Viajar 


A mesma maneira que o vento te leva, é o mesmo que lhe trás. 

Pensamentos são como ondas que transbordam sobre um mar de mente…

Vou-me, e volto. Com fé e paz. 

Amém.

Pesquisadores usaram raio-X para estudar minúsculas esculturas

Pesquisadores da Galeria de Artes de Toronto (Canadá) precisaram usar imagens em raio-x para estudar melhor a composição de esculturas em miniatura do século XVI. Apenas 135 dessas caixinhas de mad…

Fonte: Pesquisadores usaram raio-X para estudar minúsculas esculturas

Sol se pôs

luz

Hoje o sol se pôs, deixou a noite tomar conta do ambiente. Apenas uma luz, bem no fundo do túnel, longínqua e embaçada pairava sobre aquela estrada. Hoje o sol se pôs, mais uma vez, calado, tímido e ameaçador.

O vazio ocupou mais um lugar naquele pequeno ser, outra sala de sua mente foi liberada, há apenas o vácuo agora. O vazio, o silêncio, a nostalgia não existe mais.

E assim, vagando pelos tropeços que oscilam em uma direção, pode ser qualquer uma, alienado, ríspido e soberbo. Esse é ele, alimentando rancor e ódio, vivendo de passado, amargurando o futuro.

Este é ela, buscando encontrá-lo nesse devaneio, ascendendo todas as luzes em seu caminho, deixando um rastro de oportunidade e liberdade, só basta ele querer, ele poder sentir, enquanto ela continua buscando-o intermitentemente.

Isto é um conflito, quando você expande a mente e, começa a ver com outros olhos o que não era visto, ou sentir o que não era sentido, quando tenta se tornar água. Água é limpa, pura, transparente, mas para isto, ela precisou ser purificada, tratada. E o caminho é esse, atravessar a peneira e vê o que sobra do outro lado.

 

Este é o primeiro alfabeto escrito da história, de acordo com arqueólogo

Douglas Petrovich, arqueólogo da Universidade Wilfrid-Laurier de Ontário, no Canadá, gerou controvérsias na comunidade acadêmica ao afirmar que encontrou provas de que o hebraico é o alfabeto mais …

Fonte: Este é o primeiro alfabeto escrito da história, de acordo com arqueólogo

O universo Paralelo dos Games

O universo paralelo dos games no Brasil

A Red Bull lançou uma série de documentários que mostram como a pirataria e o jeitinho brasileiro explicam o mercado de games no Brasil. ( Luciano Andolini)

Toda aquela cadeia de fliperamas e locadoras, passar umas horas trancado, na persistência, tentando zerar Donkey Kong, Mario, Crash Bandicoot, Resident Evil ou Sonic. Muito da mitologia que permeava a cabeça das crianças nessa época vinha dos videogames.

Nos anos 80, o mundo já lidava com o primeiro crash dos games, com a falência da Atari, já rolava o ressurgimento de um novo monopólio da Nintendo e os primeiros esboços da rivalidade mais icônica, com a ascensão da SEGA como um abusado player 2 nesse cenário.

Era um terreno amplo e novo, uma indústria que gerava lucros de 8 bilhões em 1982, um pouco antes do primeiro crash. Não à toa, esse mercado era bastante visado.

Talvez, não pelas maiores companhias, que ainda não tinham vindo colonizar as terras brasileiras, mas sim pelos piratas e suas máquinas paralelas, que sabiam do vácuo aberto pela ausência desses fabricantes.

O Brasil era um desses mercados e foi criado quase todo por uma via paralela, à margem do que aconteceu no resto do mundo. Nossa história com os games tem características muito próprias, a começar pela participação intrínseca dos piratas e das dificuldades que esse mercado alternativo gerou para a consolidação dos fabricantes oficiais.

Stefano Arnhold, presidente do conselho da Tec Toy (representante da Sega por aqui) já chegou a afirmar que, no Brasil, não era a Nintendo com quem eles realmente concorriam, mas com a pirataria.

A Red Bull se debruçou sobre esse período e fez uma série com três mini-documentários que conta a história dessa fase do mercado e também mostra os tipos de consequências que surgiram a partir disso.

A série ainda conta com a participação dos músicos  Emicida, Fióti, Rashid, os jornalistas Flávia Gasi e Pablo Miyazawa, o presidente da Tectoy Stefano Arnold, o engenheiro da Gradiente Marcos Santos e os game designers Pedro Santo e Amora B, do estúdio MiniBoss, e Alexandre Pagano, da Tectoy.

Cada vídeo tem apenas alguns minutos e é só ligar colocar em tela cheia e surfar a onda de nostalgia que vai invadir seu coração.

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Retirado do Papo De Homem

Scarts to Your Beautiful

Consumir menos é uma habilidade que pode ser desenvolvida

VIVER SEM PRESSA

consumismo

Conheço muitas pessoas que são viciadas no consumismo.

Consomem sem necessidade, consomem para mostrar um estilo de vida que não pode sustentar, consomem sem ao menos pensar se aquilo é realmente necessário ou supérfluo. Consomem porque “todo mundo tem”, porque “eu mereço”, ou “porque sim”.

Acredito que o consumo excessivo é um vício, muito parecido com a das drogas ou do álcool, pois cria dependência. Essas pessoas PRECISAM comprar, PRECISAM gastar, mesmo sabendo que não precisam de mais nada.

Para ser viciado no consumismo, não há nenhuma relação com a condição social do indivíduo. A pessoa pode ser pobre ou rica, que o seu instinto de gastar estará lá, na espreita, só aguardando o momento certo para sacar o cartão de crédito.

Mas aí vem a parte boa… dá para desenvolver a habilidade de parar de consumir. Que foi o meu caso.

Eu não nasci sabendo como consumir de forma…

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