Leia

eee Jesus disse que havia muitas moradas na casa de seu Pai. Povos muitos atrasados da época, acreditavam se tratar de uma afirmação meramente relacionada a um bom espaço geográfico destinado a acomodar todas as pessoas de bem. Com o passar dos séculos, com o avanço do conhecimento humano, pesquisadores, historiadores e cientistas descobriram que havia muito mais por trás das palavras de Jesus. Em diálogo com Nicodemos, Jesus afirma que para o Reino do seu Pai ser conhecido seria preciso renascer muitas vezes. Jesus deixou claro, também, que muitos ensinamentos não foram totalmente passados para não haver perturbação devido à falta de conhecimento necessário para o correto entendimento de suas palavras. Naquele tempo, muito do que se ouvia era interpretado de forma meramente literal. Allan Kardec disse que todos os mundos eram habitados, todos, pois que Deus não criava nada em vão ou para uma destinação ociosa. Tudo no Universo teria uma útil função; obviamente esse “todos” não se refere a vidas exatamente como as que conhecemos na Terra.

Camille Flammarion, amigo de Kardec e astrônomo de ofício, certa vez narrou que havia avistado naves pousando e movimentando-se na superfície da Lua. Portanto, já faz algum tempo que existem provas e relatos de vidas extraterrestres. Hoje é de conhecimento público que a NASA possui fotos de bases na Lua e em Marte que não foram confeccionadas pela tecnologia humana. Além de bases, há relatos, fotos e descrições de extraterrestres de diversas formas e densidades físicas: menores que nós, maiores, alguns bem maiores com quase 3 metros de altura, outros de um olho só, alguns que podem respirar nosso ar e outros que necessitam de proteção para não respirarem aqui em nosso planeta. As alturas variam de 80 centímetros a 3 metros e meio. Para não arriscarem-se em ambientes hostis de seres tão atrasados e maldosos como o nosso, na maioria das vezes os extraterrestres enviam animais treinados para realizarem trabalhos de coletas animais e de amostras vegetais ou de solo. Muitos supostos extraterrestres que já foram avistados, filmados, ou fotografados, na verdade eram animais treinados dos próprios et’s tais como: seres aquáticos, et de varginha, pé grande, animais alados, morcegóides, corujóides, quase lobos ou quase cangurus, chupa cabra, sasquatch, homem das neves, seres com aparências exóticas, etc. No Uzbequistão foi encontrada uma pintura, no interior de uma caverna, datada de 12.000 anos a.C., que retratava seres com capacete e uma nave de forma discoide ao fundo.

Dentro das categorias de extraterrestres também há uma espécie de graduação intelectual e moral conforme o grau de adiantamento de cada espécie. Há também seres do tipo ômega, seres de luz, invisíveis, com equipamentos e naves invisíveis, muito adiantados, extremamente raros e que quase não frequentam o nosso planeta devido a diferença elevadíssima cultural entre as duas espécies. Um ser deste tipo já foi detectado em uma base da força aérea espanhola. Há muitos casos de extraterrestres que já dominam a tecnologia multidimensional e que auxiliam em centros espíritas nos trabalhos de luzes curativas, passes energéticos, desobsessão, ou em resgates espirituais de regiões inferiores. Muitos destes et’s, já bastante evoluídos e desprovidos de qualquer vaidade, por motivos de preconceito alheio, preferem ficar no anonimato e passarem por espíritos amigos de equipes socorristas do próprio plano extrafísico da Terra.

O perispírito dos seres varia conforme o planeta e o adiantamento moral de cada um. O cientista não espírita, pesquisador e biólogo inglês Rupert Sheldrake, em seus recentes trabalhos científicos, afirmou que o corpo envoltório morfogenético  é modelado pelo nosso campo energético. Dr. Rupert também afirma que toda experiência da natureza que deu certo será repetida em qualquer lugar. Por esse motivo que observamos que a forma biológica que deu certo, um ser formado de cabeça, tronco e membros, se repete em várias estruturas humanoides do Universo. Em 1972, Chico Xavier revelou que, se a raça humana não se comprometesse numa lastimável guerra nuclear, na etapa seguinte, na história da humanidade, haveria um contato oficial com uma civilização extraterrestre. Há inúmeros relatos, todos autênticos, de pilotos militares, de diversas nacionalidades, que depararam-se com casos bizarros envolvendo objetos voadores não identificados: quando um caça recebe autorização para romper a barreira do som há um estrondo terrível e se tal manobra não for realizada em altura segura, inúmeras janelas e construções serão destruídas com esse procedimento, mas, alguns pilotos ficaram muito espantados ao serem deixados para trás, por naves que romperam em 3, 5, 10 vezes a barreira do som, sem causar um ruído sequer. Há casos, também, de naves que desmaterializaram-se, sumindo da visão e do radar, para reaparecerem, segundos depois, no campo visual e no radar, logo atrás do caça que a perseguia. Há filmagens oriundas de estações espaciais onde esses objetos entraram na atmosfera Terrestre a 30.000 km/h e afastaram-se a 100.000 km/h.

Uma grande dúvida sempre fica no ar quando se fala em vida em outros planetas: Qual será o real motivo que esses seres possuem para evitar o contato oficial com o povo da Terra? E, por qual razão algumas pessoas são abduzidas contra a vontade se a nossa lógica parece que fica um pouco ferida por não conceber temas antagônicos como maus-tratos e civilização mais evoluída? Existem várias teorias para explicar esses fenômenos: Espíritos de outros planetas que reencarnaram na Terra e foram rastreados e reconhecidos por seus ex companheiros de civilização. Et’s que acompanham nossas transmissões e julgam o ser humano dotado de semiconsciência por ser ainda muito atrasado, egoísta, materialista, vaidoso, vulgar, preconceituoso, capaz de enganar ou matar o semelhante por motivos fúteis como riqueza, religião, etnia, sexualidade, ganância e que destrói o próprio ambiente no qual vive. Dentro das próprias raças de extraterrestres há vários níveis de evolução como há essas diferenças entre países aqui na Terra, o que explicaria diferentes modos de abordagem. Algumas pessoas, como quase todo o ser humano da Terra, com suas energias baixas e pouco evoluídas, abrem um campo magnético que atrai determinados tipos de condutas (experimentos) do mesmo modo que permite que espíritos obsessores se aproximem e interfiram em suas vidas por falta de pensamentos e atitudes mais nobres e proveitosas no seu modo de viver.

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Jesus entre os doutores

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O episódio aparece apenas em Lucas 2:42-51. O jovem Jesus, então com doze anos, acompanha Maria e José a Jerusalém numa peregrinação, segundo o “costume da festa” – ou seja, a Páscoa judaica. No dia de voltar, “ficou em Jerusalém” e seus pais, acreditando que ele estivesse à frente com parentes, iniciaram a viagem de volta para Nazaré. Notando o erro, eles voltaram para Jerusalém, encontrando Jesus três dias depois.[1] Ele foi encontrado no Templo, discutindo com os anciãos, que estavam “admirados” com sua sabedoria e inteligência, especialmente por sua pouca idade. Quando foi finalmente repreendido por Maria, Jesus respondeu «Por que me procuráveis? Não sabíeis que eu devia estar na casa de meu Pai?» (Lucas 2:49) (ou, em outra tradução, “Ele respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabíeis que eu devo estar naquilo que é de meu pai?”[2]). A história foi ligeiramente elaborada na literatura apócrifa posterior, como é o caso do Evangelho da Infância de Tomé (19:1-12).

O costume judaico posterior do Bar Mitzvah para garotos de treze anos, considerada a idade em que um garoto judeu adquire responsabilidade suficiente para aprender e seguir os mandamentos, aparece alguns séculos depois após a descrição de Lucas, mas pode ter sido esta a razão pela qual Jesus visitou o Templo – como jovem judeu que era – para estudar as Escrituras.

A perda de Jesus é a terceira das Sete dores de Maria e o seu reencontro é o quinto dos Mistérios Gozosos do Santo Rosário.
Na arte
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O episódio já foi muitas vezes representado na arte cristã e era um componente comum nos ciclos da Vida da Virgem assim como nos da Vida de Cristo. Nas primeiras representações cristãs, Jesus aparece geralmente no centro, sentado numa plataforma elevada e rodeado pelos anciãos, que estão geralmente em arquibancadas. O gesto que Jesus geralmente aparece fazendo é apontando para o seu dedão erguido (ilustração) e é um gesto retórico tradicional de alguém explicando um texto. Estas representações derivam das composições clássicas dos mestres de filosofia ou retórica com seus estudantes e são similares às representações medievais da época sobre palestras em universidades. A partir do começo da Idade Média, o período mostrado é geralmente fundido com o reencontro por José e Maria, com eles representados, em geral à esquerda da cena. Tipicamente, Jesus e os doutores, compenetrados em suas discussões, não os notaram ainda. Do século XII em diante, Jesus aparece geralmente sentado numa cadeira similar a um trono, geralmente com um livro ou um rolo nas mãos.

Nas representações medievais tardias, os doutores, agora segurando e consultado grandes volumes, já tem características tipicamente judaicas e são, por vezes, caricaturas exageradas e com tons antissemitas, como nas imagens de Albrecht Dürer (vide imagem).

Do Alto Renascimento em diante, muitos pintores mostram um “close-up” da cena, com Jesus rodeado de perto por acadêmicos gesticulando. Rembrandt, que gostava de pintar anciãos judeus no Templo em diversas situações, fez três rascunhos sobre o assunto (Bartsch 64-66), além de um sobre a cena muito mais rara sobre “Jesus voltando do Templo com seus pais” (B 60)).

O assunto atraiu muito menos artistas a partir do século XIX e uma das últimas representações notáveis pode ser uma falsicação de Vermeer por Han van Meegeren perante a polícia holandesa para demonstrar que as pinturas que ele vendera para Goering eram também falsas.

São João e a Ordem Maçônica

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(Segue um texto do Ir.’.Tiago sobre a história de São João.)

A primeira vertente aponta como padroeiro da maçonaria o João Batista, primo de Jesus Cristo, denominado batista por que era aquele que batizava no Rio Jordão e trazia a boa nova, qual seja, a vinda do nosso salvador Jesus Cristo. Essa primeira corrente pode subdividi-la em duas, naqueles que associam João Batista como padroeiro de nossa ordem pela forma como foi morto, pois foi decapitado pela vontade e luxúria de Salomé, sobrinha do Rei, que queria ter com João Batista, sendo ele fiel a seus princípios negou a vontade da sobrinha do Rei, perdendo por conta dessa negativa a sua cabeça pela decapitação.

Já a segunda, bem lógica por sinal, vincula o nascimento de João Batista em 24 de junho ao nascimento das Grandes Lojas Inglesas em 24 de junho de 1717.

Já a segunda vertente versa sobre João Evangelista, o discípulo de Jesus Cristo que escreveu três livros importantes do Livro da Lei, entre eles o Livro do Apocalipse. Essa teoria do João Evangelista como padroeiro vincula a data de 27 de dezembro como a data de seu nascimento. Coincidentemente, ambas as datas, tanto 24 de junho quanto 27 de dezembro vincula-se o primeiro ao equinócio de inverno no hemisfério norte e o solstício de verão no hemisfério sul. Sendo estas datas então consideradas pela Maçonaria como de suma importância porque trata de um astro importante que emite luz, ou seja, o sol, contra as trevas, o que a Sublime Ordem combate.

A tradição versa sobre a comemoração das datas do deus Janio que na forma pagã era comemorada na data dos equinócios tanto de inverno quanto de verão, cultura pagã que o Cristianismo tratou de subtrair impondo datas comemorativas iguais, mas com cunho Cristão.

Nessa luta a igreja teve que adotar determinados costumes e incutir na cabeça dos soldados romanos a idéia de que Jesus havia nascido no mesmo dia em que nasceu o “Sol Invictus”. Aliás, a grande maioria dos deuses pagãos da antiguidade tinham seus nascimentos comemorados no solstício de Inverno.

A terceira teoria vincula como padroeiro da Maçonaria o Santo canonizado pelo Papa no século VII, chamado de São João Esmoler, ou São João de Jerusalém. Passo a explicar os motivos pelos quais me vinculo a esta teoria.

A história relata que no ano 500 d.c, na Ilha de Chipre, nasceu o filho do Rei que ao longo de sua vida dedicara a benevolência e benfeitorias, assim como ao exercício da ponderação e tolerância. Esse príncipe cresce e na vida adulta perde por doença grave esposa e dois filhos retomando com esta perda o antigo sonho de dedicar-se a benevolência. Com isso assume definitivamente o dom do sacerdócio, vinculando-se a Ordem Benenditina.Por suas obras vinculadas ao cuidado de visitantes que se lançavam a visitar a Terra Santa foi canonizado pelo papa no Século VII.

Já no século XI com as Primeiras Cruzadas houve a necessidade de amparar os fieis do Cristianismo que se lançavam a Terra Santa para a visita ao Santo Sepulcro porque havia na época saques e violência de toda ordem lançadas e decorrentes da guerra entre Muçulmanos e Cristãos.

A Ordem de Malta (oficialmente Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, também conhecida por Ordem do Hospital, Ordem de S. João de Jerusalém, Ordem de S. João de Rodes, etc.), era uma ordem católica que começou como uma Ordem Beneditina fundada no século XI na Terra Santa, durante as Cruzadas, mas que rapidamente se tornaria numa Ordem militar cristã, numa congregação de regra própria, encarregada de assistir e proteger os peregrinos àquela terra.

Então no ano aproximado de 1099 foi criada, na cidade de Jerusalém, a Ordem dos Templários Hospitaleiros, com cunho na história e ensinamentos deixados pelo Santo Beneditino São João de Jerusalém, ou São João Esmoler.  Esse Santo se aproxima da Maçonaria hora pela sua benemerência e pela criação da hospitalaria presente até os dias de hoje na Sublime Ordem.

Questionamento realizado para o visitante nos trabalhos na Oficina. Também se aproxima da Maçonaria este Santo por conta da reconstrução dos templos destruídos dos Maçons que ele ordenou a reconstrução, vejamos que :

No manual de Bezot, ele escreveu suas razões para pensar que este Santo era o patrono original da Maçonaria e, assim, o santo mencionado na Loja do Santo São João: ‘Ele deixou seu país e a esperança de um trono para ir a Jerusalém, a quem ele generosamente ajudou e assistiu os cavaleiros e peregrinos. Ele fundou um hospital e organizou uma fraternidade para assistir aos cristãos doentes e feridos, e prestar ajuda pecuniária aos peregrinos que visitavam o Santo Sepulcro. São João, que era digno de se tornar o patrono de uma sociedade cujo único objeto é a caridade, expôs sua vida mil vezes em prol da virtude. Nem a guerra, nem a peste, nem a fúria dos infiéis, podia impedir suas atividades de benevolência. Mas a morte, finalmente, o impediu no meio de seus trabalhos. No entanto, ele deixou o exemplo de suas virtudes aos Irmãos, que fizeram seu dever esforçar-se por imitá-las. Roma o canonizou com o nome de São João, o Esmoler ou São João de Jerusalém, e os Maçons – cujos templos, destruídos pelos bárbaros, que ele fez reconstruir – o selecionaram por unanimidade como seu patrono.

Esse texto foi escrito por um dos primeiros Maçons Franceses da História, conforme o artigo publicado pelo Ir.’. Bezot. São João Esmoler era conhecido pela propagação da ponderação e da tolerância. Na Alexandria resolvia conflitos com base nesses dois princípios que são elementos preponderantes na Sublime Ordem hoje.

Todas as quartas e sextas-feiras João se sentava no banco do lado de fora da igreja, apaziguava brigas, arbitrava as disputas, dava conselhos, ouvia as reclamações dos necessitados e procurava corrigir os erros e neutralizar o ódio que estavam prejudicando aquelas pessoas. Ninguém era insignificante para não ter a sua atenção. Desarmava sempre os inimigos usando sua humildade e as vezes até se ajoelhava a seus pés para pedir perdão.

São João de Jerusalém foi escolhido Padroeiro da Maçonaria porque seus ideais eram idênticos aos ideais Maçônicos como a fraternidade, a liberdade e a igualdade: “São João foi escolhido como patrono da Maçonaria devido aos seus ideais que combinavam com a doutrina maçônica. É por essa razão que todas as Lojas são abertas e dedicadas em sua homenagem.”  Logo, posiciono-me no sentido de concordar com os Irmãos que se vinculam a teoria de que São João o Esmoler é o padroeiro da Maçonaria.

Eis aí, portanto, a razão das Lojas maçônicas, até hoje, serem conhecidas como Lojas de São João.Vem desses irmãos cavaleiros, não só a tradição arquitetônica, propriamente dita, aplicada especialmente na construção de asilos, hospitais, mosteiros e outras obras públicas, mas principalmente a atuação filantrópica que se observa na Ordem maçônica. Tanto que Lojas de hoje ainda se mantém a tradição de nomear um irmão “hospitaleiro” para recolher as contribuições dos irmãos para o “hospital”.

Logo, desde então, se mantém a tradição de que as Lojas, quando iniciados os trabalhos e quando finalizados evoca-se a São João, sendo então João de Jerusalém, pessoa integra que dedicara a vida a fazer o bem as pessoas, como o exercício da ponderação, benevolência e a tolerância. Sejamos então mais tolerantes Ir.’..

_Texto: Tiago Oliveira de Castilhos, A.’.M.’.
A.:R.:L.:S.: Sir Alexander Fleming 1773, Porto Alegre – Rio Grande do Sul, Grande Oriente do Brasil_

Jesus, o Cristo.

Alguns pesquisadores defendem a idéia de que Jesus era um ET-humano que se empenhou em inspirar um sentimento social de Unidade (espiritual); Jesus não criou nem pareceu pretender criar uma “religião Cristã” repressora da sexualidade, homofóbica, tantas vezes racista [como nas Idades Média e Moderna], promotora da superioridade de qualquer raça em detrimento de outras e legitimadora de atrocidades como a escravidão.

Os contatos extraterrestres de Collier informam que Jesus, de fato, existiu e não morreu na Cruz; sequer teria sido crucificado. A crucificação seria um relato simbólico, uma alegoria. Jesus teria vivido o resto de sua vida na histórica fortaleza judaica de Massada, último foco de resistência das forças israelitas contra o domínio romano, outra hipótese, talvez a mais plausível, é de que ele teria voltado para a Índia e lá terminado os seus dias, na atual região da Cachemira, onde existe um túmulo, de um homem considerado ainda hoje como um grande profeta e conhecido como o santo ISSA.

Figuras como Jesus têm vindo à Terra periodicamente, como outros tantos mensageiros fizeram antes dele, tais como Krishna e Budha na Índia, Zoroastro, na Pérsia, Confúcio e Lao Tsé, na China, Osíris no Egito, a fim de combater a saturação espiritual das massas que ficam entorpecidas pela mensagem de um sistema de crenças que enfraquece a capacidade de evolução individual e coletiva.

As religiões institucionalizadas legitimam a criação e a manutenção de uma elite sacerdotal dirigente opressiva e MANIPULADORA, que se auto-estabeleceu como juízes da moralidade. As elites religiosas, historicamente, têm abusado de suas regras autogeradas para exercer controle social e até mesmo político. A religião se torna um agente colaborador e complementar ao Estado político e, o que é pior, à serviço do projeto econômico e político que orienta o Estado. Os ETs-humanos querem “ajudar a humanidade a se libertar das estruturas de opressão através da educação e do despertar e da ELEVAÇÃO da consciência da espécie humana.”