Placebo psicológico de nada mais!

abratoEstou aqui realizando uma tarefa necessariamente digna de minha mente. Como penso de forma estritamente aleatório, creio que muitas de minhas verdades são fundamentadas em fatos históricos e, por conseguinte, verídicos.

A maneira como a sociedade se molda baseado em guerras, tratados de paz, filantropias, política e influências religiosas fazem com o que o ser humano se torne osmoticamente fruto deste ciclo. Podemos analisar o mundo de uma maneira simples. Afinal, todos os problemas que possuímos no mundo têm soluções. A diferença é que a humanidade aprecia o desespero, o medo, a incerteza.

Estou pragmático com algumas situações, sendo elas mundiais ou pessoais. Pois todas retornam um censo comum semelhante, a falta de caráter. O caráter por sua vez é o que define sua verdadeira personalidade.

“O ser humano é o que sempre foi e será.” (Minha autoria)

Espero que haja esperança para o mundo, não para mim. Pois esperança é algo para fracassado. Se você chegou no ponto de querer ter “esperança” em algo na sua vida, você está fudido.

Como um amigo me disse uma vez, existem pessoas que acham que o fundo do poço é a única saída e por isso ficam lá. Eles só esquecem que não é só isso! Sempre haverá alguém pra jogar terra em cima. Ou seja, se VOCÊ não fizer NADA pra mudar SUA VIDA, ninguém mais fará!

Acredite, solidariedade é uma coisa, sentir dor e ajudar algumas vezes é outra e nenhuma delas te tira do fundo do poço.

A maneira como mesclo palavras e sentimentos fazem de minha opinião uma rígida estrutura de ações e filosofias distintas. Baseado em como pretendo distingui-las de úteis ou não é o que define minha linha de raciocínio.

“Você não pode ser escravo e ser opinião própria ao mesmo tempo. Sem criatividade, o pensamento é um prisioneiro cerebral.” (Minha autoria)

E você? Vai continuar lamentando da vida até quando morrer? Ou vai fazer algo pra muda-la e se tornar dono de si? Afinal ninguém vence guerra ficando parado.

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SONETO

abrasssss

Não chame o meu amor de Idolatria
Nem de Ídolo realce a quem eu amo,
Pois todo o meu cantar a um só se alia,
E de uma só maneira eu o proclamo.
É hoje e sempre o meu amor galante,
Inalterável, em grande excelência;
Por isso a minha rima é tão constante
A uma só coisa e exclui a diferença.
‘Beleza, Bem, Verdade’, eis o que exprimo;
‘Beleza, Bem, Verdade’, todo o acento;
E em tal mudança está tudo o que primo,
Em um, três temas, de amplo movimento.
‘Beleza, Bem, Verdade’ sós, outrora;
Num mesmo ser vivem juntos agora.
(W. Shakespeare)

Um Conceito exagerado de si

“Aqueles que se acham diferente :
A soberba é o veneno impreguinado em nossas entrenhas,
O orgulho aprisiona nossa alma .
A Hulmidade é a nossa salvação .” (Japur)

São Tomás de Aquino considerou a soberba um pecado específico, embora possa ser encontrado em todos os outros pecados. A soberba é a forma básica do pecado. Ela teria sido a responsável pela desobediência de Adão, que provou o fruto proibido com a ambição de se tornar Deus. A soberba leva o homem a desprezar os superiores e a desobedecer as leis. Ela nada mais é que o desejo distorcido de grandeza.

A pessoa que manifesta a soberba atribui apenas a si próprio os bens que possui. Tem ligação direta com a ambição desmedida, a vanglória, a hipocrisia, a ostentação, a presunção, a arrogância, a altivez, a vaidade, e o orgulho excessivo, com conceito elevado ou exagerado de si próprio. Quantas pessoas de nosso convívio conhecemos com algumas, ou todas, essas características?

Em algumas citações dos sete pecados, utiliza-se o termo cobiça, que é ambição desmedida, o ssssdesejo veemente de possuir bens materiais. Em outras citações podemos encontrar o termo soberba que é o orgulho excessivo, arrogância, elevação ou altura de uma coisa em relação à outra, e que leva à soberania, que é o poder ou autoridade suprema. E ainda podemos encontrar o termo orgulho, conceito exagerado de si próprio, com amor próprio demasiado. Ou seja, esse pecado tem relação direta com a ambição desmedida pelo poder e o orgulho exagerado.

O conceito exagerado de si próprio, o amor-próprio demasiado, a necessidade de poder, são apenas máscaras que buscam compensar a falta de amor que sente por si mesmo, pois possui em geral uma necessidade de auto-afirmação. O orgulho está diretamente relacionado com a falta de amor-próprio. A ambição pelo poder e a aquisição de bens materiais podem ser uma forma de compensar um sentimento de vazio. Esse impulso para o poder, essa necessidade de querer ter mais, pode ainda ser consequência do sentimento de inferioridade e da sensação de desamparo, fragilidade e impotência, presentes em muitos de nós. Porém, esses sentimentos são mais intensos naqueles que, nos primeiros anos de vida, não encontraram junto aos adultos com quem conviveram, o conforto, o acolhimento e o amor que amenizassem esse desamparo. O que explica o fato da necessidade de poder ser vital para algumas pessoas e de menor significado para outras.

A soberba está muito distante da humildade, característica básica de quem possui algum autoconhecimento. É lamentável que algumas pessoas só percebam esses comportamentos no final de suas vidas, muitas vezes num leito de hospital, quando muito pouco podem fazer para reconstruírem o que destruíram, nos outros e, principalmente, em si mesmas. É preciso desenvolver a consciência que seu valor enquanto pessoa independe da posição ou aquisição, mas que acima de tudo, somos todos seres humanos, em constante processo de evolução, independente do que temos, mas com certeza por aquilo que somos.

Borboletas

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Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela. Temos que nos bastar… nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.

As pessoas não se precisam, elas se completam… não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida. Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você. O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!