Filtre as Amizades

normal.jpgCreio que o pior erro do ser humano seja parar a vida pra ficar reclamando dela. Primeiro viva, aventure-se, se entregue para ela. Apaixone-se, quebre a cara, prometa para si mesmo que nunca mais vai querer sabe de amor e depois… Bom, ame outra vez. Saia com seus amigos. Caia, ria de piadas extremamente sem graça alguma. Mas atenção! Aproveitar a vida, não é estragá-la. Por isso, filtre as suas amizades. Assim, evite decepções. Aliás, evite tudo o que te faz mal. Jogue fora tudo o que atrasa a sua vida. Tenha um dia de uma pessoa normal.

Tome sorvete, coma chocolate, vá ao fast food. Engorde. Depois, emagreça, vá a academia, faça esportes e lute contra a balança. Viva enquanto há tempo, pois você não terá todo o tempo do mundo, pois esse mundo já faz muito tempo. Então, por fim, entenda: Separe todas as boas lembranças que carrega em sua memória, e viva apenas com elas. As ruins? Jogue-as ao vento.

Deixe que a brisa se encarregue de levá-las. E se você cair? Levante e tente de novo. Aliás, quando um pássaro está aprendendo a voar, ele não desiste na primeira queda.
(Jean Rosana)

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correspondência secreta entre São João Paulo II e uma mulher casada: escândalo para um mundo doente

Nossa sociedade tem dificuldades graves para construir e nutrir amizades sólidas. Amizades profundas são uma raridade. Entre homem e mulher, então, quase uma aberração.

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Fez alarde na mídia, entre ontem e hoje, a notícia de que São João Paulo II manteve uma “relação de grande proximidade“, ao longo de mais de 30 anos, com a filósofa polonesa naturalizada norte-americana Anna-Teresa Tymieniecka.

A correspondência intercambiada entre o papa e a filósofa, segundo a mídia, teria sido “mantida em segredo” pela Biblioteca Nacional da Polônia durante anos.

A história

Eles se conheceram em 1973. Karol Wojtyla era arcebispo de Cracóvia. Anna-Teresa viajou dos Estados Unidos até a Polônia para conversar com o então cardeal sobre um livro de filosofia que ele tinha escrito.

Pouco tempo depois, começou a correspondência entre o cardeal e a filósofa, que decidiram trabalhar em uma versão ampliada do livro. Os dois se encontraram a partir de então muitas vezes e intensificaram a correspondência, que, naturalmente, com o tempo, se tornava menos formal.

Em 1976, o cardeal Wojtyla participou de um encontro católico nos EUA e foi convidado por Anna-Teresa para ficar na casa de campo da família, em Vermont. Grande apaixonado pela natureza, Wojtyla aparece em fotos daquele verão bastante alegre e descontraído junto à família de Anna-Teresa.

Em setembro do mesmo ano, ele escreve para ela:

“Minha querida Teresa, recebi as três cartas. Você escreve que está arrasada, mas não consegui encontrar resposta para essas palavras (…) No ano passado, já estava buscando uma resposta para essas palavras: ‘Eu pertenço a você’. E, finalmente, antes de partir da Polônia, encontrei uma forma: um escapulário. A dimensão na qual aceito e sinto você em todo lugar em todos os tipos de situações, quando você está perto e quando está distante”.

O teor dessas cartas pode dar a entender que Anna-Teresa tinha se apaixonado pelo cardeal. Esta é a opinião, por exemplo, de Marsha Malinowski, a comerciante de manuscritos que negociou a venda das cartas para a Biblioteca Nacional da Polônia. “Acho que isto se reflete completamente na correspondência”, conclui ela, em entrevista à rede BBC.

Anna-Teresa não foi a única mulher com quem o futuro papa João Paulo II manteve correspondência e amizade. Desde a juventude, Karol Wojtyla cultivou uma saudável relação de proximidade com várias amigas, entre elas Wanda Poltawska, psiquiatra com quem trocou cartas ao longo de décadas.

O que causou barulho na mídia no caso de Anna-Teresa foi a “intensidade pessoal” das cartas e o fato de que a filósofa era casada. De fato, após o horror nazista e a Segunda Guerra Mundial, ela tinha se mudado para estudar nos Estados Unidos, onde se casou e teve três filhos.

Uma amizade intensa e familiar

O marido de Anna-Teresa, Hendrik Houthakker, também era amigo de João Paulo II. Hendrik era um renomado economista de Harvard e, após a queda do comunismo, aconselhou o papa sobre a economia dos países do Leste Europeu. O papa o homenageou pelos serviços prestados.

Quando João Paulo II foi diagnosticado com o mal de Parkinson, Anna-Teresa passou a visitá-lo com frequência, além de lhe mandar flores e fotos da casa de campo de Vermont, que tanto encantara o cardeal Wojtyla no verão de 1976.

Depois da última visita do papa à Polônia, ele escreveu para Anna-Teresa sobre sua pátria: “Nosso lar comum; tantos lugares onde nos encontramos, onde tivemos conversas tão importantes para nós, onde vivenciamos a beleza da presença de Deus“.

A mídia, os internautas e suas previsíveis interpretações

Uma amizade cultivada tanto em família quanto em particular, na qual se vivencia e destaca “a beleza da presença de Deus”… Hmmm, não parece uma realidade palpável para boa parte da imprensa laica e dos seus leitores.

O barulho da mídia (e dos internautas que distribuem suas doses de infantilidade em forma de comentários) foi impulsionado, para variar, pelos “furores venéreos” típicos da nossa “cultura” sexualmente frustrada e doente: o que pipocou em torno à revelação da correspondência entre São João Paulo II e Anna-Teresa Tymieniecka não foi a beleza da amizade, a vivência pessoal e intensa da espiritualidade, um diálogo aberto sobre sentimentos e sua sublimação, a transparência afetiva, os conteúdos filosóficos debatidos, a natureza, a família, a pátria, Deus. Não, nada disso. O que pipocou, previsível e mediocremente, foram as pobres e vulgares insinuações de algum possível escândalo sexual.

É verdade que boa parte dos artigos fez a ressalva de que “não há sugestão alguma de quebra do celibato por parte do papa“, mas também há insinuantes martelamentos em aspectos como “a mulher era casada“. E se fosse solteira? Não haveria, será, o mesmíssimo insinuante martelamento no fato de que “a mulher era solteira“? E se fosse viúva? Zzzzz.

Nossa sociedade tem dificuldades graves para construir e nutrir amizades sólidas. Amizades profundas são uma raridade. Entre homem e mulher, então, quase uma aberração. Entre homem e mulher e sem sexo? Hahaha. Amizades capazes de transparência afetiva e abertura filosófica e espiritual soam quase tão alienígenas quanto a beleza da castidade e do celibato por parte de um homem forte, jovem e saudável. E amizades em que há intercâmbio de correspondência, para pessoas que mal sabem produzir uma linha sem erros de ortografia, parecem ser, irremediavelmente, incompreensíveis.

Pobre mundo. Ora pro nobis, São João Paulo II.

O mundo por detrás das botas!

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Às vezes tudo parece normal
Às vezes tudo parece sem sentido,
Às vezes é dor de barriga,
Às vezes é amor.

Certo dia parecia Sol.
Certo dia achei que estava certo,
Certo dia o certo era errado,
Certo dia eu fiz errado.

Amanhã é um novo dia.
Amanhã tudo pode ser novo,
Amanhã haverá novas oportunidades,
Amanhã pode ser tarde demais.

Você acha que pode estar certo.
Você pensa que faz tudo certo,
Você percebe que naõ é bem assim,
Você enxerga você de outra forma.

Mas eu penso de um jeito.
Mas nem tudo é do jeito que queremos,
Mas às vezes o inevitável é prioridade,
Mas continua sem confiar em você, ainda.

Sei que pode haver sol ou chuva amanhã.
Sei que o mundo é traiçoeiro,
Sei que viver é um estado de espírito,
Sei que nada sei quando se trata de alguns sentimentos.

Eu penso, sinto, faço.
Eu tento, invento, reflito,
Eu fiz, faço e farei,
Eu consumo, renasço a vida.

A meia Verdade!

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O ser humano é engraçado. Um dia está feliz, outro dia está triste, um dia diz que sim, na mesma hora muita pra talvez, ops… isso é TPM, vamos voltar ao assunto.

A capacidade de escolha de cada terráqueo se dá baseado na lógica de um tal “livre arbítrio”, mas desde pequeninos somos forçados a aprender o que nossos ancestrais transmitiam, o que achavam que era correto.

MAS, o “correto” é só questão de alternativa. Por exemplo, na nossa cultura, comer carne bovina é algo fundamental para o crescimento e o metabolismo do corpo, já na Índia a vaca é sagrada, como o cachorro aqui, aqui não comemos cachorro, são bichinhos bonintinhos, lindos, fofinhos, blá blá blá que pode ficar dentro de casa, como as vacas ficam lá na índia. Se eu fosse uma vaca, eu queria morar lá, ou em um bordel que pagasse bem né, porque com esta infração aumentando, tudo está muito caro!
Enfim, o objetivo deste post de hoje(um dia belo como todos os outros dias), é de mostrar que a maioria das pessoas não são felizes… elas colocam uma máscara de personalidade momentânea e passam pra sociedade uma outra realidade.
Às vezes estão tristes, mas fingem que estão felizes para agradar outrem, isso é outro nome, se chama complacência… é uma arte de respeitar alguém sem machucá-la, mas não deixa de ser uma falsidade.  O mundo mudou muito, muitos conceitos estão diferentes, um sim é não pra alguns, talvez é não para outros, O preto é branco, tecnologias que não eram possíveis a 20 anos atrás hoje são comuns…. e o mundo continua mudando… transformando idéias, reciclando pensamentos, alterando pessoas, criando novas personalidades.

O que realmente quero dizer é que não somos sempre felizes, mas sempre que puder mascarar uma felicidade para mostrar ao mundo que você está bem, isso é errado! Seja você mesmo.. sempre… por mais que isso ponha amizades intermináveis em estado de latência. É melhor estar bem consigo mesmo na terra, do que no caixão.

Escolha sua máscara, guarde-a numa caixa, e sempre que puder, olhe-a para que você veja o quão forte é a ponto de nunca querer usá-la. A vida é algo antigo, mas viver é sempre novo!