A beleza das escolhas simples

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Tutto bello é italiano,
Mas a beleza não tem definição
Igual um bordado em um pano
Que depende de quem borda esta ação

Aos olhos de quem vê, tudo é magnífico
Aos olhos de terceiros, nem sempre é assim
Por amor, pessoas atravessam até o pacífico
e há quem diga que um calçado bonito é mocassim

Vivemos uma Era de aparências
Onde quem mostra mais o que têm
É super feliz, dispensa reticências
Mas a aparência que se mantém

É diferente do que você é por dentro
Felicidade é um estado de espírito
E não acumulação de bens e sentimento epicentro
É algo puro, sincero e restrito.

Cabe somente a você e a sua consciência
Porque viver para os outros não é viver
é morrer pelo pecado da aparência
Não é baseado no que você quer ter.

Mas sim no que você já possui
É cultivar a simplicidade e a humildade
Transbordando de alegria, o amor flui
Que é a base da mais pura felicidade.

 

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Fadiga Crônica

fahgAndo muito cansado, doutor. De manhã, para levantar da cama é o maior sacrifício. Mal chego no trabalho, já quero voltar para casa.

Cansaço é uma das cinco queixas mais frequentes dos que procuram os clínicos gerais. Nessas ocasiões, cabe ao médico encontrar uma causa que justifique a falta de disposição.

As mais comuns costumam ser:

* Doenças cardiovasculares (insuficiência cardíaca, arritmias, etc.);

* Doenças autoimunes (lúpus, polimiosite, etc.);

* Doenças pulmonares (enfisema, quadros infecciosos, etc.);

* Doenças endócrinas (hipotireoidismo, diabetes, etc.);

* Doenças musculares e neurológicas;

* Apneia do sono e narcolepsia;

* Abuso de álcool e outras drogas;

* Obesidade;

* Depressão e outros distúrbios psiquiátricos;

* Infecções;

* Tumores malignos.

A experiência mostra que contingente expressivo de pessoas que se queixam de cansaço, não se enquadra em nenhum desses diagnósticos. A tendência dos médicos nesses casos é atribuir a queixa às atribulações da vida moderna: noites mal-dormidas, alimentação inadequada, falta de atividade física, problemas psicológicos ou mera falta de vontade de trabalhar.

Alguns desses pacientes, no entanto, sentem-se muito mal, excessivamente cansados, incapazes de concentrar-se no trabalho e executar as tarefas diárias. Inconformados, fazem via sacra pelos consultórios atrás de um médico que leve a sério seus problemas, lhes ofereça uma esperança de melhora ou, pelo menos, uma explicação para o mal que os aflige.

São os portadores da síndrome da fadiga crônica, diagnosticada mais frequentemente em mulheres do que em homens.

Na maioria das vezes, a doença se instala insidiosamente depois de um episódio de  resfriado, gripe, sinusite ou outro processo infeccioso. Por razões desconhecidas, entretanto, a infecção vai embora, mas deixa em seu rasto sintomas de indisposição, fadiga e fraqueza muscular que melhoram, todavia retornam periodicamente, em ciclos, durante meses ou anos.

Como diferenciar esse estado de fadiga crônica, daqueles associados às solicitações da vida urbana?

Não há exames de laboratório específicos para identificar a fadiga crônica. De acordo com o International Chronic Fatique Syndrome Study Group, o critério para estabelecer o diagnóstico é o seguinte: considera-se portadora da síndrome toda pessoa com fadiga persistente, inexplicável por outras causas, que apresentar no mínimo quatro dos sintomas citados abaixo, por um período de pelo menos seis meses:

* Dor de garganta;

* Gânglios inflamados e dolorosos;

* Dores musculares;

* Dor em múltiplas articulações, sem sinais inflamatórios (vermelhidão e inchaço);

* Cefaleia com características diferentes das anteriores;

* Comprometimento substancial da memória recente ou da
concentração;

* Sono que não repousa;

* Fraqueza intensa que persiste por mais de 24 horas depois da atividade física.

Alguns estudos sugerem que predisposição genética, doenças infecciosas prévias, faixa etária, estresse e fatores ambientais tenham influência na história natural da enfermidade. Condições como hipoglicemia, anemia, pressão arterial baixa ou viroses misteriosas também são lembradas, mas a verdade é que as causas da síndrome da fadiga crônica são desconhecidas.

A evolução da doença é imprevisível. Às vezes, desaparece em pouco mais de seis meses, mas pode durar anos ou persistir pelo resto da vida.

A ignorância em relação às causas da síndrome, explica a  inexistência de tratamentos específicos para seus portadores. Os sintomas são passíveis de tratamentos paliativos, entretanto anti-inflamatórios são recomendados para as dores musculares ou articulares; drogas antidepressivas podem melhorar a qualidade do sono.

Mudanças de estilo de vida podem ser úteis. Os especialistas recomendam uma dieta equilibrada, uso moderado de álcool, exercícios regulares de acordo com a disposição física e a manutenção do equilíbrio emocional para controlar o estresse.

Reabilitação fisioterápica e condicionamento físico são fundamentais para a manutenção da atividade física e profissional.

Como em todas as doenças mal conhecidas, proliferam os assim chamados tratamentos naturalistas, alguns dos quais apregoam resultados milagrosos para a fadiga crônica. Infelizmente, não há qualquer evidência científica de que eles modifiquem a evolução da doença.

Retirado do (ARTIGOS DRAUZIO)

SONETO

abrasssss

Não chame o meu amor de Idolatria
Nem de Ídolo realce a quem eu amo,
Pois todo o meu cantar a um só se alia,
E de uma só maneira eu o proclamo.
É hoje e sempre o meu amor galante,
Inalterável, em grande excelência;
Por isso a minha rima é tão constante
A uma só coisa e exclui a diferença.
‘Beleza, Bem, Verdade’, eis o que exprimo;
‘Beleza, Bem, Verdade’, todo o acento;
E em tal mudança está tudo o que primo,
Em um, três temas, de amplo movimento.
‘Beleza, Bem, Verdade’ sós, outrora;
Num mesmo ser vivem juntos agora.
(W. Shakespeare)

Amar é ser Feliz

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Quanto mais envelhecia, quanto mais insípidas me pareciam as pequenas satisfações que a vida me dava, tanto mais claramente compreendia onde eu deveria procurar a fonte das alegrias da vida.

Aprendi que ser amado não é nada, enquanto amar é tudo.

O dinheiro não era nada, o poder não era nada.

Vi tanta gente que tinha dinheiro e poder, e mesmo assim era infeliz.

A beleza não era nada.

Vi homens e mulheres belos, infelizes, apesar de sua beleza.

Também a saúde não contava tanto assim .Cada um tem a saúde que sente.

Havia doentes cheios de vontade de viver e havia sadios que definhavam angustiados pelo medo de sofrer.

A felicidade é amor, só isto.

Feliz é quem sabe amar.

Feliz é quem pode amar muito.

Mas amar e desejar não é a mesma coisa.

O amor é o desejo que atingiu a sabedoria.

O amor não quer possuir.

O amor quer somente AMAR