Crossfit e hipertrofia

Crossfit e hipertrofiaDe que forma a atividade de Crossfit é capaz de gerar hipertrofia muscular?

Os dois fatores primários que são postulados para mediar adaptações hipertróficas no treinamento de força são: a tensão mecânica (treinos com maior intensidade) e o estresse metabólico (treinamentos com maior número de repetições realizados ate a falha)

Tensão mecânica: A tensão sobre os músculos inicia um fenômeno chamado de mecanotransdução em que os mecano-receptores do músculo ultrapassam o sarcolema, tais como as integrinas, e convertem a energia mecânica em sinais químicos que medeiam vários processos intracelulares anabólicos e catabólicos de forma a favorecer a síntese sobre a degradação proteica (Hornberger et al., 2006).

Estresse metabólico: O estresse metabólico oriundo do exercício de força é resultante da produção de energia (ATP) por meio da glicólise anaeróbia, o qual é responsável pelo acúmulo de metabólitos, como por exemplo, o lactato, fosfato inorgânico e íons de hidrogênio (H+)¹³. O estresse metabólico possui papel importante no recrutamento muscular de fibras de contração rápida, a liberação de hormônios anabólicos e o aumento da síntese proteica com ativação das vias associadas à mTOR (Loenneke et al., 2010).

Nesse aspecto, o treinamento de Crossfit contempla a parte da tensão mecânica (nos treinos de força) e do estresse metabólico (na parte do treino do condicionamento metabólico, caracterizado por altos números de repetições ate a falha).

Ramires A. Tibana / Instagram (@ramirestibana)
PhD Student at Catholic University of Brasília – Brazil

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O Bem e o Mal.

yyPercebi que o mundo que me rodeia está cada vez maior, isso decorre de vários acontecimentos diários. Vejo “amigos” tentando ser “amigos”, vejo verdadeiros amigos cruzando linhas que até presente momento não cruzariam e vejo pessoas que usam o mal como ferramenta para distorcer a realidade que vivemos à beneficio próprio. E no fim, todo mundo vê essas atitudes como “Pessoas de Bem”. Vou explicar a definição do Bem e do Mal de forma simples para expor o que farei logo em seguida.

Nós somos fragmentos da criação, na verdade somos o desejo de desfrutar, o desejo de nos realizarmos e esse desejo só é capaz de receber. Se a intenção por trás desse desejo for de “receber para seu próprio benefício”, então nós chamamos essa intenção (mas não o desejo) de “má”. Veja bem, o desejo é uma matéria que não muda e que não pode ser considerado bom ou mau. Apenas a intenção determina se ele é bom ou mau e é aí que reside a nosso livre arbítrio.

Nós nunca tivemos liberdade de escolha em relação aos nossos desejos, nos níveis inanimado, vegetativo, e animado. Não podemos mudar nada em relação a esses desejos. Este fato é confirmado por todas as pesquisas científicas. A única mudança que podemos eventualmente fazer é no nível humano, o que nós podemos mudar é a INTENÇÃO por trás do desejo.

O desejo em si foi criado pelo Criador e foi dado a nós numa forma imutável. A intenção por trás do desejo que nos foi dado inicialmente é egoísta: “para o nosso próprio benefício”. Nós devemos perceber que esta intenção é , porque é dirigida contra a união, contra a doação ao próximo, e contra a doação ao Criador.

No entanto, a nossa intenção pode ser oposta: “para o bem dos outros”, em prol da doação. Então, ela é chamada de “inclinação ao bem”. Assim, a inclinação ao bem e a inclinação ao mal, ou bem e mal, são definidos de acordo com a intenção. No entanto, a “inclinação” em si, o desejo, é imutável. Tudo é definido pela intenção no nível humano. A intenção de tornar-se semelhante ao Criador é chamada de boa, e a intenção oposta é chamada de má. A expressão da intenção ocorre através da união ou através da separação dos outros.

Portanto, de todas as minhas intenções, eu tenho que escolher apenas aquelas que me dão liberdade de escolha: a liberdade de me unir com outras pessoas através de uma intenção comum pela doação mútua. E assim nós nos tornarmos equivalentes ao Criador.

Esta é a nossa única chance de escolher o bem ou o mal, seja em relação ao nosso egoísmo ou em relação ao que o Criador coloca diante de nós. Portanto, se quisermos nos corrigir, isso só pode ser feito através de fé e disciplina. Quando você alcançar o desejo de desfrutar, ela transforma sua qualidade má numa qualidade boa, ou seja, ela muda a intenção de recepção em intenção de doação. E você se torna livre novamente e se aproxima mais do Criador.

É preciso eliminar a maldade, é preciso limpar o mundo de pensamentos impuros, pensamentos egoístas, é preciso morrer para viver novamente. Não existe uma hora, uma época ou uma hora marcada para que isto aconteça, de fato, pode acontecer à qualquer momento. Faça acontecer no agora.

Para afastar o Mal.

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1 –  Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, porque limpais o que está por fora do corpo e do prato, e por dentro estais cheios e rapina e de imundícias. Fariseu cego, purifica primeiro o interior do corpo, e do prato, para que também o exterior fique limpo. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros branqueados, que parecem por fora formosos aos homens, e por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda asquerosidade. Assim também vós outros, por fora vos mostrais na verdade justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e iniqüidade. (Mateus, XXIII: 25-28).

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           2 – Prefácio –  Os maus Espíritos só estão aonde podem satisfazer a sua perversidade. Para afastá-los, não basta pedir, nem mesmo ordenar que se retirem: é necessário eliminar em nós aquilo que os atrai. Os Espíritos maus descobrem as chagas da alma, como as moscas descobrem as do corpo. Assim, pois, como limpais o corpo para evitar as bicheiras, limpai também a alma das suas impurezas, para evitar as obsessões. Como vivemos num mundo em que os maus Espíritos pululam, as boas qualidades do coração nem sempre nos livram das suas tentativas, mas nos dão a força necessária para resistir-lhes.

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            3 – Prece – Em nome de Deus Todo-Poderoso, que os maus Espíritos se afastem de mim, e que os Bons me defendam deles! Espíritos malfazejos, que inspirais maus pensamentos aos homens;  Espíritos enganadores e mentirosos, que os enganais; Espíritos zombeteiros, que zombais da sua credulidade, eu vos repilo com todas as minhas forças e fecho os meus ouvidos às vossas sugestões, mas peço para vós a misericórdia de Deus. Bons Espíritos, que me assistis, dai-me a força de resistir à influência dos maus Espíritos, e as luzes necessárias para não cair nas suas tramas. Preservai-me do orgulho e da presunção, afastai do meu coração o ciúme, o ódio, a malevolência, e todos os sentimentos contrários à caridade, que são outras tantas portas abertas aos Espíritos maus.

SAWABONA!

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Há uma “tribo” africana que tem um costume muito bonito.
Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez.

A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom. Cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade. Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros.
A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro.
Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente: “Eu sou bom”.

Sawabona Shikoba!
SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer dizer:
“Eu te respeito, eu te valorizo. Você é importante pra mim”

Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA, que é:
“Então, eu existo pra você”

A verdade sobre todas as coisas.

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A verdade sobre todas as coisas.

Estava frio, chovendo, constantemente alguém pairava sobre aquela região, apesar de monótona. Tinha uma cadeira, parecia aquelas relíquias do século XV com um detalhe morbido do renascimento.
Às vezes era seco, às vezes o vento falava molhado, soava como uma garoa… ah… bons tempos.

A cadeira balançava de vez em sempre, ou quando alguém a usava ou quando o vento soprava, mas ela sempre balançava.

A verdadeira nostalgia nunca foi o momento em que você lembrara daquele momento marcante ou relutante, mas sim da maneira como os sentimentos de tal lembraça recortavam a alma, dilacerando-a com uma certa fadiga emocional.

Que dorzinha boa de se sentir, ah… bons tempos.

Bons tempos eram aqueles que a responsabilidade não fazia parte do cotidiano.
Dos momentos em que durmir era prioridade fundamental e comer era obrigação hitleriana.

Bons tempos foram, são e serão tudo aquilo que você aproveitar com o coração.
Bons tempos não se trata de lugar ou local, mas sim do estado da sua alma.
Eu gostaria de vender bons tempos para as pessoas. A preços nostálgicos de irresistir!

O Tempo.

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Ricos ou pobres, todos temos em comum o tempo: nossas 24 horas não podem ser encurtadas ou estendidas, mas sim devidamente aproveitadas.

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