborough são os mesmos povos, apesar de poder existir uma conexão genética entre eles. Juntando a massa de evidências, visões, pesquisa e opiniões, que eu tenho lido ou escutado quase todos os dias nesses últimos anos, eu sinto que os Anunnaki são uma raça de uma espécie genética reptiliana. Na pesquisa ufológica eles tornaram-se conhecidos como reptilianos. Nem eu estou sozinho com esta visão. Pessoalmente eu tenho estado espantado por quantas pessoas hoje estão abertas a essas possibilidades e, certamente, estão chegando às mesmas conclusões através de suas próprias pesquisas. Entre esses incluem-se muitos que iriam gargalhar dessa idéia há pouco tempo atrás. O Dr. Arthur David Horn, um ex-professor de antropologia biológica da Universidade Estadual do Colorado em Fort Collins, inicialmente acreditava enfaticamente na versão Darwinista da evolução humana, o desenvolvimento lento da espécie humana via princípio da sobrevivência do mais adaptado. Puramente sob o peso de evidência e de sua própria experiência, ele está agora convencido que a humanidade foi semeada por extraterrestres e que uma raça reptiliana controlou o planeta por milhares de anos e continua a fazer isso hoje em dia.” 
 
O parecer de Vitzo em ” 
A Grande Sabotagem Reptiliana“, nos leva mais em contato com as pesquisas de Zecharia Sitchin, falecido recentemente. Ele acreditava que os  Anunnaki criaram o homo sapiens, cruzando seus genes com os do Homo erectus, para usá-lo como escravo para a extração de matérias-primas,como o ouro, que eram necessárias para proteger a atmosfera de seu próprio planeta Nibiru.Sitchin_olmecsGiantHead

Leia agora este pequeno trecho de “A Grande Sabotagem Reptiliana”

“Os seres chamados de Anunnakis por vocês não são bem o que se considera como reptilianos. Os Anunakis são seres da mesma galáxia que vocês habitam. Eles trouxeram outros conhecimentos para os humanos que aqui habitavam. Eram deuses, mas não reptilianos. Os reptilianos estavam aqui muito antes deles chegarem, mas ocultaram seu conhecimento até que a grande leva de deuses fosse embora novamente. Os Anunnakis são os responsáveis pela raça que originou o poderio egípcio naquela região. Foram eles que implantaram os costumes entre homens e deuses em uma região onde a carne não era valorizada e sim o espírito, a alma que transcendia os tempos e por isso, os humanos embalsamavam seus mentores sacerdotais para que nunca morressem na Terra e nos céus. Os Anunnakis eram gigantes de 30 a 40 metros de altura e o povo réptil “esqueceu-se convenientemente” de juntar-se para ofuscar a presença alienígena que trouxera progresso para toda aquela região. Eles esperaram que fossem embora para depois iniciar sua busca pelo ouro descoberto. O ouro do conhecimento que tornou a civilização egípcia tão poderosa em tão pouco tempo. A civilização egípcia foi atacada posteriormente pelo estado reptiliano, quando se envolveram sutilmente em suas tropas e entre seus faraós. O mal novamente foi contagiando as estruturas egípcias, traduzindo o que de pior eles conheciam para atrasar novamente a evolução humana. Fogo, morte e destruição estagnaram e destruíram a civilização que durante mais de mil anos reinou sobre a Terra reptiliana. O que podemos dizer depois disso, é que eles, os reptilianos, cresceram novamente, porque seus sistemas de destruição expandiam-se rapidamente por todo Oriente e África, sem que fossem notados pelos mais desatentos. Outros impérios viriam depois dali, mas eles já sabiam como lidar e corromper a raça humana.” 

Abra sua Mente

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Agimos como mendigos sentados em um baú de diamantes. Acreditamos não ter aquilo que temos em grande abundância e passamos a vida procurando receber de fora o que já está dentro de nós. Desperdiçamos a vida tentando agradar aos outros, correndo atrás de dinheiro, poder e reconhecimento social, pois isso nos afasta cada vez mais de quem somos e do que realmente viemos fazer aqui. E somente quando podemos parar, silenciar a mente e observar o que está por trás dessa correria, dessa carência, é possível ver e abrir o baú de diamantes. Quando tomamos consciência de quem somos e dos dons e talentos que trouxemos para o mundo, nos percebemos verdadeiramente ricos.

(Retirado do Sri Prem Baba)

Viciado em Pó

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Alfredo não tinha uma vida, comum, nem um salário comum, nem um emprego comum, muito menos uma família comum. Alfredo sentia saudade da juventude, sentia verdade de vontades, sentia juventude na saudade, sentia a nostalgia verdadeira. Alfredo conhecia um pouco de tudo, ao contrário de muitos que conhecem muito de um pouco, ele era um ser sensato e sábio.

Alfredo já teve filho, neto, bisneto, tataraneto. Alfredo já foi pai, avô, bisavô e tataravô. Chega a ser uma redundância, se a vida não desse tantas voltas quanto o mundo dá. Alfredo já viu várias guerras, vivenciou vários amores, saboreou várias vidas, sepultou várias vontades.

Alfredo já viveu inúmeras verdades, já presenciou milhares de mentiras, já criticou certas vontades e já observou muitas vaidades. Alfredo sentia o vento do Norte, do Sul, do Leste e do Oeste, a chuva de inverno, o sol de Verão, a noite mais longa, o dia mais belo, a vida bem vivida e a morte bem sepultada. Às vezes discutia com Miguelito, mas sempre tinha razão.

Alfredo trabalhava incansavelmente, ininterrupto; Eita seu Alfredo, apático e frio. Era assim seu trabalho, seu caminho e suas verdades. Sempre que alguém fechava os olhos, Alfredo estava lá fazendo seu trabalho. Não errava e não faltava um único serviço. Era disciplinado até nas horas impróprias.

E tudo que um dia veio do pó, voltava para ele, e Alfredo tava lá… fazendo sempre seu trabalho. Eita seu Alfredo, o viciado no pó.

 

 

 

Pescador de Palavras

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Por quê a busca incessante pelo progresso é algo imensurável?

Existia aquele que buscava a palavra, o jeito que as escolhia, a sabedoria em cada movimento. Era de uma idoneidade marcante, mal sabia que se tornaria um ser lendário com o passar dos tempos.

Sua afeição refletia a serenidade de uma criança, a pureza de uma rosa, o andando calmo de um ancião. Era a sintonia perfeita, em um mundo imperfeito. Deixava o medíocre discutir com as pessoas, o comum discutir os fatos e os sábios discutir ideias.

E mesmo assim, ele cultivava as palavras… semeando as mais precisas e guardando-a para um futuro próximo.  

 

Gandhi e o Professor

gandhiEnquanto estudava Direito na University College, de Londres, um professor de sobrenome Peters tinha-lhe aversão, mas o estudante Gandhi nunca baixou a cabeça e os seus encontros eram frequentes.

Certo dia o professor Peters almoçava no refeitório da Universidade quando o aluno, com sua bandeja, senta-se ao seu lado.

O professor, altivo, diz:

– Sr. Gandhi, você não entende … Um porco e um pássaro não se sentam juntos para comer.

Gandhi respondeu-lhe:

– Fique tranquilo, professor. Eu vou voando… – e mudou-se para outra mesa.

Mr. Peters, enfurecido, decidiu vingar-se no dia seguinte, quando uma prova seria aplicada. Mas o aluno respondeu de forma brilhante a cada questão. Então, o professor fez-lhe mais uma pergunta:

– Sr. Gandhi, você está andando na rua e encontra um saco contendo em seu interior a sabedoria e uma grande quantidade de dinheiro. Qual dos dois o sr. escolhe?
Gandhi responde-lhe, sem hesitar:

– É claro, professor, que fico com o dinheiro!
O professor Peters, sorrindo, diz:

– Eu, ao contrário, teria agarrado a sabedoria, você não acha?
– Compreendo… Cada um escolhe o que não tem! – responde Gandhi.

O professor Peters fica histérico e escreve no papel da prova que foi aplicada: “Idiota!”.
O jovem Gandhi recebe a folha e lê atentamente. Depois de alguns minutos, dirige-se ao professor e diz:

– Mr. Peters, reparo que assinou a minha prova, mas não colocou a nota.

  Moral da História

” Semeie a paz, o amor, a compreensão. Mas trate com firmeza quem te trata com desprezo.”