The Bad Batch

O título desta notícia pode ser estranho, mas não tanto quanto o motivo de eu a tê-la escrito. Enquanto fuçava os confins da internet, me deparei com um cross-over fenomenal entre Jason Momoa (Aquaman, Khal Drogo) e Keanu Reeves (Neo, John Wick), onde a premissa gira em torno da sobrevivência – e do caso de amor – de uma garota ao redor de um grupo de canibais viciados em musculação enquanto que vagam pelos arredores desolados do Texas.

O motivo do encontro entre os atores não poderia ser nenhum outro além de suas ilustres presenças no longa intitulado The Bad Batch, dirigido por Ana Lily Amirpour, cujo trailer você confere longo abaixo:

Além da presença de Reeves e Momoa, Jim Carrey também se junta ao elenco interpretando um personagem conhecido como Eremita. A história de The Bad Batch coloca Momoa no papel de Miami Man, líder de um grupo de canibais que acaba se envolvendo em uma paixão surreal por uma de suas “presas” capturadas. Keeves interpretará um personagem cujo objetivo ainda é desconhecido, nomeado apenas como Sonho.

O longa chegará aos cinemas no dia 23 de Junho deste ano.

O universo Paralelo dos Games

O universo paralelo dos games no Brasil

A Red Bull lançou uma série de documentários que mostram como a pirataria e o jeitinho brasileiro explicam o mercado de games no Brasil. ( Luciano Andolini)

Toda aquela cadeia de fliperamas e locadoras, passar umas horas trancado, na persistência, tentando zerar Donkey Kong, Mario, Crash Bandicoot, Resident Evil ou Sonic. Muito da mitologia que permeava a cabeça das crianças nessa época vinha dos videogames.

Nos anos 80, o mundo já lidava com o primeiro crash dos games, com a falência da Atari, já rolava o ressurgimento de um novo monopólio da Nintendo e os primeiros esboços da rivalidade mais icônica, com a ascensão da SEGA como um abusado player 2 nesse cenário.

Era um terreno amplo e novo, uma indústria que gerava lucros de 8 bilhões em 1982, um pouco antes do primeiro crash. Não à toa, esse mercado era bastante visado.

Talvez, não pelas maiores companhias, que ainda não tinham vindo colonizar as terras brasileiras, mas sim pelos piratas e suas máquinas paralelas, que sabiam do vácuo aberto pela ausência desses fabricantes.

O Brasil era um desses mercados e foi criado quase todo por uma via paralela, à margem do que aconteceu no resto do mundo. Nossa história com os games tem características muito próprias, a começar pela participação intrínseca dos piratas e das dificuldades que esse mercado alternativo gerou para a consolidação dos fabricantes oficiais.

Stefano Arnhold, presidente do conselho da Tec Toy (representante da Sega por aqui) já chegou a afirmar que, no Brasil, não era a Nintendo com quem eles realmente concorriam, mas com a pirataria.

A Red Bull se debruçou sobre esse período e fez uma série com três mini-documentários que conta a história dessa fase do mercado e também mostra os tipos de consequências que surgiram a partir disso.

A série ainda conta com a participação dos músicos  Emicida, Fióti, Rashid, os jornalistas Flávia Gasi e Pablo Miyazawa, o presidente da Tectoy Stefano Arnold, o engenheiro da Gradiente Marcos Santos e os game designers Pedro Santo e Amora B, do estúdio MiniBoss, e Alexandre Pagano, da Tectoy.

Cada vídeo tem apenas alguns minutos e é só ligar colocar em tela cheia e surfar a onda de nostalgia que vai invadir seu coração.

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Retirado do Papo De Homem

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