Entrevista com Marciano

ee

Subject X

26 de Outubro [Ano confidencial]

Goiás, [Cidade Confidencial, mas é perto de Goiânia.]

Horário: 08:08 até as 0:18.[Horário estritamente preciso]

Começamos [Na verdade só existe eu como entrevistador] a analisar os fatos caóticos relacionados com as mudanças que o mundo apresenta, e em fato a isto, consagrei, de forma iminente que não estamos sozinhos. A partir deste FATOS(Uso no plural só pra aparecer ser Latim, mas não é.) pude analisar cuidadosamente e de forma meticulosa toda a alteração e alienação que certos costumes acarretavam em nossa sociedade. Por meio deste fato foi diagnosticado que a minoria estava apoiando a maioria de forma subjetiva, o que demonstra total colaboração com os fatos que serão apresentados logo abaixo. O documento foi extraído de uma caixa cinza escuro(o nível mais Secret do TOP SECRET que existe.) esse relato que foi feito por áudio gravação, mas será transcrito aqui, neste exato momento. O suposto “Subject X”, o chamarei assim para preservar a identidade, foi interrogado PACIFICAMENTE, deixo bem claro que foi por livre espontânea vontade do Subject X, mesmo porque em nossa política preservamos o livre arbítrio.

Enfim, segue abaixo a entrevista realizada com ele, que por sinal, é muito interessante:

ENTREVISTADOR: O que você é?
Subject X: Shinu kiwosa kashiro ofkwishicnmt

ENTREVISTADOR:Porque você está aqui?! és um DEMONHO?!
Subject X: Coshorozoto uzhei komh biazul

ENTREVISTADOR: Interessante, mas porque escolheu esse planeta?
Subject X:jjaajjajajaajjaja, takow ogawa shini SHINAAAAAAAAAY ozawa kashirmiro Tucson!

ENTREVISTADOR: Você tem sotaque da lingua japoneizada, é parente de coreano? chinês? és um DEMONHO?!
Subject X: nudle Zelenina opice v pátek jsem šťastný jako čokoláda, šílená tjestenina povrća majmun petak ja sam sretna kao čokolada ludi.

ENTREVISTADOR:Pô eu também não sou fã de Nutella, mas vamos voltar pro assunto principal. O que você está fazendo aqui, e porque veste esse tipo de roupa, faz parte de alguma organizaçaõ Secreta?! Tipo a OMO multi ação!?!?!
Subject X: cizte mofia daon RÁ Mon ez ludwik shsashimiro okawaxa iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii tocotcotocotocotocotocotocotoctocoto shalálálálaálálálálálálálálálálálálálalá!

Neste exato momento de agora( O tempo é atemporal, e não, isso não é redundância!), teve uma grande explosão, e tivemos que sair as pressas e ele evaporou na minha frente, ops, na frente do ENTREVISTADOR, e sumiu vagarosamente soltando um barulho mesmo estranho e falando a seguinte frase com mais ou menos essa cara:

chow” SHINAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAY!!! SHUNAAAAAAAAAAAAAAAAAAY!!”  E sumiu.

A entrevista foi interessante, conseguimos extrair muitas informações satisfatórias, como clima, vegetação e população exata de 38 planetas não registrados, sem falar dos habitantes que habitam (logicamente) algumas estrelas que existem por aí que por sinal, É CONFIDENCIAL!

Esse (marciano) “Subject X” é de origem desconhecida. Mas estudaremos sua origem quando ele voltar no (Burguer King) nesse Planeta! Espero ter sido bem expressivo, pois eu e eu mesmo e nós mesmos entendemos TUUTTTO!

TÁTÁTÁTÁÁÁÁ!!!

12 de Maio de 2047(Véspera de Natal)

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A vila que desapareceu

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Um dos mais bizarros e inexplicáveis desaparecimentos de seres humanos se deu nas margens do lago Anjikuni, no ano de 1930. Uma vila inteira desapareceu sem deixar vestígios. Até hoje pesquisadores autônomos e oficiais vasculham a região em busca de pistas dos desaparecidos, sem sucesso. As autoridades canadenses ainda estão com o caso em aberto aguardando qualquer informação que ajude a esclarecer o fato.
É como se a tribo jamais houvesse existido.
O mistério da tribo que sumiu começa em novembro de 1930, quando um caçador de peles valiosas de nome Joe Labell entrou, caminhando pela neve, na familiar vila de barracas que costumava passar. Para espanto de Joe, a vila estava vazia. Completamente deserta.
Exatamente em duas semanas antes, o próprio Joe Labelle esteve na vila, e ela estava como de costume. Um assentamento de índios, uma vila cheia de vida com crianças correndo e fazendo algazarra. Velhas carregando roupas e homens carregando madeira e conversando nos alpendres.

Mas agora aquela vila estava vazia. Era um silêncio sobrenatural, onde nem os animais eram ouvidos. Apenas o ruído do vento e das janelas de madeira que eventualmente batiam.
Sem encontrar ninguém para recepcioná-lo como de costume, Joe começou a procurar pelo povo. Ele correu até o lago e viu que os caiaques dos esquimós ainda estavam nos sues lugares. Intactos.
As casas estavam abertas como de costume e no interior delas os tapetes, rifles e mantimentos estavam guardados. “Os esquimós não saem para caçar todos ao mesmo tempo”, pensou Labelle. Ainda mais sem os rifles.
Lbelle vviu que nas fogueiras do acampamento, a essa altura apagadas, os potes de carne de caribus – um tipo de cervo do Canadá – estavam congeladas em seus lugares.
Tudo estava em perfeita ordem e não havia sinais de incêndio, enchente ou vendaval que espantasse os esquimós. Tudo estava no lugar certo, com exceção das pessoas. Era como se a comunidade inteira de duas mil pessoas tivesse deixado subitamente as suas casas no meio de um dia normal.
Labelle começou a ficar intrigado com aquilo tudo. Ele correu para as cercanias da vila e viu que não havia nenhum rastro de que os moradores tivessem passado por ali. Caçador experiente que era Labelle sabia seguir trilhas e rastrear pegadas na neve. Mas as únicas pegadas eram as dele próprio.
Labelle foi tomado por um estranho e mórbido sentimento. (também conhecido como “cagaço supremo”) O caçador saiu dali direto para o escritório telegráfico do distrito mais próximo e alertou a polícia montada do Canadá.
Os soldados ficaram atônitos. Eles nunca tinham ouvido história parecida.
Uma expedição foi imediatamente organizada a fim de investigar a vila, sendo também empreendida uma busca ao longo das margens do lago Anjikuni.
Não foi possível localizar a tribo perdida e a expedição só serviu para agravar o mistério. Ao chegar no acampamento deserto, os mounties canadenses encontraram duas gélidas provas que insinuavam definitivamente a possibilidade de que houvesse ocorrido um evento sobrenatural. Em primeiro lugar, descobriram que os esquimós não levaram os seus trenós puxados por cachorros. Além disso, as carcaças dos huskies foram encontradas cobertas de neve acumulada pelo vento nas cercanias do acampamento. Eles morreram de inanição. Em segundo lugar, e em alguns aspectos o mais inacreditável, foi a descoberta de que as sepulturas dos ancestrais da tribo haviam sido profanadas e os restos mortais, removidos.
Ou seja apenas os humanos, incluindo os mortos foram retirados da tribo. Por quem e por quê, ninguém sabe.
Esses dois fatos deixaram as autoridades perplexas. Os esquimós não poderiam de maneira alguma ter viajado sem um dos seus meios de transporte típicos, os trenós ou os caiaques. E jamais deixariam seus fiéis servos caninos morrerem de uma forma tão lenta e dolorosa. Ainda assim, eles partiram, e os cachorros foram deixados ?
O segundo enigma, as sepulturas abertas, era o bastante para os etnólogos familiarizados com o comportamento da tribo, uma vez que a profanação de tumbas era desconhecida entre os esquimós. Além disso, o solo estava tão congelado que parecia petrificado e seria impossível escavá-lo. Como afirmou um oficial mounty na ocasião: “Esse acontecimento é, de um modo geral, fisicamente improvável.”
Mais de meio século depois, esse veredito ainda é verdadeiro.

Retirado do MundoGump

Uma noite estranha..

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Não sei que horas era, era de madruga, de dia, ou de noite, não sei, simplesmente não sei !! PAAAAAARA! PAAAAARA! Não sei… Quando acordei estava nesta mesa muito gelada por sinal, parecendo que estava dentro da minha espinha, olhei ao redor e só tinha luz, muita luz, não conseguia enxergar nada e eu não conseguia me mexer direito, então ouviu uma voz do lado direito dizendo:
– ~çfãçsdãçsfoç~s~~pf~çsdçs~~~p   ~pfsãs~p~~ ´f[a´[dsofsdp fdçslk /fwerwe ]~´p] ]~f´]~~ç;~]  ~]çf]açsdfa]   ]ç~ç ??

Quando percebi era dois homenzinhos pequeninos com olhos super arregalados, eu vi que tinha uma sonda na minha barriga, a mesa estava em pé, uma dor de cabeça latejando esquisitamente e quando me viram acordado rapidamente os vultos começaram a me espetar com alguma coisa, fiquei assustado e comecei a sentir sonolência denovo.. Foi então NESTA HORA que ouvi um estrondo e de repente tudo começou a chacoalhar e abriu um buraco no teto e percebi que estávamos em  uma nave!

A força foi tão forte que a luz do fundo da sala apagou e eu consegui ver direito o recinto, e a galera começou a ser jogada pra fora da nave por causa da pressão do ar e eu percebi que o teto era o oceano, ou seja, estávamos de cabeça pra baixo dentro da nave, que loucura!! Aí foi sinistro, entrou pelo buraco 3 seres com vários braços e pernas, pareciam aranhas, mas estavam de preto, usando uma roupa preta, olhos gigantes também, mas cabeça mediana e vieram em minha direção, rapidamente me tiraram da maca(eu tava nu, completamente nu e erecto(deve ser o remédio, um calor fora do comum).) e colocaram um peixe no meu ouvido!!! RAPAIZ!! Achei que era o mochileiro das Galáxias, na versão PE-LA-DA! Mas foi sinistro!

É ISSO MESMO! Achei que era piada, mas o peixinho entrou e eu senti uma ardência como se tivesse entrando água no ouvido, aquela coceirinha sabe? pois é.. aí eu comecei a ter uma forte dor de cabeça mas eu conseguia entender o que eles estavam falando, e pensando também.

Foi quando o – “f]~pasdfd~pas f~]açs~p pfdasdf~]sp  çãsd]f~dfaspa~]spas~fs ]~fdspasdfãspdasf~pasd~fsdfps” virou :

– ” Clatoplos, kai in dom cóvá naguiste zá arc du ram!

E o outro: ” Nai nó nu ne níí chan tí, dü kátáa EeR kam Wee Bikam.”

Eles saíram da nave e eu vi uma forte luz, acho que era o sol, pois estava a arder a minha pele, e o ar estava muito rarefeito, custei respirar, ao olhar ao redor eu vi nada, não sei o que vi, não lembro direito, eu tento escrever o que eu vi, mas não sai em palavras! Eu TENTO mas não consigo, (I Can’t motherfucker!!”), era o … a… o … é… não sai! Sorry!

Então, foi sinistro, sem falar do frio, mas tinha uma bolha invisível nos protegendo, porque eu olhava e observava várias coisas batendo neste campo invisível e a gente atravessando as nuvens, rochas, larva, era tudo tão rápido, piscando, eu não tinha noção de onde tava, mas a gravidade era boa, não me deu crise de labirintite hora alguma.E de repente!! A …

A verdadeira História da Humanidade (Versão Egípcia)

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O primeiro dos deuses, criado a partir do Caos Inicial, emergiu da escuridão numa flor de lótus. Também conhecido como Amon-Rá, o Deus Sol. Ré (ou Rá) é a principal divindade da mitologia egípcia. É o Deus do Sol. Criador dos deuses e da ordem divina, recebeu de Nun seu pai (mãe) o domínio sobre a Terra, mas o mundo não estava completamente acabado. Rá se esforçou tanto para terminar o trabalho da criação que chorou. De suas lágrimas, que banharam o solo, surgiram os seres humanos, masculinos e femininos. Eles foram criados como os deuses e os animais e Rá tratou de fazê-los felizes, tudo o que crescia sobre os campos lhes foi dado para que se alimentassem, não deixava faltar o vento fresco, nem o calor do sol, as enchentes ou as vazantes do Nilo. Como era considerado o criador dos homens, os egípcios denominavam-se o “rebanho de Rá”. O deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar. A sede de seu culto ficava em Heliópolis, o mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. Na Quinta Dinastia Rá, o Deus-Sol de Heliópolis, tornou-se uma divindade do estado. Foi retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações e era também representado por um falcão, por um homem com cabeça de falcão ou ainda, mais raramente, por um homem. Quando representado por uma cabeça de falcão estabelecia-se uma identidade com Hórus, outro deus solar adorado em várias partes do país desde tempos remotos. O seu principal centro de culto era a cidade de Iunu, no Norte do País (depois chamada Iunu-Ré, em sua honra), à qual os Gregos deram mais tarde ainda o nome de Heliópolis (“cidade do sol”), e que a Bíblia chama de On. Como uma das culturas agrícolas mais antigas e mais bem sucedidas da Terra, os antigos egípcios deram ao seu deus sol, Ré, a supremacia, reconhecendo a importância da luz do sol na produção de alimentos. Ao amanhecer, Ré era visto como uma criança recém-nascida saindo do céu ou de uma vaca celeste, recebendo o nome de Khepri. Por volta do meio-dia Ré era contemplado como um pássaro voando ou barco navegando. No pôr-do-sol, Ré era visto como um homem velho descendo para a terra dos mortos, sendo conhecido como Atum. Durante a noite, Ré, como um barco, navegava na direção leste através do mundo inferior em sua preparação para a ascensão do dia seguinte. Em sua jornada ele tinha que lutar ou escapar de Apep, a grande serpente do mundo inferior que tentava devorá-lo. Parte da veneração a Ré envolvia a criação de magias para auxiliá-lo ou protegê-lo em sua luta noturna com Apep, ajudando-o a garantir a volta do Sol. Devido à sua popularidade, o deus seria associado a outros deuses, como Hórus, Sobek (Sobek-Ré), Amon (Amon-Ré) e Khnum (Khnum-Ré). Tinha como esposa a deusa Ret (cujo nome é a versão feminina do nome Ré) ou Rettaui (“Ret das Duas Terras”, ou seja, do Alto Egipto e do Baixo Egipto). Em outras versões surgem como suas esposas as deusas Iusaas e Ueret-Hekau. Os deuses Hathor, Osíris, Ísis, Set, Hórus e Maet eram por vezes apresentados como filhos de Ré.

A verdadeira história da Humanidade!

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Em nossa galáxia existem bilhões de Seres das Estrelas, e as raças humanóides são a regra, não a exceção. Estas raças descendem de muitas formas de vida: répteis, insetos, dinossauros, pássaros e outras formas de vida que a humanidade nem consegue começar a imaginar. Uma das mais antigas Raças das Estrelas neste setor do Universo é a reptiliana Ari-An, a qual descende dos ancestrais dinossauros no sistema de estrelas de Órion. Governados por rainhas, criaram o mais poderoso império da galáxia: os guerreiros Ari-An, inigualáveis em ferocidade, bravura, poder e tamanho. Milhões de anos de incontáveis batalhas tinham permitido a esse Império desenvolver estratégias avançadas de guerra, como o “condicionamento” ou “reprogramação” (da mente) para controlar populações conquistadas e fazer delas propriedades em vez de responsabilidades.


Uma evolução inesperada de outra raça no Sistema Estelar de Sírius tornou-se uma ameaça ao Império Ari-An. Mesmo não tão antiga ou evoluída como a dos reptilianos, os guerreiros do Império Kanus, uma raça canina similar aos lobos amedrontaram a todos com sua ferocidade. Então um rápido avanço dos guerreiros Sirianos ameaçou a existência do Império Ari-An, e como resultado as rainhas procuraram os reis de Sírius para oferecer uma aliança. Um tratado foi acordado, e ficou delineado quais setores da Galáxia deveriam ser regidos por cada império, e por algum tempo, os guerreiros de ambos os impérios lutaram lado a lado.


Com o nascimento de um novo Sistema Estelar, o Rei de Sírius foi rápido em reclamá-lo. Assim que os sirianos começaram a explorar seus recursos, este novo sistema tornou-se um posto visado tanto para o Império Ari-An como para o Império Siriano, o que culminou numa nova guerra entre esses dois impérios. No final as forças Ari-An juntamente ao Rei An (Sirianos rivais), destruíram mundos inteiros mantidos pela oposição, incluindo suas luas e colônias.


Muito mais tarde, o Rei An mandou seu filho, o Príncipe Ea e sua filha, a Princesa Nin-Hur-Sag (ambos cientistas geneticistas) para reconstruir o mundo de Eridu, destruído pela guerra, e então explorar novamente os recursos necessários e valiosos achados lá. Eles restauraram com sucesso a atmosfera; colocaram vida nos mares; recriaram plantas, árvores e flores; e hibridizaram diferentes tipos de seres. O planeta Eridu (Terra) renasceu. Novas criaturas foram produzidas para habitar o planeta. Uma destas criaturas, Apa-Mus, era um híbrido macaco-besta cujo único propósito era o de servir e ser escravo nos campos e minas. Mas este animal era diferente dos outros, Ele podia entender ordens e podia se comunicar. A Princesa Nin-Hur-Sag tinha construído geneticamente o macaco-besta híbrido usando seu próprio DNA. A inteligência das bestas aumentou e começaram a se multiplicar rapidamente e a ensinar sua própria prole.


Quando outra espécie de trabalhadores criados geneticamente, os intraterrenos Sheti Lizards (Lagartos), revoltaram-se e tomaram o poder, os governantes dos Seres da Estrelas debandaram do planeta. Com a oposição fora do caminho, os Sheti usaram controle da mente e técnicas de programação que aprenderam de seus mestres para alterar as memórias dos descendentes remanescentes dos Seres das Estrelas (humanos). O conhecimento da raça humana sobre Seres das Estrelas foi substituído por mitos e lendas. A dominância Sheti foi e continua a ser desafiada por muitas outras raças das estrelas tentando reconquistar o controle da Terra – e da raça Humana – para seus próprios propósitos. A luta pelo poder continua, e hoje, uma guerra galáctica de conquista acontece violentamente sobre nossas cabeças. A Terra – e o Homem – são o prêmio.


Embora nascida de bestas e criada para servir, a raça humana foi criada por cientistas geneticistas que usaram seu próprio DNA e seu próprio sangue real. A linha real de Sangue Siriano confere à humanidade o direito de reivindicar a Terra como sua. Esta é a História que tem sido suprimida, a verdade que foi mantida escondida.

FONTE: A história Suprimida do Planeta Terra.

Queria morar na lua

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É uma sensação diferente, algo inusitado. Não chega a ser sobrenatural, mas o que vem a ser sobrenatural? O mundo é algo insano, inconsciente às vezes, caloroso e totalmente faminto por idéias e inovações. É algo surreal pensar que fazemos parte de uma comunidade que visa o crescimento em todos os sentidos do ser. Pois bem, não é nada fácil ter que acordar cedo, ir ao trabalho(obrigação) para ter de onde tirar a renda que lhe sustenta. O que, na verdade é uma utopia de tudo que lhe rodeia.

Gastamos com o que não é necessário, gastamos com o que é vazio apenas para suprir uma necessidade inexistente que o nosso subconsciente, por algum motivo ordinário, nos deu esta escolha. Escolha pela qual achamos que é feita pelo “destino”. Destino que, na maioria das vezes e em diversas culturas é escrito por mãos “divinas”. Mas há culturas que associam o destino ao acaso, um mito.

Certa vez me disseram que há tempo para tudo abaixo dos céus. Pois bem, o tempo, se analisarmos de forma cronológica é algo limitado, veja porque. Se pararmos para pensar no que realmente gastamos do tempo em nossas vidas, você vai perceber que não viveu o suficiente em um dia. Você trabalha 1/3 do dia, dorme mais 1/3 e ainda lhe sobram 1/3 para fazer o restante de tudo que você “ACHA” que dá tempo de fazer. E, como de praxe do ser humano, 90% usa esse tempo pra não fazer nada. Pense bem, você tem apenas 8 horas por dia pra desfrutar de algo benéfico. E tem pessoas que não sabem o que isso significa. Pense bem antes de gastar seus minutos com algo fútil e imoral. O tempo acaba para todos, de uma vez ou de outra.

Às vezes me vejo olhando para o céu, contemplando milhares de estrelas que nunca vi. Uma vez ou outra eu assisto um filme, jogo um videogame, faço academia, converso com ET’s, vou ao supermercado, visto uma sunga, cago, ando de bicicleta, vou à festa, escovo os dentes, calço meias de cor diferente, compro um Burguer king, converso com ET’s novamente e tento sentir a presença de Deus, o que nas milhares de vezes é extraordinário.

Queria morar na lua, só precisaria de um frigobar, muita cerveja, internet e uma cadeira, pra contemplar esse planeta cheio de gente imbecil e arrogante que não sabe NADA sobre o que é viver. Só pra poder sentir, mais uma vez, o que é solidão.