Cultivando a vida

 

vida.jpeg

Certa vez Cury disse: “As grandes idéias surgem da observação dos pequenos detalhes.” Pensando por esse raciocínio, temos que certas escolhas são decorrência da ausência de observação. Quando nos culpamos por algo que deu errado, foi porque escolhemos errado desde o princípio ou pior, deixamos de escolher alguma coisa.

A relevância aos fatos que definem nossos caminhos são tão eloquentes quanto uma pintura de Van Gogh. Precisamos viver de forma vibrante, com cores dramáticas, pincelando a vida impulsivamente.

O seu caráter é construído baseado nas escolhas que faz durante os primeiros anos de vida, até alcançar a maioridade. Creio que até a maioridade você já tenha uma capacidade bastante justa e lógica de interpretação, o que faz jus a suas ações. E isso determina seu caráter.

E o caráter determina metas, almeja um sentido maior na vida, deixa a vida objetiva. Faça da sua vida um objetivo de vida. Viva como se este objetivo fosse sua razão de existir, agarre-se na felicidade, na persistência e na fé e, assim, você fará tudo que tenhas vontade.

Anúncios

Não fale

sabe

Escute com humildade e escreva com sabedoria!

(Poeta Torto)

Ajuda é bom e não é errado.

deterHá algumas pessoas que só reclamam. Vivem no isolamento e se lamentando, sentindo dó de si mesmos, como se fosse um ser rejeitado. Na verdade, o problema está nela, essas pessoas precisam de libertação (ou tratamento psiquiátrico) deste espirito (ou doença) de autocomiseração.

Apostolo Alberto Silva

Filtre as Amizades

normal.jpgCreio que o pior erro do ser humano seja parar a vida pra ficar reclamando dela. Primeiro viva, aventure-se, se entregue para ela. Apaixone-se, quebre a cara, prometa para si mesmo que nunca mais vai querer sabe de amor e depois… Bom, ame outra vez. Saia com seus amigos. Caia, ria de piadas extremamente sem graça alguma. Mas atenção! Aproveitar a vida, não é estragá-la. Por isso, filtre as suas amizades. Assim, evite decepções. Aliás, evite tudo o que te faz mal. Jogue fora tudo o que atrasa a sua vida. Tenha um dia de uma pessoa normal.

Tome sorvete, coma chocolate, vá ao fast food. Engorde. Depois, emagreça, vá a academia, faça esportes e lute contra a balança. Viva enquanto há tempo, pois você não terá todo o tempo do mundo, pois esse mundo já faz muito tempo. Então, por fim, entenda: Separe todas as boas lembranças que carrega em sua memória, e viva apenas com elas. As ruins? Jogue-as ao vento.

Deixe que a brisa se encarregue de levá-las. E se você cair? Levante e tente de novo. Aliás, quando um pássaro está aprendendo a voar, ele não desiste na primeira queda.
(Jean Rosana)

Escolha sabiamente.

ter.jpgA tormenta sem fim, varre, destrói e modela as escolhas que você faz no caminho da vida.

 

Leia

eee Jesus disse que havia muitas moradas na casa de seu Pai. Povos muitos atrasados da época, acreditavam se tratar de uma afirmação meramente relacionada a um bom espaço geográfico destinado a acomodar todas as pessoas de bem. Com o passar dos séculos, com o avanço do conhecimento humano, pesquisadores, historiadores e cientistas descobriram que havia muito mais por trás das palavras de Jesus. Em diálogo com Nicodemos, Jesus afirma que para o Reino do seu Pai ser conhecido seria preciso renascer muitas vezes. Jesus deixou claro, também, que muitos ensinamentos não foram totalmente passados para não haver perturbação devido à falta de conhecimento necessário para o correto entendimento de suas palavras. Naquele tempo, muito do que se ouvia era interpretado de forma meramente literal. Allan Kardec disse que todos os mundos eram habitados, todos, pois que Deus não criava nada em vão ou para uma destinação ociosa. Tudo no Universo teria uma útil função; obviamente esse “todos” não se refere a vidas exatamente como as que conhecemos na Terra.

Camille Flammarion, amigo de Kardec e astrônomo de ofício, certa vez narrou que havia avistado naves pousando e movimentando-se na superfície da Lua. Portanto, já faz algum tempo que existem provas e relatos de vidas extraterrestres. Hoje é de conhecimento público que a NASA possui fotos de bases na Lua e em Marte que não foram confeccionadas pela tecnologia humana. Além de bases, há relatos, fotos e descrições de extraterrestres de diversas formas e densidades físicas: menores que nós, maiores, alguns bem maiores com quase 3 metros de altura, outros de um olho só, alguns que podem respirar nosso ar e outros que necessitam de proteção para não respirarem aqui em nosso planeta. As alturas variam de 80 centímetros a 3 metros e meio. Para não arriscarem-se em ambientes hostis de seres tão atrasados e maldosos como o nosso, na maioria das vezes os extraterrestres enviam animais treinados para realizarem trabalhos de coletas animais e de amostras vegetais ou de solo. Muitos supostos extraterrestres que já foram avistados, filmados, ou fotografados, na verdade eram animais treinados dos próprios et’s tais como: seres aquáticos, et de varginha, pé grande, animais alados, morcegóides, corujóides, quase lobos ou quase cangurus, chupa cabra, sasquatch, homem das neves, seres com aparências exóticas, etc. No Uzbequistão foi encontrada uma pintura, no interior de uma caverna, datada de 12.000 anos a.C., que retratava seres com capacete e uma nave de forma discoide ao fundo.

Dentro das categorias de extraterrestres também há uma espécie de graduação intelectual e moral conforme o grau de adiantamento de cada espécie. Há também seres do tipo ômega, seres de luz, invisíveis, com equipamentos e naves invisíveis, muito adiantados, extremamente raros e que quase não frequentam o nosso planeta devido a diferença elevadíssima cultural entre as duas espécies. Um ser deste tipo já foi detectado em uma base da força aérea espanhola. Há muitos casos de extraterrestres que já dominam a tecnologia multidimensional e que auxiliam em centros espíritas nos trabalhos de luzes curativas, passes energéticos, desobsessão, ou em resgates espirituais de regiões inferiores. Muitos destes et’s, já bastante evoluídos e desprovidos de qualquer vaidade, por motivos de preconceito alheio, preferem ficar no anonimato e passarem por espíritos amigos de equipes socorristas do próprio plano extrafísico da Terra.

O perispírito dos seres varia conforme o planeta e o adiantamento moral de cada um. O cientista não espírita, pesquisador e biólogo inglês Rupert Sheldrake, em seus recentes trabalhos científicos, afirmou que o corpo envoltório morfogenético  é modelado pelo nosso campo energético. Dr. Rupert também afirma que toda experiência da natureza que deu certo será repetida em qualquer lugar. Por esse motivo que observamos que a forma biológica que deu certo, um ser formado de cabeça, tronco e membros, se repete em várias estruturas humanoides do Universo. Em 1972, Chico Xavier revelou que, se a raça humana não se comprometesse numa lastimável guerra nuclear, na etapa seguinte, na história da humanidade, haveria um contato oficial com uma civilização extraterrestre. Há inúmeros relatos, todos autênticos, de pilotos militares, de diversas nacionalidades, que depararam-se com casos bizarros envolvendo objetos voadores não identificados: quando um caça recebe autorização para romper a barreira do som há um estrondo terrível e se tal manobra não for realizada em altura segura, inúmeras janelas e construções serão destruídas com esse procedimento, mas, alguns pilotos ficaram muito espantados ao serem deixados para trás, por naves que romperam em 3, 5, 10 vezes a barreira do som, sem causar um ruído sequer. Há casos, também, de naves que desmaterializaram-se, sumindo da visão e do radar, para reaparecerem, segundos depois, no campo visual e no radar, logo atrás do caça que a perseguia. Há filmagens oriundas de estações espaciais onde esses objetos entraram na atmosfera Terrestre a 30.000 km/h e afastaram-se a 100.000 km/h.

Uma grande dúvida sempre fica no ar quando se fala em vida em outros planetas: Qual será o real motivo que esses seres possuem para evitar o contato oficial com o povo da Terra? E, por qual razão algumas pessoas são abduzidas contra a vontade se a nossa lógica parece que fica um pouco ferida por não conceber temas antagônicos como maus-tratos e civilização mais evoluída? Existem várias teorias para explicar esses fenômenos: Espíritos de outros planetas que reencarnaram na Terra e foram rastreados e reconhecidos por seus ex companheiros de civilização. Et’s que acompanham nossas transmissões e julgam o ser humano dotado de semiconsciência por ser ainda muito atrasado, egoísta, materialista, vaidoso, vulgar, preconceituoso, capaz de enganar ou matar o semelhante por motivos fúteis como riqueza, religião, etnia, sexualidade, ganância e que destrói o próprio ambiente no qual vive. Dentro das próprias raças de extraterrestres há vários níveis de evolução como há essas diferenças entre países aqui na Terra, o que explicaria diferentes modos de abordagem. Algumas pessoas, como quase todo o ser humano da Terra, com suas energias baixas e pouco evoluídas, abrem um campo magnético que atrai determinados tipos de condutas (experimentos) do mesmo modo que permite que espíritos obsessores se aproximem e interfiram em suas vidas por falta de pensamentos e atitudes mais nobres e proveitosas no seu modo de viver.

A responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam

“Por que cegamos, não sei, talvez um dia se chegue a conhecer a razão, Queres que te diga o que penso, diz, Penso que não cegamos, penso que estamos cegos, cegos que vêem, cegos que vendo, não vêem” (José Saramago).

ensaio sobre a cegueira

Em 1995, a literatura ganhava um dos maiores presentes para o intelecto humano: o livro “Ensaio sobre a Cegueira” de José Saramago.

Longe, muito longe mesmo, de se tratar da cegueira física, Saramago usava suas personagens para relatar um assunto polêmico e, infelizmente, atual: a cegueira moral.Denominada de “cegueira branca’ pelo próprio autor, “Ensaio sobre a Cegueira” discorre sobre assuntos polêmicos e delicados, já que trata da “patologia”, como uma das piores doenças humanas.Saramago utiliza-se do termo “cegueira branca” para representar o egoísmo, a imparcialidade, o medo, a covardia, a raiva e outros sentimentos que cegam o ser humano e o levam à perdição. O livro é tão forte e tão direcionado aos aspectos morais da sociedade que as personagens não possuem nomes, características físicas nem comportamentais.

Logo com a primeira personagem do livro, que ficou cega após um acidente de automóvel, Saramago dá um tapa na cara dos leitores apáticos: “de repente a realidade tornou-se indiferenciada à sua volta”. No decorrer do livro, a situação piora. Com pitadas de sarcasmo e explícita indignação diante do comportamento passivo do ser humano, o autor lança fortes comentários que levam o leitor a refletir sobre as próprias ações: “O medo cega (…) são palavras certas, já éramos cegos no momento em que cegamos, o medo nos cegou, o medo nos fará continuar cegos”(…) “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”.

Saramago joga com a diferença entre as palavras “ver” e “olhar” e isso é proposital. O “olhar” é visto como o ato de enxergar o que está explícito (A luta pela comida, a violência imposta pelo mais forte, a ausência de pudor justificada pela nulidade do sentido visual, a tirania do governo) e o ato de “ver” e “reparar” refere-se a se posicionar diante dos fatos e fazer algo para mudar o quadro triste e degradante da sociedade. “Se não formos capazes de viver como pessoas, ao menos façamos tudo para não viver inteiramente como animais.”

Saramago entende a cegueira como alienação do homem em relação a ele mesmo. No livro, quando a cegueira branca se torna uma epidemia, os problemas da sociedade ficam expostos e aumentam notavelmente, já que ninguém “enxerga” para mudar. Acontece assim: as regras da civilização são quebradas e o instinto de sobrevivência toma conta do homem, constatando o velho ditado, “quem pode mais chora menos”.

Agora, sejamos sinceros: em relação a cegueira moral da sociedade atual, o que mudou de 1995 para cá? Aceita-se, passivamente, a violência psicológica e abusiva, dentro de relacionamentos amorosos, profissionais e familiares, só para “não criarem atritos”. Aceita-se a violência social, desde que ela não nos atinja. Finge-se não ver os abusos que as crianças sofrem, para que “famílias” não sejam destruídas”. Será que, nós também, não fomos infectados pela cegueira moral e fingimos não perceber?

O livro leva o leitor a uma autocrítica e a uma reflexão sobre até que ponto estamos cegos ou somos maldosos. “-É desta massa que nós somos feitos, metade de indiferença e metade de ruindade.” Até que ponto aguentaremos a violência, os roubos, a tirania como situações normais? Até quando seremos passivos diante da fome alheia? Até quando nossos braços ficarão cruzados sabendo que nossas crianças estão sendo abusadas e maltratadas? Até quando aguentaremos relacionamentos abusivos dentro da própria casa? “Quantos cegos serão precisos para fazer uma cegueira”.

“Por que cegamos, não sei, talvez um dia se chegue a conhecer a razão, Queres que te diga o que penso, diz, Penso que não cegamos, penso que estamos cegos, cegos que vêem, cegos que vendo, não vêem” (José Saramago).

Imagem de capa: cena do filme “Ensaio sobre a Cegueira”

Retirado do Obvious