Utilidade pública

Caráter, uma virtude que poucos possuem. Algo que não se compra. 

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O acaso não existe.

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O Universo em que vivemos funciona de maneira misteriosa. Há um caos nas complexidades do seu funcionamento e, no entanto, tudo está equilibrado. Pode-se dizer com razão que nada neste Universo acontece por acaso.

Mesmo os incidentes mais insignificantes acontecem conforme planejado e servem para um propósito maior. Tudo o que acontece é uma manifestação do cosmos. Nossa jornada na vida não é um passeio suave. Há altos e baixos. Algumas estradas são difíceis e outras não são. A vida é um mistério onde todas as experiências possuem igual importância e valor. Temos a sorte de que o Universo acompanhe nossa jornada. Ao longo desta jornada, conhecemos pessoas diferentes que desempenham diferentes papéis e servem para diferentes fins. Alguns nos ensinam certas lições de vida, enquanto outras não nos deixam um impacto duradouro.

Algumas pessoas devem permanecer conosco para sempre, enquanto outras pessoas não. Mas mesmo as pessoas que conhecemos não é por acaso!

Estes são os 5 tipos de conexões cósmicas que provavelmente encontraremos em nossa jornada:

1. Aqueles destinados a nos despertar.

Há momentos em nossas vidas em que encontramos pessoas que são agentes de mudança. Elas caminham por nossas vidas para iniciar direta ou indiretamente algumas mudanças. Apenas a presença dessas pessoas nos faz conscientes de que não podemos avançar na vida, a menos que efetuemos certas mudanças. O universo tem suas maneiras de resolver essas coisas. Essas pessoas vão despertar seu potencial inativo interno que teria ficado adormecido se você permanecesse preso.

2. Aqueles que nos lembram

Às vezes, na vida, encontramos pessoas que passam somente para nos lembrar dos nossos objetivos. O único propósito de tais interações é nos ajudar a permanecer focados em nosso caminho na vida. Essas pessoas nos lembram quem somos e o que realmente queríamos desde o início.

3. Aqueles que nos ajudam a crescer

Algumas pessoas nos ajudam a crescer como pessoa. Elas estão ao nosso lado como um guia em nossa jornada pela vida. Eles podem nos prejudicar ou nos convidar para uma aventura para enfrentar algum desafio. Elas nos mostram o nosso caminho quando parecemos não saber o caminho certo. Elas nos ensinam coisas que somos incapazes de aprender por nós mesmos. Essas pessoas nos forçam a crescer.

4. Aqueles que nos reservam espaço.

Algumas pessoas desempenham papéis tão insignificantes em nossas vidas que nem nos lembramos de seus nomes. Estas são, principalmente, pessoas que encontramos no metrô ou nas estradas ou em uma casa de café. Elas são simplesmente destinadas a manter um espaço para nós. Geralmente, são pessoas com as quais conversamos e não temos conexão nenhuma além disso. Essas pessoas são seus companheiros que o cumprimentam na sua jornada, ou mesmo são fãs da alma pessoal que, inconscientemente, torcem pelo seu bem !

5. Aqueles que ficam.

Apenas algumas pessoas ficarão conosco para sempre. Essas pessoas são raras de encontrar, mas certamente são as mais preciosas. Eles são nossos amigos íntimos e a nossa família imediata. A maioria deles é membro do nosso grupo de almas, alguns deles podem até ser nossas almas gêmeas. Essas pessoas são seus parceiros que compartilham a mesma missão ou uma missão realmente similar. Mas quando for a hora certa, o Universo nos enviará aquela pessoa que deve estar conosco para sempre. Esta pessoa é de outro grupo de alma e vem por conta própria.
A presença dessa pessoa na nossa vida faz com que tudo fique melhor. Nós apenas precisamos ser pacientes em nossas tentativas de encontrá-las. Mas, uma vez que os encontramos, elas devem permanecer. Eles são sua Chama Gêmea e a força magnética dentro de suas almas irá guiar um ao outro. Tudo o que você precisa fazer é ouvir a bússola do seu coração!

 

Por :  Dejan Davcevski 
Autor convidado / Inspirado em  Educate Inspire Change

“A Grande Sabotagem Reptiliana”

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Ao contrário do que nos explica o autor inglês David Icke no trecho abaixo, Vitzo, de Urano, nos informa e afirma que os Anunnakis não eram reptilianos.Ao contrário, eles se esconderam até que os gigantes tivessem ido embora. Veja, antes, este trecho do livro de Icke, “O Maior Segredo: 


“Eu não penso que os Anunnaki dos Tabletes Sumérios e os Marcianos brancos propostos no cenário de Brian Desborough são os mesmos povos, apesar de poder existir uma conexão genética entre eles. Juntando a massa de evidências, visões, pesquisa e opiniões, que eu tenho lido ou escutado quase todos os dias nesses últimos anos, eu sinto que os Anunnaki são uma raça de uma espécie genética reptiliana. Na pesquisa ufológica eles tornaram-se conhecidos como reptilianos. Nem eu estou sozinho com esta visão. Pessoalmente eu tenho estado espantado por quantas pessoas hoje estão abertas a essas possibilidades e, certamente, estão chegando às mesmas conclusões através de suas próprias pesquisas. Entre esses incluem-se muitos que iriam gargalhar dessa idéia há pouco tempo atrás. O Dr. Arthur David Horn, um ex-professor de antropologia biológica da Universidade Estadual do Colorado em Fort Collins, inicialmente acreditava enfaticamente na versão Darwinista da evolução humana, o desenvolvimento lento da espécie humana via princípio da sobrevivência do mais adaptado. Puramente sob o peso de evidência e de sua própria experiência, ele está agora convencido que a humanidade foi semeada por extraterrestres e que uma raça reptiliana controlou o planeta por milhares de anos e continua a fazer isso hoje em dia.” 
 
O parecer de Vitzo em ” 
A Grande Sabotagem Reptiliana“, nos leva mais em contato com as pesquisas de Zecharia Sitchin, falecido recentemente. Ele acreditava que os  Anunnaki criaram o homo sapiens, cruzando seus genes com os do Homo erectus, para usá-lo como escravo para a extração de matérias-primas,como o ouro, que eram necessárias para proteger a atmosfera de seu próprio planeta Nibiru.Sitchin_olmecsGiantHead

Leia agora este pequeno trecho de “A Grande Sabotagem Reptiliana”

“Os seres chamados de Anunnakis por vocês não são bem o que se considera como reptilianos. Os Anunakis são seres da mesma galáxia que vocês habitam. Eles trouxeram outros conhecimentos para os humanos que aqui habitavam. Eram deuses, mas não reptilianos. Os reptilianos estavam aqui muito antes deles chegarem, mas ocultaram seu conhecimento até que a grande leva de deuses fosse embora novamente. Os Anunnakis são os responsáveis pela raça que originou o poderio egípcio naquela região. Foram eles que implantaram os costumes entre homens e deuses em uma região onde a carne não era valorizada e sim o espírito, a alma que transcendia os tempos e por isso, os humanos embalsamavam seus mentores sacerdotais para que nunca morressem na Terra e nos céus. Os Anunnakis eram gigantes de 30 a 40 metros de altura e o povo réptil “esqueceu-se convenientemente” de juntar-se para ofuscar a presença alienígena que trouxera progresso para toda aquela região. Eles esperaram que fossem embora para depois iniciar sua busca pelo ouro descoberto. O ouro do conhecimento que tornou a civilização egípcia tão poderosa em tão pouco tempo. A civilização egípcia foi atacada posteriormente pelo estado reptiliano, quando se envolveram sutilmente em suas tropas e entre seus faraós. O mal novamente foi contagiando as estruturas egípcias, traduzindo o que de pior eles conheciam para atrasar novamente a evolução humana. Fogo, morte e destruição estagnaram e destruíram a civilização que durante mais de mil anos reinou sobre a Terra reptiliana. O que podemos dizer depois disso, é que eles, os reptilianos, cresceram novamente, porque seus sistemas de destruição expandiam-se rapidamente por todo Oriente e África, sem que fossem notados pelos mais desatentos. Outros impérios viriam depois dali, mas eles já sabiam como lidar e corromper a raça humana.” 

Sol se pôs

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Hoje o sol se pôs, deixou a noite tomar conta do ambiente. Apenas uma luz, bem no fundo do túnel, longínqua e embaçada pairava sobre aquela estrada. Hoje o sol se pôs, mais uma vez, calado, tímido e ameaçador.

O vazio ocupou mais um lugar naquele pequeno ser, outra sala de sua mente foi liberada, há apenas o vácuo agora. O vazio, o silêncio, a nostalgia não existe mais.

E assim, vagando pelos tropeços que oscilam em uma direção, pode ser qualquer uma, alienado, ríspido e soberbo. Esse é ele, alimentando rancor e ódio, vivendo de passado, amargurando o futuro.

Este é ela, buscando encontrá-lo nesse devaneio, ascendendo todas as luzes em seu caminho, deixando um rastro de oportunidade e liberdade, só basta ele querer, ele poder sentir, enquanto ela continua buscando-o intermitentemente.

Isto é um conflito, quando você expande a mente e, começa a ver com outros olhos o que não era visto, ou sentir o que não era sentido, quando tenta se tornar água. Água é limpa, pura, transparente, mas para isto, ela precisou ser purificada, tratada. E o caminho é esse, atravessar a peneira e vê o que sobra do outro lado.

 

O que já fiz

dd.jpgJá acreditei em amores perfeitos,
Já descobri que eles não existem…
Já amei pessoas que me decepcionaram,
Já decepcionei pessoas que me amaram…
Já passei horas na frente do espelho
Tentando descobrir quem sou,
Já tive tanta certeza de mim,
Ao ponto de querer sumir…
Já menti e me arrependi depois,
Já falei a verdade
E também me arrependi…
Já sorri chorando lágrimas de tristeza,
Já chorei de tanto rir…
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena,
Já deixei de acreditar nas que realmente valiam…
Já tive crises de riso quando não podia…
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns,
Outras vezes falei o que não pensava para magoar outros…
Já senti muita falta de alguém,
Já gritei quando deveria calar,
Já calei quando deveria gritar…
Já penas para ver um amigo mais feliz…
Já inventei histórias de final feliz
Para dar esperança a quem precisava…
Já sonhei demais,
Ao ponto de confundir com a realidade…
Já tive medo do escuro,
Hoje no escuro “consigo ver a luz dentro de mim”…
Já caí inúmeras vezes
Achando que não iria me reerguer,
Já me reergui inúmeras vezes
Achando que não cairia mais…
Já corri atrás de um carro,
Por ele levar alguém que eu amava embora.
Já chamei pelo pai no meio da noite
Fugindo de um pesadelo,
Mas ela não apareceu
E foi um pesadelo maior ainda…
Já chamei pessoas próximas de “amigo”
E descobri que não eram;
Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada
E sempre foram e serão especiais para mim…
Não me dêem formulas certas,
Porque eu não espero acertar sempre…
Não espere de mim nada pois sou livre para ser eu mesma.
Porque vou seguir meu coração!…
Não sei amar pela metade,amo a todos igualmente e intensamente.
Não sei viver de mentiras,não espere que eu minta,não aceito mentiras.
Sou sempre eu mesmo.

Prisioneiros internos

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Podemos confiar em nós mesmos? Ou devemos deixar os demônios internos se enfrentarem até que sobre somente os mais fortes?
A loucura baseia-se na amplitude da insanidade ou na ausência de insensatez? Bendito àquele que conhece suas verdades e trabalha para ultrapassar suas barreiras.

VIVA DE ACORDO COM AS SUAS ESCOLHAS E NÃO COM AS DOS OUTROS

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Era uma vez uma menina que tinha tudo para ser feliz. E ela foi. Até que um dia percebeu que aquela felicidade toda não a pertencia, que era o contentamento de outras pessoas projetado nela, assim como as expectativas e os desejos alheios que nela refletiam, mas que não brotavam do seu interior. Então, numa noite de inverno ela partiu com uma mala e poucos pertences. Levava consigo o que tinha de mais valioso: o seu coração, uns trocados de paz e um sonho de liberdade. Arrastou a bagagem junto com a responsabilidade pela desventura que causaria aos seus dominadores, e ao mesmo tempo, com a leveza de quem, por fim, encontrava o seu próprio caminho.

Escolhas e mais escolhas. Quando não as fazemos, alguém faz por nós, e só nos resta aceitar e interpretar o papel que nos foi dado. Apesar de tudo, a esperança é a nossa fiel companheira e com ela sempre haverá um tempo de parar o jogo, mudar de time, abandonar a partida, descansar ou recomeçar.

As vezes estamos tão imersos numa vida contida, designados diante de uma rotina sóbria, que não percebemos o tamanho do incômodo. Notamos o rombo somente quando o tiro se alastra e nossos pedaços vão ficando pela estrada. Nos tornamos pessoas esburacadas, dessas que a tristeza vai corroendo pouco a pouco, impedindo que a alegria se instale e tampe os furos. Porque mesmo que nos emprestem felicidade, de nada adianta se ela não vir de dentro. Somente quando brota de nós ela é capaz de fechar os buracos da sorte ilusória.

Para que a felicidade nasça no peito é preciso libertar-se do peso que se carrega para agradar os outros, jogar fora os personagens que foram criados para somente dizer sim, abrir mão da cordialidade forçada e da aceitação sem questionamento. Seremos ininterruptamente tristes enquanto não houver uma quebra do comportamento passivo.

Eu sei que é bem comum nos deixar levar pelas situações sem medir os riscos e as consequências que as nossas eleições podem causar. Existem momentos que somos honestamente felizes, desejamos com todo o nosso coração seguir determinado caminho. Até que as certezas começam a embaralhar e a vida se consuma em uma enxurrada de lamúrias, pesares e arrependimentos. Neste momento você se dá conta de que está cumprindo um papel para que outros estejam contentes, enquanto você se priva da própria glória, se mutila em frustrações, se afunda na sensação de incapacidade para dar um basta, virar a página, mudar o rumo.

O fato é que das mais banais às mais complexas, todas as rotas têm as suas flores e os seus espinhos. Cabe à nós termos força suficiente para desencravar os ferrões, mesmo sentindo dor, e seguir adiante. Seja no solo quente ou em águas geladas, o importante é abandonar o padecimento e buscar outra saída antes que o fel nos sorva.

Mas e aquela menina, o que aconteceu com ela? Ah, ela ousou encontrar a satisfação nos altos e baixos que a nova vida possibilitava. Com menos dinheiro e mais autonomia, poucas cobranças e muita coragem, com escassez de pressão e sem depreciação, com excesso de perseverança e dignidade. Assim, já sem reproches e pessoas que a tolhessem das suas capacidades e desejos, ela conheceu a felicidade genuína na grandeza do amor próprio, na enormidade dos poucos e verdadeiros amigos. Descobriu que tudo o que tinha de nada valia, que nessa vida só é possível ser feliz quando seguimos o coração.

Por Karen Curi(colunistas)