Ser feliz ou ter razão

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Oito da noite numa avenida movimentada.
O casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos.
O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.
Ele dirige o carro.
Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda.
Ele tem certeza de que é a direita.
Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira a direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.
Mas ele ainda quer saber: “Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais”.
E ela diz: “Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite”.
Quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não.

 

O falso conforto da mediocridade

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Absolutamente tudo na vida é uma questão de escolha. Até mesmo quando abrimos mão de escolher estamos escolhendo. Cada uma de nossas atitudes, ou a falta delas, revela o calibre de nossa natureza. Todas as nossas manifestações de apreço ou desdém expõem nossa maneira de funcionar em relação à nossa missão no mundo. E, o nosso caráter, mais cedo ou mais tarde se revelará, seja por nossa elevação, falta de escrúpulos ou mediocridade.

A despeito de nossa aparência exterior, que pode ou não concordar com a nossa essência, expelimos por cada um de nossos poros o veneno ou o antídoto que brota do núcleo de nossa personalidade original. Somos o que somos; não importa o que façamos para disfarçar. É no descuido que somos honestos. É na falta de ensaio que acabamos apresentando o nosso real e legítimo espetáculo. E, com o passar do tempo, conforme vamos nos apropriando das situações, pessoas e cenários, vamos nos esquecendo de vestir os figurinos, vamos ficando relaxados, acomodados na falsa impressão de que já temos um lugar garantido nesse mundo.

Vagando eternamente num mar de calmaria e águas mornas, podemos nos acostumar facilmente ao confortável abraço da mediocridade. Existe uma aparente segurança nesse lugar, a salvo das agruras que circulam os extremos. Pode nos parecer normal tornarmo-nos imperceptíveis, transparentes, invisíveis. É uma espécie de paz que se encontra nesse ponto da curva, sem o ardor da ambição e sem o peso de sustentar a atitude ética, sempre tão exigente em nossas mínimas decisões.

A mediocridade é um tipo de droga socialmente aceita. Entorpece, amolece, destempera. Sem que nos demos conta, surpreendemos nossa imagem numa superfície polida qualquer a nos sorrir de volta. Um sorriso estampado, esculpido, congelado. É até melhor que nem pensemos muito a respeito, pois se por uma ousadia qualquer decidimos querer lembrar o porquê sorrimos, corremos o risco de não achar motivo ou explicação. Corremos o risco de não saber sorrir diferente daquela representação de nós mesmos no espelho. O sorriso pronto e fácil é conquista de uma vida medíocre. Os medíocres não têm pelo que chorar; não há perdas. Nunca haverá o que perder para uma vida pautada no empate.

Nos inúmeros caminhos da vida cruzamos com faces impecavelmente lisas e ausentes de marcas. São as faces sem rosto de pessoas pasteurizadas. São as pessoas pasteurizadas que já vêm com rótulo de ingredientes e sugestões de uso. Pessoas “bem-sucedidas”, cujo sucesso se relaciona ao próximo carro que precisa ser mais caro do que o atual; cuja alegria se mede pelas coisas que hoje podem ser compradas com o resultado do seu sucesso. E corremos o enorme risco de acreditar que é isso o certo, que ser feliz é isso. Corremos o perigo de vender o brilho nos olhos pra comprar a reluzente ostentação de uma vida cheia de “conquistas”. Corremos o perigo de vender a emoção que tira o fôlego pra comprar uma janela de frente pro mar. Tomara que a gente nunca se esqueça de que ter a janela, não nos dá a posse do mar. E de que para ver o mar não precisamos possuir nenhuma janela.

A nossa trajetória nessa vida tão errante e incerta precisa estar fincada em valores que não sejam perecíveis, precisa ser construída sobre algo que nos mova e que faça de nós pessoas reais, necessárias. A nossa trajetória precisa ser fiel a alguma coisa que exista lá fora, mas que tenha nascido dentro de cada um de nós. O que nos orienta precisa ter a ambição de gerar felicidade além da nossa. O que nos move precisa nascer de uma missão assumida para o bem de todos os que nos cercam, sejam de perto ou de longe, nesse imenso mundo.

Sejamos, então, caprichosos em nossos mínimos gestos, atitudes e ideais. Façamos de nosso ofício a nossa fonte de alegria. Escolhamos para viver uma vida plena. Sejamos corajosos para escapar das armadilhas douradas que podem nos transformar em pessoas ansiosas pelo fim; o fim do dia, o fim do mês, o fim do ano. Acreditemos na nossa capacidade de construir coisas valiosas pelo bem que elas encerram e não pelos bens que elas possam nos proporcionar. Façamos cada uma de nossas escolhas de acordo com a crença de uma existência que vale cada instante de vida. Porque viver sem riscos, sem comprometimento e sem entrega pode até ser menos arriscado, mas é também a maneira mais eficiente de tornar pequena uma vida que já é curta demais para o tanto que esse mundo precisa de nós.

Retirado do Obvious

Plantando Ideias

ideiasBom dia Brasil, país do meu mundo
O que não está no top, tá no fundo
Cheio de orgulho, luxúria e repúdio
Vindo de outras épocas, tipo dilúvio

Venho registrando várias palavras
Sentimentos, ações e escolhas
Indo ao destino da cidade de lavras
Peixe fora d’agua solta muitas bolhas

Penso positivo quando estou feliz
vacilou playboy, toma soco no nariz
Achou que era pouco e se tornou infeliz
Tudo que sobe desce, igual um chafariz

E o que será de nós
ienas velhas de trenós?
Matando a ansiedade com Altrox
ou um esquilo viciado em noz?

Achei que era tarde, mas me enganei
A terra está sobre mim, mas levantarei
Porque sou forte, soberano, Sou Rei.
E ainda nesta terra, eu reinarei.

Marquem as palavras de um simples camponês.
Tudo que se faz na vida, se paga de uma vez
Sendo bom ou ruim, a colheita é em três:
Planta, cultiva e colhe. Aí chega sua vez!

 

Dom Quixote

dom

Muito prazer, meu nome é otário
Vindo de outros tempos, mas sempre no horário
Peixe fora d’água, borboletas no aquário
Muito prazer, meu nome é otário
Na ponta dos cascos e fora do páreo
Puro sangue, puxando carroça

Um prazer cada vez mais raro
Aerodinâmica num tanque de guerra
Vaidades que a terra um dia há de comer
Ás de Espadas fora do baralho
Grandes negócios, pequeno empresário
Muito prazer, me chamam de otário

Por amor às causas perdidas
Tudo bem, até pode ser
Que os dragões sejam moinhos de vento
Tudo bem, seja o que for
Seja por amor às causas perdidas

Por amor às causas perdidas
Tudo bem, até pode ser
Que os dragões sejam moinhos de vento
Muito prazer, ao seu dispor
Se for por amor às causas perdidas
Por amor às causas perdidas

merkabafol-gifA beleza da vida está nas suas escolhas, no amor e na paz. Bravo aquele que encontra a paz, com muito amor, através de suas escolhas.

Manuscrito Oculto

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Manuscrito ocultado por 2 mil anos pelo Vaticano revela: ”Os seres humanos tem poderes sobrenaturais”

A Matriz Divina é a rede de energia que conecta o nosso universo, constituída por uma rede de filamentos muito semelhantes àqueles presentes no nosso cérebro. Em 1944, Max Planck, o pai da teoria quântica, chocou o mundo quando disse que existe um lugar que é pura energia, onde todas as coisas têm início e que simplesmente “É”. Segundo o pesquisador Uma fábrica em Lisburn, na Irlanda, foi fechada na semana passada, quando as encontrados em latas de Coca­-cola,Gregg Braden, que há mais de 20 anos se dedica a estes estudos, recentes descobertas destacam a evidência de que existe realmente essa matriz de Planck e é a Matriz Divina. Planck afirmava que esta “Matrix” é a origem das estrelas, das rochas, do DNA, da vida e de tudo o que existe. Microscopicamente, não há nada natural, tudo é vibração, tudo é feito de energia condensada. Vivemos em um universo de vibrações e nossos corpos são constituídos de vibrações de energia que nós emanamos constantemente. A ciência já provou, através da física quântica, que estamos todos conectados através de nossa vibração. Experimentações científicas demonstraram que nosso DNA muda com as frequências produzidas pelos nossos sentimentos e emoções, ou seja, vibrações. Isto ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Esta poderosa energia, parece ser uma Rede Estreitamente Tecida que conecta TODA a matéria e, ao mesmo tempo, podemos influenciar essencialmente esta rede de criação por meio de nossas VIBRAÇÕES. Os experimentos comprovaram, também, que as frequências energéticas mais altas, que são as do Amor, impactam no ambiente, de uma forma material, produzindo transformações não só em nosso DNA, mas no ambiente que nos cerca. Isto tem um profundo significa: possuímos muito mais poder do que imaginamos.

Todos nós já ouvimos falar desse “poder” que possuímos, principalmente através da Bíblia, mas essa afirmação quase nunca passou de citações que entusiasmavam, mas não convenciam. Que poder é esse e por que só agora chegou ao nosso conhecimento? Tudo começou com a descoberta de um antigo manuscrito, o Grande Código Isaías, e outros textos essênios, nas Cavernas de Qnram, no Mar Morto, em 1946. Atribuído ao profeta Isaías, parece ter sido escrito há mais de 2000 anos, e descreve tudo aquilo que a ciência quântica começou a compreender só poucos anos atrás, ou seja, a existência de muitos futuros possíveis para cada momento de nossas vidas e que, na maioria das vezes, escolhemos inconscientemente.Cada um desses futuros encontra­-se em estado de repouso, esperando ser despertado com as nossas decisões feitas no presente. O Código Isaías descreve com precisão essas possibilidades, numa linguagem que só agora começamos a entender. Isaías descreve a ciência que nos ensina como escolher o tipo de futuro que queremos experimentar. A partir da declaração do manuscrito, com exemplos simples e claros, Greg Braden nos refere que existe uma tecnologia muito usada nos tempos antigos, que foi dispersa no quarto século, como resultado do desaparecimento e destruição de livros raros ou relegados às escolas de mistérios, mas que agora, após a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, estão reaparecendo.

É uma tecnologia muito simples, conhecida universalmente com o nome de “Oração”. Aplicando corretamente, é possível obter coisas extraordinárias, além da imaginação humana. Mas claro! Quem não sabe disso? A maioria, podes crer! Senão, os milagres passariam a ser simples fatos cotidianos e não somente uma exceção. Com esta tecnologia, nós podemos realmente mudar o mundo. Um modelo “perdido” de oração, que é quântico!

Os manuscritos achados no Mar Morto, é de uma importância considerável para a humanidade dormente, que até os dias de hoje, muitos ainda vivem à mercê de forças espirituais aleatórias, entregando o poder de seu destino nas mãos de qualquer outro ser, menos a si mesma. Nos mostram que nas mãos da humanidade se encerra um enorme poder, à espera de ser utilizado, mas que ainda não conhecemos. Explica como podemos escolher qual futuro desejamos experimentar, em sã consciência, revelando as chaves sobre o nosso papel como criadores de nossa realidade Entre estas chaves encontram­-se as instruções de um modelo “perdido” de oração, que a ciência quântica moderna sugere como o poder de curar nossos corpos, trazer paz duradoura no mundo e, até mesmo, prevenir as grandes tragédias climáticas que a humanidade poderia enfrentar. Em que consiste essa tecnologia da oração e em que bases se apoia para que seja eficiente? Gregg Braden diz que estamos sendo levados a aceitar a possibilidade de que existe um NOVO campo de energia acessível e que o nosso DNA se comunica com os fótons por meio deste campo. A chave para obter um resultado, entre os muitos possíveis já existentes. Em uma reviravolta surpreendente para a história do surto do Ebola o Governo da Libéria acusou os Estados Unidos de propositadamente espalhando habilidade para sentir que nossa escolha já foi criada e está já acontecendo.Vendo a oração deste modo, como «sentimento», nos leva a encontrar a qualidade do pensamento e da emoção que produz tal sentimento: viver como se o fruto de nossa prece já estivesse a caminho.A partir desta perspectiva, nossa oração, baseada nos sentimentos, deixa de ser “algo por obter” e se converte em “acessar” o resultado desejado, que já está criado. Com as palavras de seu tempo, os Essênios – os primeiros suspeitados de serem os responsáveis da conservação do conhecimento originário – nos lembram que toda oração já foi atendida. Qualquer resultado que possamos imaginar e cada possibilidade que sejamos capazes de conceber, é um aspecto da criação que já foi criado e existe no presente em um estado “adormecido” de possibilidades.

Dessa forma, o futuro não é deterministicamente estabelecido, mas pode ser, também, alterado. Os essênios tinham uma visão holística da vida e, justamente por isso, consideravam os desequilíbrios da terra como um espelho dos desequilíbrios do corpo físico do homem. Mesmo as catástrofes naturais, as mudanças climáticas, são espelhos de grandes mudanças que estão ocorrendo na consciência humana. Hugh Everett III, um físico da Universidade de Princeton, estudou a possibilidade de universos paralelos, chamando de “ponto de escolha”, o momento em que se pode sobrepor um efeito sobre outro no decorrer de um evento. O ponto de escolha é a possibilidade da abertura de um vácuo, de uma ponte que permite mudar o caminho, passando para um outro resultado que se encontra em outro caminho paralelo: em síntese, é algo que nos permite dar um salto quântico de uma sequência de efeitos já experimentada a uma nova sequência com um êxito diferente. É como se a mesma história fosse escrita, prevendo finais diferentes: em um certo ponto, nos encontramos em uma bifurcação que nos permite obter um resultado ao invés de um outro. Por exemplo, se eu passo por um corredor, posso escolher de entrar nas salas que estão à direita ou à esquerda, mas só no final do corredor, posso sair e mudar de rumo, encontrar uma encruzilhada. A nova física, admite que a experiência, ou mesmo a mera observação do cientista modifica a realidade; isso nos leva a crer que, se hoje, em nosso presente, formos capazes de introduzir uma pequena alteração, podemos então, escapar do efeito das profecias negativas, como já aconteceu, como resultado de uma concentração da energia do pensamento coletivo. Usando o pensamento, Médico phd faz denuncia alarmante: ”Microcefalia não é causada pelo Zika vírus e sim por vacinas vencidas” Autor do estudo: Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho, PhD. Realizou estudo e assinou denúncia junto ao Ministério Público. O Vitiligo ou Leucoderma é uma doença que causa a perda da cor da pele progressivamente e afeta 1% da população mundial, independente…

 

Fonte(desconhecida)

Primeiro comece a se divertir sozinho

frases-de-osho.jpgPOR OSHO

Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.

Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.

Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem – Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.

Se alguém vier, bom, belo.
Se ninguém vier, também é bom e belo

Em seguida, você pode passar para um relacionamento.

Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um mendigo.

E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.

Quando dois mestres se encontram – mestres do seu ser, de sua solidão – felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.

Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro, eles compartilham.

Eles não utilizam o outro.

Em vez disso, pelo contrário, ambos tornam-se UM e desfrutam da existência que os rodeia.

Osho