Gentileza: O segredo da Felicidade(I)

(Parte I)

Atitudes de carinho, respeito e atenção trazem mais benefícios do que você imagina. Doçura e gentileza, além de ajudar aos outros, nos deixa mais felizes e também nos ajuda a viver mais.

Muito do que torna a vida mais difícil – uma batidinha no carro, uma porta que alguém não segurou quando você passou – se deve à falta de consideração. Imagine só como seria o mundo se todos fossem um pouquinho mais gentis. Ao tentarmos entrar numa rua movimentada, por exemplo, alguém nos cede a passagem. No supermercado, você deixa alguém apressado entrar na sua frente na fila do caixa. No metrô lotado, você se levanta para dar lugar a quem parece cansado.

Uma nova teoria, chamada “sobrevivência do mais gentil”, diz que foi graças à gentileza que a espécie humana prosperou. O professor Sam Bowles, do Instituto Santa Fé, nos Estados Unidos, analisou sociedades antigas e verificou que a gentileza era componente fundamental da sobrevivência das comunidades. “Grupos com muitos altruístas tendem a sobreviver”, diz ele. “Os altruístas cooperam e contribuem para o bem-estar dos outros integrantes da comunidade.”

Isto quer dizer que temos em nós a capacidade de ajudar os outros, principalmente os que nos são próximos, a fim de garantir nossa sobrevivência.

Sobre gentileza: a doçura traz felicidade

A pesquisa demonstra que a gentileza também pode nos deixar mais felizes. A professora Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia, pediu aos participantes de um estudo que praticassem ações gentis durante dez semanas. Ela verificou que a felicidade aumentou no período do estudo, embora houvesse um senão: quem teve atitudes de gentileza variadas – segurar a porta aberta para um estranho passar, lavar a louça do colega de quarto – registrou nível bem mais alto de felicidade, mesmo um mês depois do fim do estudo, do que quem repetiu o mesmo ato várias vezes.

Não faz diferença em termos de felicidade se ajudamos um ente querido ou um estranho, mas o resultado pode ser diferente. “O ato pequeno e anônimo faz com que a gente se sinta uma pessoa muito boa”, diz a professora Lyubomirsky. “Mas um grande ato de gentileza feito a alguém que conhecemos pode ter consequências sociais: podemos fazer um novo amigo ou receber agradecimentos generosos.”

Assim, pagar um café para um estranho pode levantar o astral por al­gum tempo, mas auxiliar um vizinho idoso a fazer compras talvez ajude a melhorar de fato um relacionamento.

Para ter saúde: altruísmo

A gentileza nos faz bem de outras maneiras. O professor Stephen Post, autor de Why Good Things Happen to Good People (Por que coisas boas acontecem a pessoas boas), examinou os indícios de que ser gentil faz bem à saúde. Um estudo com 2.016 frequentadores de igrejas verificou que os que ajudavam os outros regularmente tinham mais saúde mental e menos depressão. Outros estudos constataram que as pessoas solidárias têm menos probabilidade de sofrer de doenças crônicas, e seu sistema imunológico tende a ser melhor. “Existe uma relação direta entre bem-estar, felicidade e saúde nas pessoas gentis”, diz Post.

A gentileza talvez ajude a regular as emoções, o que causa impacto positivo sobre a saúde. Se nosso instinto biológico automático do tipo “lutar ou correr” ficar ativo demais por causa do estresse, o sistema cardiovascular é afetado e a imunidade do corpo enfraquece. “É difícil ficar zangado, ressentido ou amedrontado quando se demonstra amor altruísta pelos outros”, afirma Post.

O mundo está preparado para pessoas gentis?

A gentileza pode ser uma virtude, mas isso não quer dizer que seja fácil. Diego Villaveces decidiu realizar atos aleatórios de gentileza para com estranhos, inspirado por alguém que “teve uma vida dificílima mas, apesar disso, conseguiu manter a generosidade para com os outros”.

Villaveces deu entradas de cinema, vales-refeição e livros a estranhos nas ruas, mas provocou algumas reações esquisitas.

“Algumas pessoas se mostraram muito perplexas”, diz ele. “Muita gente fica sem graça ao receber presentes de estranhos. Algumas chegaram a devolvê-lo, dizendo que não queriam minha generosidade. Tive de aprender a aceitar e respeitar isso.”

Villaveces, 38 anos, que trabalha com marketing e mora em Sydney, na Austrália, com a mulher e os filhos, a cada ato gentil aleatório dá também um cartão, que pede ao destinatário para fazer uma boa ação para outra pessoa.

“Decidi que queria fazer algo mais pela humanidade”, afirma. “A gentileza pode criar uma onda significativa de mudanças à nossa volta.”

Ele criou um site para acompanhar o progresso dos cartões, mas admite que, até agora, a resposta tem sido modesta.

“Pensei que seria mais fácil levar os outros a participar, mas isso também faz parte do desafio, e eu o aceito.”

É justo dizer que, como descobriu Villaveces, há um certo nível de cinismo diante da gentileza. O rótulo de “bom samaritano” nem sempre é um elogio. Todos gostamos da ideia de sermos gentis, mas ao mesmo tempo os gentis não acabam sendo sempre os últimos? Agir pela bondade do coração vai diretamente contra a teoria da evolução pela “sobrevivência do mais apto”, segundo a qual os seres humanos são levados a competir pela vida de modo bastante egoísta.

Em 1968, os pesquisadores Bibb Latané e John Darley descobriram um fenômeno conhecido como “efeito do espectador”: quando alguém precisa de ajuda num lugar público, a probabilidade de ser ajudado é menor quanto mais gente houver em volta. Os pesquisadores acreditam que o efeito surge porque todo mundo imita o comportamento da maioria e pressupõe que algum outro assumirá a responsabilidade. Nas cidades grandes, as pessoas também não se sentem seguras para interagir com estranhos.
(continua)

Gentileza: O segredo da Felicidade (II)

(Parte II)

Gentileza X Egoísmo

Mas nada do que foi dito aqui explica por que somos gentis quando queremos ser. Rebecca Egan, 34 anos, fez um dos maiores sacrifícios possíveis por alguém que amava: doou um rim ao pai, de 57 anos. “Foi uma das decisões mais fáceis que já tive de tomar”, revela. Foi um profundo ato de gentileza, mas que ela sente que só faria por um ente querido.

“Não sei por que, mas acho que não doaria um rim a qualquer pessoa; provavelmente só pensaria em fazer isso por um parente”, admite. “Ao mesmo tempo, doar o rim ao meu pai ajudou outras pessoas, porque papai saiu da lista de espera de doadores e alguém pôde ocupar o seu lugar.”

O pai de Rebecca talvez possa agradecer à genética pela gentileza da filha. Um estudo de 2005 da Universidade Hebraica, em Israel, descobriu um vínculo entre a bondade e o gene que libera a dopamina, neurotransmissor que proporciona bem-estar. A pesquisa de Alan Luks, publicada em 1991 no livro The Healing Power of Doing Good (O poder curativo de fazer o bem), verificou que as pessoas que tinham atitudes gentis descreviam ter uma sensação física. Muitos disseram sentir-se mais cheios de energia, mais calorosos, mais calmos e com mais amor-próprio, fenômeno que ele cha­ma de “a onda de ajudar”.

Alguns cientistas dizem que, como só somos altruístas pelo bem do grupo e para sentir a descarga de dopamina, isso significa que, na verdade, a gentileza é egoísta. “Talvez, em algum nível, a maioria dos casos de altruísmo seja em proveito próprio”, diz Bill Von Hipple, professor de Psicologia da Universidade de Queensland.

“Que importância tem se a gentileza é egoísta?”, pergunta a escritora Catherine Ryan Hyde. Seu livro Pay It Forward (Pague depois) conta a história de um garoto angustiado que decide começar a pagar todas as boas ações que recebe praticando três boas ações a outras pessoas. O livro se transformou em filme (no Brasil, o filme chama-se Corrente do Bem)e provocou um movimento de gente dedicada ao bem na vida real. A iniciativa ilustra como a gentileza pode ser verdadeiramente altruísta: estranhos ajudam estranhos sem expectativa de ganho pessoal.

Ryan Hyde diz que não importa o que motiva as pessoas a doar; o que importa é que decidiram doar. “Se tanto quem ajuda quanto quem é ajudado se sente bem, parece-me um exemplo em que todos saem ganhando. Não há jeito errado de fazer uma gentileza.”

A recompensa não pode ser dinheiro

A gentileza tem outra semelhança com a felicidade: não pode ser comprada.

Segundo o professor Sam Bowles, os economistas costumam cometer o erro de achar que todos são inerentemente egoístas e que só fazem algo bom em troca de recompensa financeira ou para evitar multas. Mas o relatório de Bowles publicado em 2008 na revista Science mostra o contrário.

A pesquisa acompanhou seis creches que começaram a cobrar multa dos pais que se atrasavam para buscar os filhos. Depois das multas, a incidência de atraso dos pais duplicou. Um estudo semelhante também verificou que a probabilidade de mulheres doarem sangue é menor se forem pagas. Bowles acredita que ficamos ressentidos com a ideia de que nossos princípios possam ser comprados: preferimos fazer boas ações de graça. “Ser gentil nos dá prazer”, diz.

Ser gentil ou individualista é opção de cada um.

Um dos sinônimos de bondade é humanidade. Em essência, a bondade e a gentileza são o reconhecimento do fato de que todos somos humanos, o reconhecimento de que estamos juntos.

“Muito do que faz a vida valer a pena depende de que pelo menos alguns de nós sejamos altruístas de vez em quan­do”, diz Bowles. “Não podemos enfrentar problemas como a mudança climática global, a disseminação de doenças e a violência mundial apelando apenas para o individualismo.”

A boa notícia é que é fácil aprender a ser gentil. “Basta praticar mais atos de gentileza do que estamos acostumados, e de forma regular; por exemplo: cinco atos de gentileza toda segunda-feira”, diz Sonja Lyubomirsky.

A gentileza, portanto, é apenas uma questão de opção: é uma atitude que adotamos e que pode fazer diferença, ainda que pequena, na vida dos outros.

Diego Villaveces acredita que a gentileza tem de começar por dentro.

“Às vezes afastamos os outros de nós para nos sentirmos mais seguros, mas isso também nos isola do restante do mundo”, diz ele. “Todas as grandes religiões têm o amor como princípio universal. A gentileza leva o amor a um nível mais terno e acessível, com o qual a maioria se sente à vontade. Fazer o bem aos outros é reconhecer que todos à nossa volta são iguais a nós.”

Como ser gentil e altruísta

(Dicas do Diego Villaveces)

• Compre um saquinho de amendoim ou alguns bombons no supermercado e os dê a um morador de rua.
• Visite um asilo de idosos e passe uma hora jogando cartas com alguém que não recebe muitas visitas.
• Carregue a mala pesada de alguém que parece estar se esforçando muito para arrastá-la.
• Compre raspadinhas e distribua-as de graça e inesperadamente.
• No metrô ou no ônibus, ofereça seu lugar a outra pessoa, mesmo que seja alguém mais jovem ou em melhores condições físicas que você.
• Prepare um jantar para um amigo que está passando por dificuldades.

Crianças e gentileza

As crianças pequenas demonstram tendência para a gentileza antes mesmo de desenvolver a linguagem, de acordo com um estudo de 2006 publicado na revista Science. As crianças de 2 anos pegam objetos que os adultos deixam cair no chão para devolvê-los, mas só se a criança achar que o objeto não foi jogado de propósito.

Você pode ensinar seus filhos a serem gentis começando com o básico da educação:
•Lembre-os de dizer “por favor” e “obrigado”, e dê o exemplo.
•Aumente o sentimento de empatia encorajando-os a entender como os outros se sentem.
•Recompense a gentileza. Quando vir seu filho ajudando alguém, elogie-o.

Claire Buckis

Osho

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Sempre que houver alternativas, tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte pelo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências.

 

Experteza não se compra.

texto2Existem dois tipos de pessoas quando você está dentro do poço:

  • Aquelas que jogam mais terra e terminam de te enterrar
  • Aquelas que dão a mão, pra você sair do buraco.

E em uma inconsistência quase linear dos fatos, você convive com todos estes tipos de pessoas diariamente. E o tempo, é algo extremamente importante para que você se torne experto. A experteza é algo acumulativo, às vezes o processo é doloroso, mas o resultado é sempre gratificante.

Veja bem, o mundo existe vários maus que acabam com a vida humana. Em vários setores, etnias, culturas, todas possuem um mal específico que influencia e altera a personalidade de pessoas fracas. É o tal do dinheiro.

Quando você é pobre, você vive um lado limitativo de escolhas que por conseguinte lhe permite ter uma visão mais simples da vida. Quando você é rico, essa visão é amplamente alterada, o que de fato, lhe deixa com certos pontos cegos sobre aspectos da vida. Veja bem, é como se fosse  um caminho de conhecimento. Uma escada em que você pode subir sozinho com suas 20 sacolas, ou você tem alguém para levá-las para você.

Nos dois exemplos, o conhecimento é alcançado, por um lado você se permite a ver e entender o que será melhor para a situação presente, você tem que pensar, você precisa criar um plano e/ou uma ação para executar isso. Você adquire experiência. No segundo momento, a ideia é a mesma, mas você não se preocupa com isso, você usa sua mente para outros fins, enquanto alguém está fazendo isso pra você, você pode estar pensando em algo para melhorar isso, ou intensificar isso, a grosso modo, você também ganhará experiência, conhecimento.

Porém, o dinheiro lhe priva de certos privilégios, a vida é algo único, amizades também, muitas pessoas perdem amigos, perdem a vida, perdem tudo por causa do dinheiro. O dinheiro lhe compra coisas materiais, mas não lhe dá confiança ou carinho.

Conheço várias pessoas que se perderam por causa do dinheiro, e outras que se acharam também. Conheço alguns que jogaram terra no buraco quando você mais precisava. A partir do momento que a pessoa adquire o dito cujo, ela se revela. É realmente lamentável ver que o mundo está cheio de pessoas fracas. A vida um dia cobra. E o preço é extremamente alto. Não há dinheiro algum que pague isso.

Portanto saiba tratar bem as pessoas independente da sua cultura ou raça ou qualquer outro argumento que for diferente da sua realidade. Porque o dinheiro acaba, mas a sua mente não.

 

Ilimitado

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Podemos ser quem quisermos ser. As nossas escolhas são livres. Somos um processo de evolução em constante desenvolvimento, por isso somos testados todos os dias. Sabemos também que não estamos sozinhos nesse Universo. Seria muita estupidez crer que somos únicos seres racionais na plenitude quase infinita deste universo.

Precisamos evoluir nossos pensamentos para sermos melhores a cada dia. O fruto de nossas decisões semeiam um futuro plausível de escolhas. Faça suas ações com o coração, e preencha seu coração com amor e gratidão.

Quem sabe assim você possa ser alguém melhor que ontem. Assim, passará positividade em suas ações, contagiando os outros com amor e felicidade. Pois o amor é algo majestoso, puro e infinito.

Se torne infinito, se torne puro. Somente assim encontrará a paz, a liberdade e as respostas para às aflições da vida.

Que todos possamos atingir à grandeza que é o amor e partilhar desta virtude com outrem, fazendo sempre o bem, não importando a circunstância.

 

Sol se pôs

luz

Hoje o sol se pôs, deixou a noite tomar conta do ambiente. Apenas uma luz, bem no fundo do túnel, longínqua e embaçada pairava sobre aquela estrada. Hoje o sol se pôs, mais uma vez, calado, tímido e ameaçador.

O vazio ocupou mais um lugar naquele pequeno ser, outra sala de sua mente foi liberada, há apenas o vácuo agora. O vazio, o silêncio, a nostalgia não existe mais.

E assim, vagando pelos tropeços que oscilam em uma direção, pode ser qualquer uma, alienado, ríspido e soberbo. Esse é ele, alimentando rancor e ódio, vivendo de passado, amargurando o futuro.

Este é ela, buscando encontrá-lo nesse devaneio, ascendendo todas as luzes em seu caminho, deixando um rastro de oportunidade e liberdade, só basta ele querer, ele poder sentir, enquanto ela continua buscando-o intermitentemente.

Isto é um conflito, quando você expande a mente e, começa a ver com outros olhos o que não era visto, ou sentir o que não era sentido, quando tenta se tornar água. Água é limpa, pura, transparente, mas para isto, ela precisou ser purificada, tratada. E o caminho é esse, atravessar a peneira e vê o que sobra do outro lado.

 

O que já fiz

dd.jpgJá acreditei em amores perfeitos,
Já descobri que eles não existem…
Já amei pessoas que me decepcionaram,
Já decepcionei pessoas que me amaram…
Já passei horas na frente do espelho
Tentando descobrir quem sou,
Já tive tanta certeza de mim,
Ao ponto de querer sumir…
Já menti e me arrependi depois,
Já falei a verdade
E também me arrependi…
Já sorri chorando lágrimas de tristeza,
Já chorei de tanto rir…
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena,
Já deixei de acreditar nas que realmente valiam…
Já tive crises de riso quando não podia…
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns,
Outras vezes falei o que não pensava para magoar outros…
Já senti muita falta de alguém,
Já gritei quando deveria calar,
Já calei quando deveria gritar…
Já penas para ver um amigo mais feliz…
Já inventei histórias de final feliz
Para dar esperança a quem precisava…
Já sonhei demais,
Ao ponto de confundir com a realidade…
Já tive medo do escuro,
Hoje no escuro “consigo ver a luz dentro de mim”…
Já caí inúmeras vezes
Achando que não iria me reerguer,
Já me reergui inúmeras vezes
Achando que não cairia mais…
Já corri atrás de um carro,
Por ele levar alguém que eu amava embora.
Já chamei pelo pai no meio da noite
Fugindo de um pesadelo,
Mas ela não apareceu
E foi um pesadelo maior ainda…
Já chamei pessoas próximas de “amigo”
E descobri que não eram;
Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada
E sempre foram e serão especiais para mim…
Não me dêem formulas certas,
Porque eu não espero acertar sempre…
Não espere de mim nada pois sou livre para ser eu mesma.
Porque vou seguir meu coração!…
Não sei amar pela metade,amo a todos igualmente e intensamente.
Não sei viver de mentiras,não espere que eu minta,não aceito mentiras.
Sou sempre eu mesmo.