E se eu te contasse…

Para outro ser que está em algum pontinho desse, também não existimos e eles são os mais “evoluídos”.

Primeiro venho lhe dizer que leia o texto com a mente aberta. O texto não é recomendado pra mentes medianas ou religiosas demais. O tema não é religião, é lógica, com uma pitada de matemática e surrealidades cotidianas.

Vamos por partes: O sol em comparação com outras estrelas, é pequeno, muito pequeno. A via láctea, que é uma galáxia espiral do qual nosso Sistema solar faz parte, é pequena. Agora imagine milhares de milhares de galáxias com bilhões de planetas no sistema Solar, e tudo isso é pequeno comparado ao “universo” que conhecemos.

E se eu te contasse que tudo que conhecemos sobre o “Universo” fosse comparado à um grão de areia na imensidão de todos os desertos deste mundo juntos mil vezes, ouso até dizer milhares de vezes. Veja bem, isso é uma comparação mínima do que realmente é a dimensão do verdadeiro universo, que com absoluta certeza jamais iremos conhecer. Digo isto com convicção, porque a lua que tá pertinho daqui, não conhecemos, e pior… nem o nosso planeta conhecemos direito(o máximo que o homem já chegou foi a 15 mil metros dentro do planeta).

Agora que você já começou a imaginar e ter uma noção mínima do que nós somos, vamos aos fatos:

  • Se existem milhares de galáxias, com bilhões de planetas, porque existiria somente um universo? Isso seria limitar demais ao conhecimento humano.
  • Não criamos nada, nunca foi criado nada, tudo que acontece são descobertas, transformações. Seria hipocrisia dizer que o ser humano inventou algo novo, mesmo porque o planeta terra, por ser um planeta jovem tem mais de 4 bilhões de anos, cara… é totalmente surreal achar que somos uma civilização evoluída, como seres inteligentes e únicos no universo(melhor termo é galáxia.)
  • Aí vem outro fator bastante interessante, o termo Deus que usamos está limitado. Fomos sim criados e gerados por uma força extraordinariamente divina e imensuravelmente poderosa, isso é um fato que todas as religiões, crenças, discussões, filosofias e história mundanas explicam e reexplicam de tempos em tempos, é uma verdade irrefutável e absoluta. Mas veja bem, vamos comparar pequeno: A Galáxia por exemplo, com seus bilhões de planetas, sistemas e etc, equiparada a uma grande corporação, existe vários setores com divisões e subdivisões responsáveis por cada setor, e as vezes a corporação é tão grande, que alguns setores não tem idéia que existem outros departamentos.
    Lembrando, eu não estou em momento nenhum retirando a “Divindade” e muito menos a soberania de Deus, só estou comparando-o a um chefe de departamento de uma grande corporação. Agora imagine o universo dividido em bilhões de departamentos, com bilhões de chefes por ai, coordenando tudo, com seus subalternos, com aqueles estagiários bisonhos(isso acontece em todas as empresas), tentando orquestrar esse serviço que supostamente jamais entenderemos.
  • Digo isto de não entendermos, faço exemplo este planeta: existem seres inferiores a nós, apesar de parecermos ser a raça mais evoluída daqui(eu não acho, porque o ser humano é estúpido o suficiente para se auto destruir e depois correr atrás do prejuízo que ele mesmo causou).
  • Imagine você tentando ensinar uma formiga a conversar, ou ensinar um cachorro a tocar guitarra, eles não entendem nada disso, porque vivem em “outro universo”, a formiga nasceu pra fazer aquilo, viver a vida dela, e morrer pela vida dela, como se fosse programada. Porque o ser humano seria diferente?
  • E apesar desta suposta análise e descrição do mínimo que somos, eu fico imaginando o porque o ser humano briga e faz guerra e as demais atrocidades sendo que existe uma concepção, uma força e claro, vários seres estonteantes superiores e divinos lá fora e que poderiam compartilhar, nem que fosse o mínimo possível com a gente.
  • A questão agora é: Fazer o que fomos programados a fazer(que a maioria esqueceu ou não acessou) tudo que pudermos ao nosso alcance para chegar o mais próximo possível de Deus, para que ele possa nos mostrar ainda mais toda a luz, verdade e o caminho que ainda temos que percorrer para começarmos a ascender em outros setores.
  • Está próximo uma pequena mudança na concepção humana, mínima pra não dizer ínfima, mas que fará uma enorme diferença.
  • Veja bem, somos formigas dentro de uma árvore(planeta) em um floresta(galáxia), de um estado(universo), que faz parte de um país(verdadeiro universo), que está em um continente (nem sei o nome acima disso), que supostamente está em um planeta( conjuntos de algo que não me concederam o nome). E depois disso tudo, ainda existem pessoas que acham que o mundo gira em torno delas.

Segue um video do que seria o “suposto” universo que conhecemos, que não deixa de ser apenas mais um dos milhares de milhares de universos que existem. Clique aqui.

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Bob Marley

persistenciaPare de reclamar da vida e faça algo para mudar, mova-se, saia do canto, ficar parado é para os fracos, os fortes vão à luta.

Soneto torto sobre flores e desespero

Jardim-com-Anturios

Nosso quarto sem você é um mar de solidão
Onde me afogo na cama vazia
As flores do jardim, uma a uma na escuridão
Também esperam o raiar do novo dia.

A aurora renova a esperança
Que o sol que nos move e ilumina
Porto feliz onde meu coração descansa
Presenteie-nos com sua silhueta divina.

O crepúsculo vespertino no horizonte que venero
Recolhe mais um dia de espera, de dor lenta que lacera
Ao meu suave modo me desespero.

As ondas da noite fria
Me carregam novamente para o mar de solidão
Onde me afogo na cama vazia na espera do novo dia.

(Poeta Torto)

A vida me ensinou

feliz

A vida me ensinou a entender tudo sem reclamar.
Mas fique mais, não vá embora agora que eu já quase era feliz.

(Cazuza)

“C’è una frase famosa: …”

cachoeira.jpg…que se dizia assim: “Antes só do que mal acompanhado”. Pois bem, defina para mim o que é ser “só”. Porque perante ao significado de tal palavra, há jargões e algumas sentenças descritivas explicitando o entender dos “ovos”.

Veja bem, só significa sozinho; que não está acompanhado; desprovido de companhia: antes só que mal acompanhada; caminhava só pelas ruas da cidade. Como também isolado; em constante solidão: sempre foi um poeta só. Como também deserto; sem habitantes; pouco ou não visitado ou frequentado: local só. Apenas; com exclusão dos demais: do trabalho só quer dinheiro.

Mas oras bolas, se caminhar pelas ruas da cidade, sendo um poeta só, parecendo um deserto, preocupado só com dinheiro(em questão do trabalho), pouco ou não visitado, então essa pessoa representa a sociedade de hoje em dia. Ou seja, estamos todos sós. Somos pessoas solitárias.

Muitos trabalham onde não querem, mas estão lá somente por dinheiro, outros não saem tanto, e nem recebem visita, outros andam sozinhos pela cidade, às vezes por falta de companhia outras por opção.

A sociedade deixou de ser uma oligarquia conjugal de divisão de valores e passou a ser uma anistia carregada de solidão.

Ao fritar dos ovos, percebemos que somos programados para fazer as funções básicas de sobrevivência do mundo, em um ciclo vicioso e totalmente exaustivo. Será quando o despertar do ser humano? Quando ele realmente perceber que nada disso lhe trará paz?
Que tudo isso culmina para um estado de felicidade longínquo e distante?

Abra os olhos! Abra-os AGORA! O momento é AGORA!

ACORDA!

Tic tac, tic tac, ACOOOOOORDA!

 

Foi

dd.jpg“Eu já vi o que aconteceu, mas não cabe a mim julgar a decisão dos outros. É extraordinário e ao mesmo tempo lamentável como será o amanhã. Mesmo direcionando e mostrando a realidade de cada escolha, o futuro já está definido.”

 

 

Gentileza: O segredo da Felicidade(I)

(Parte I)

Atitudes de carinho, respeito e atenção trazem mais benefícios do que você imagina. Doçura e gentileza, além de ajudar aos outros, nos deixa mais felizes e também nos ajuda a viver mais.

Muito do que torna a vida mais difícil – uma batidinha no carro, uma porta que alguém não segurou quando você passou – se deve à falta de consideração. Imagine só como seria o mundo se todos fossem um pouquinho mais gentis. Ao tentarmos entrar numa rua movimentada, por exemplo, alguém nos cede a passagem. No supermercado, você deixa alguém apressado entrar na sua frente na fila do caixa. No metrô lotado, você se levanta para dar lugar a quem parece cansado.

Uma nova teoria, chamada “sobrevivência do mais gentil”, diz que foi graças à gentileza que a espécie humana prosperou. O professor Sam Bowles, do Instituto Santa Fé, nos Estados Unidos, analisou sociedades antigas e verificou que a gentileza era componente fundamental da sobrevivência das comunidades. “Grupos com muitos altruístas tendem a sobreviver”, diz ele. “Os altruístas cooperam e contribuem para o bem-estar dos outros integrantes da comunidade.”

Isto quer dizer que temos em nós a capacidade de ajudar os outros, principalmente os que nos são próximos, a fim de garantir nossa sobrevivência.

Sobre gentileza: a doçura traz felicidade

A pesquisa demonstra que a gentileza também pode nos deixar mais felizes. A professora Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia, pediu aos participantes de um estudo que praticassem ações gentis durante dez semanas. Ela verificou que a felicidade aumentou no período do estudo, embora houvesse um senão: quem teve atitudes de gentileza variadas – segurar a porta aberta para um estranho passar, lavar a louça do colega de quarto – registrou nível bem mais alto de felicidade, mesmo um mês depois do fim do estudo, do que quem repetiu o mesmo ato várias vezes.

Não faz diferença em termos de felicidade se ajudamos um ente querido ou um estranho, mas o resultado pode ser diferente. “O ato pequeno e anônimo faz com que a gente se sinta uma pessoa muito boa”, diz a professora Lyubomirsky. “Mas um grande ato de gentileza feito a alguém que conhecemos pode ter consequências sociais: podemos fazer um novo amigo ou receber agradecimentos generosos.”

Assim, pagar um café para um estranho pode levantar o astral por al­gum tempo, mas auxiliar um vizinho idoso a fazer compras talvez ajude a melhorar de fato um relacionamento.

Para ter saúde: altruísmo

A gentileza nos faz bem de outras maneiras. O professor Stephen Post, autor de Why Good Things Happen to Good People (Por que coisas boas acontecem a pessoas boas), examinou os indícios de que ser gentil faz bem à saúde. Um estudo com 2.016 frequentadores de igrejas verificou que os que ajudavam os outros regularmente tinham mais saúde mental e menos depressão. Outros estudos constataram que as pessoas solidárias têm menos probabilidade de sofrer de doenças crônicas, e seu sistema imunológico tende a ser melhor. “Existe uma relação direta entre bem-estar, felicidade e saúde nas pessoas gentis”, diz Post.

A gentileza talvez ajude a regular as emoções, o que causa impacto positivo sobre a saúde. Se nosso instinto biológico automático do tipo “lutar ou correr” ficar ativo demais por causa do estresse, o sistema cardiovascular é afetado e a imunidade do corpo enfraquece. “É difícil ficar zangado, ressentido ou amedrontado quando se demonstra amor altruísta pelos outros”, afirma Post.

O mundo está preparado para pessoas gentis?

A gentileza pode ser uma virtude, mas isso não quer dizer que seja fácil. Diego Villaveces decidiu realizar atos aleatórios de gentileza para com estranhos, inspirado por alguém que “teve uma vida dificílima mas, apesar disso, conseguiu manter a generosidade para com os outros”.

Villaveces deu entradas de cinema, vales-refeição e livros a estranhos nas ruas, mas provocou algumas reações esquisitas.

“Algumas pessoas se mostraram muito perplexas”, diz ele. “Muita gente fica sem graça ao receber presentes de estranhos. Algumas chegaram a devolvê-lo, dizendo que não queriam minha generosidade. Tive de aprender a aceitar e respeitar isso.”

Villaveces, 38 anos, que trabalha com marketing e mora em Sydney, na Austrália, com a mulher e os filhos, a cada ato gentil aleatório dá também um cartão, que pede ao destinatário para fazer uma boa ação para outra pessoa.

“Decidi que queria fazer algo mais pela humanidade”, afirma. “A gentileza pode criar uma onda significativa de mudanças à nossa volta.”

Ele criou um site para acompanhar o progresso dos cartões, mas admite que, até agora, a resposta tem sido modesta.

“Pensei que seria mais fácil levar os outros a participar, mas isso também faz parte do desafio, e eu o aceito.”

É justo dizer que, como descobriu Villaveces, há um certo nível de cinismo diante da gentileza. O rótulo de “bom samaritano” nem sempre é um elogio. Todos gostamos da ideia de sermos gentis, mas ao mesmo tempo os gentis não acabam sendo sempre os últimos? Agir pela bondade do coração vai diretamente contra a teoria da evolução pela “sobrevivência do mais apto”, segundo a qual os seres humanos são levados a competir pela vida de modo bastante egoísta.

Em 1968, os pesquisadores Bibb Latané e John Darley descobriram um fenômeno conhecido como “efeito do espectador”: quando alguém precisa de ajuda num lugar público, a probabilidade de ser ajudado é menor quanto mais gente houver em volta. Os pesquisadores acreditam que o efeito surge porque todo mundo imita o comportamento da maioria e pressupõe que algum outro assumirá a responsabilidade. Nas cidades grandes, as pessoas também não se sentem seguras para interagir com estranhos.
(continua)