Duas Luas

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Ultimamente eu ando estranho. Acho que é decorrência da ausência de exercícios físicos, ando sentido um choque em meu joelho direito quando estou andando de bicicleta, mas isto não vem ao caso agora. Estou dormindo mal ultimamente, ando acordando a noite e perdendo o sono. Quando me vejo estou na cozinha, com a geladeira aberta. Os sonhos são sempre iguais.. me vejo em um lugar grande, vasto e que me perco o olhar no Horizonte.
Vejo um cara pequeno no campo, um anão com aqueles chapéus gigantes de japoneses e não consigo ver o seu rosto.. e no meio do campo onde ele passa as mãos as cores da vegetação vão mudando para amarelo(elas eram meio verde esmeralda).

No céu tem duas luas que fazem o dia brilhar como se fosse o sol, é como se você não vesse o sol em dia normal, mas a luz vem dessas luas(tipo, você pode olhar pro brilho delas direto sem os olhos arderem).

E eu vejo um andarilho numa estrada de terra, um senhor muito grande, de quase 4 metros de vestimenta preta, parecendo um monge, porém ele não sai da estrada(Não entra na vegetação), ele tenta entrar mas não entra por algum motivo.
Quando olho para trás vejo uma enorme torre, toda de vidro, um vidro brilhoso com algumas partes foscas. Uma torre tão grande que se perde nas nuvens.

O ar é gostoso de se respirar, você não sente fadiga em momento algum, lembro que eu corria por horas sem me cansar.

E chego embaixo desta enorme árvore, que tem uma sombra gigantesca e aos pés dela eu vejo outro anão com chapéu gigante de japonês… e novamente não consigo ver seu rosto. Só que este é diferente, eles tá com uma vestimenta meio azulada, da cor do mar do Caribe e estava conversando com um ser transparente, que também não conseguia ver seu resto, mas era muito grande também. eu disse que era transparente porque eu conseguia ver a árvore através dele.

O interessante é que eles não me viam.

E a língua que falavam eu não entendia nada, até que qdo o ser transparente foi embora, o anão da árvore falou em meu idioma: “Você não deveria estar aqui, isso é além da sua compreensão, não sei quem é você, nem de onde vem, mas você não deveria estar aqui.”

E então eu fui saindo de fininho, porque a voz dele era muito estranha, parecia várias crianças falando ao mesmo tempo, quando comecei a ir em sentido a estrada, o gigante de vestimenta preta sentiu minha presença e começou a me farejar, mas ele não entrava na vegetação.. mas sabia que eu tava ali. Acho que farejava meu medo, porque eu não sabia aonde tava. Acho que ele farejava a falta de conhecimento, sei lá.

 E eu,  ao olhar para o lado encontrei uma geladeira.. e fui em direção a ela no meio do mato. Ao abri-la eu acordei… e estava lá em casa, com a geladeira aberta e uma garrafinha de água na mão. Soltei a garrafa assustado, sorte que era de plástico.

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A verdadeira História da Humanidade (Versão Egípcia)

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O primeiro dos deuses, criado a partir do Caos Inicial, emergiu da escuridão numa flor de lótus. Também conhecido como Amon-Rá, o Deus Sol. Ré (ou Rá) é a principal divindade da mitologia egípcia. É o Deus do Sol. Criador dos deuses e da ordem divina, recebeu de Nun seu pai (mãe) o domínio sobre a Terra, mas o mundo não estava completamente acabado. Rá se esforçou tanto para terminar o trabalho da criação que chorou. De suas lágrimas, que banharam o solo, surgiram os seres humanos, masculinos e femininos. Eles foram criados como os deuses e os animais e Rá tratou de fazê-los felizes, tudo o que crescia sobre os campos lhes foi dado para que se alimentassem, não deixava faltar o vento fresco, nem o calor do sol, as enchentes ou as vazantes do Nilo. Como era considerado o criador dos homens, os egípcios denominavam-se o “rebanho de Rá”. O deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar. A sede de seu culto ficava em Heliópolis, o mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. Na Quinta Dinastia Rá, o Deus-Sol de Heliópolis, tornou-se uma divindade do estado. Foi retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações e era também representado por um falcão, por um homem com cabeça de falcão ou ainda, mais raramente, por um homem. Quando representado por uma cabeça de falcão estabelecia-se uma identidade com Hórus, outro deus solar adorado em várias partes do país desde tempos remotos. O seu principal centro de culto era a cidade de Iunu, no Norte do País (depois chamada Iunu-Ré, em sua honra), à qual os Gregos deram mais tarde ainda o nome de Heliópolis (“cidade do sol”), e que a Bíblia chama de On. Como uma das culturas agrícolas mais antigas e mais bem sucedidas da Terra, os antigos egípcios deram ao seu deus sol, Ré, a supremacia, reconhecendo a importância da luz do sol na produção de alimentos. Ao amanhecer, Ré era visto como uma criança recém-nascida saindo do céu ou de uma vaca celeste, recebendo o nome de Khepri. Por volta do meio-dia Ré era contemplado como um pássaro voando ou barco navegando. No pôr-do-sol, Ré era visto como um homem velho descendo para a terra dos mortos, sendo conhecido como Atum. Durante a noite, Ré, como um barco, navegava na direção leste através do mundo inferior em sua preparação para a ascensão do dia seguinte. Em sua jornada ele tinha que lutar ou escapar de Apep, a grande serpente do mundo inferior que tentava devorá-lo. Parte da veneração a Ré envolvia a criação de magias para auxiliá-lo ou protegê-lo em sua luta noturna com Apep, ajudando-o a garantir a volta do Sol. Devido à sua popularidade, o deus seria associado a outros deuses, como Hórus, Sobek (Sobek-Ré), Amon (Amon-Ré) e Khnum (Khnum-Ré). Tinha como esposa a deusa Ret (cujo nome é a versão feminina do nome Ré) ou Rettaui (“Ret das Duas Terras”, ou seja, do Alto Egipto e do Baixo Egipto). Em outras versões surgem como suas esposas as deusas Iusaas e Ueret-Hekau. Os deuses Hathor, Osíris, Ísis, Set, Hórus e Maet eram por vezes apresentados como filhos de Ré.