No País do Arco-da-velha

ArcoVelha_2014_0100.jpgNaqueles bons tempos em que havia abundância de coisas no país do Arco-da-Velha, passeando por lá, eu vi dependurados num fio de seda Roma e Latrão, e um homem sem pés correndo num campo, mais do que um cavalo veloz como o relâmpago; depois vi uma espada sem fio que, de um só golpe, cortou uma ponte pelo meio. E vi um pequeno asno e, quem o diria! todo de prata tinha o nariz, o qual estava perseguindo duas rápidas lebres na margem da estrada. Depois vi uma planta de tília, alta e grande, que produzia tortas quentes. Também vi uma cabra mirrada, que tinha no corpo cem carradas de toucinho e mais sessenta de sal, fazendo ao todo cento e sessenta carradas. Não é mentira bastante?
Pois bem, vi ainda um arado que arava a terra sem bois nem cavalos; e uma criança de um ano jogar quatro mós de moinho de uma cidade para outra e com tanta força que chegaram até Estrasburgo. E vi um gavião nadando no Reno com grande contentamento; e tinha razão.
Depois ouvi os peixes, dentro do rio, fazendo tal barulho que ecoava até no céu; e um mel doce escorrendo feito água de um profundo vale até ao cume de uma montanha. Eram bem esquisitas todas estas coisas, não há dúvida.
Havia ainda duas gralhas ceifando um campo de trigo, dois mosquitos construindo uma ponte e duas pombas que estavam esmigalhando um lobo; depois vi dois cabritinhos filhos de duas crianças. Fora do brejo, vi dois sapos socando o grão. E vi, também, dois ratos consagrando um bispo e dois gatos arrancando a língua de um urso.
Chegou correndo uma lesma e matou dois leões ferozes. Vi um barbeiro barbeando uma mulher e dois recém-nascidos mandando as mães calarem a boca. Vi também, dois galgos tirarem do rio um moinho e uma velha égua, que estava aí perto, dizer que faziam muito bem.
Num terreiro havia quatro cavalos debulhando milho com grande ligeireza e duas cabras acendendo o forno, enquanto uma vaca vermelha enfornava o pão.
E uma galinha cantou Kikirikiki; a história acabou aqui, Kikirikiki!

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Lá na pqp.

texto4No vilarejo de Cacatua existia 3 clãs que disputavam o poder, Lanoicutit, ovitar e lanep.

3 impérios se colidem, pelo apogeu do vilarejo. Só assim eles podem futuramente lutar e tentar ocupar a província de Otieri’D. Uma região devastada pelo caos, rapinagem e destruição. E no meio dessa guerra pela conquista, existe um indivíduo, que vigia tudo e todos e espera o momento certo para atacar. Esse é o ACI TsuJ.

E a história continua.

O contador de Contos

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Era uma vez um contador de Conto. Ele contava tantos contos que fascinava em tantos planos, pessoas que não tinham encanto. De noite era contador de

Contos, de dia era apenas um contador. Trabalhava em uma empresa pequena, fazia dos números sua morada, e dos cálculos seu passa tempo, e dos contos

suas viagens. Certo dia o contador de Contos começou a questionar, porque tamanha façanha ele teria para contar. Da noite para o dia ele começou a perceber que existia mais pessoas que faziam o mesmo que ele, porém de formas diferentes. E então ele começou a evoluir em seus contos. Hoje, ele se tornou um dos melhores Contadores de Contos da história da Humanidade… e mesmo assim, ele continua do mesmo jeito simplório desde os primódios de sua história. A diferença é que todos os seus contos são VERDADEIROS, todas as suas histórias são fatos reais e em sua simplicidade, vivendo o mundo de maneira singela, livre, pura e varonil.  O nome dele é Zé, Zé manéh!