Prisioneiros internos

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Podemos confiar em nós mesmos? Ou devemos deixar os demônios internos se enfrentarem até que sobre somente os mais fortes?
A loucura baseia-se na amplitude da insanidade ou na ausência de insensatez? Bendito àquele que conhece suas verdades e trabalha para ultrapassar suas barreiras.

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Sabedoria

poetry“É sábio quem tem em si tudo que leva à felicidade.”

[In]Side.

Surreal

Sinto saudade de casa, das naves passando sobre minha toca, várias raças disputando território. Ahhh como que é bom lembrar dessas nostalgias no tempo de Rá. Queria voltar mais vezes e apreciar o desfecho(gostei dessa palavra) de meus antepassados. Eu nasci no futuro e morri no passado. Eu vivi o presente e contemplei várias coisas, mas nunca fui confrontado por meus súditos. Dei-lhes o dom de serem perdoados, sacrifiquei outros e libertei a maioria. Vim do vento e vou no suspiro.

Sinto saudade de casa, da época que o ar não existia e simplesmente pensar era algo incrível. De viajar na minha mente, e descobri lugares incontestáveis, vazios magníficos e sensações surreais.

Sinto saudade de casa, da fase que amigos não te apunhalavam pelas costas, do tempo que verdades eram ditas e não usadas como pretexto de ditaduras. Onde a voz tinha poder, e o silêncio tinha ação. Onde momentos vagos eram cruciais para longas jornadas.

Sinto saudade de casa, mas que casa que tanto falo? Existe várias moradas, existem várias significados, mas somente uma verdade. Mas a verdade verdadeira de tudo isso é que só sinto saudades, as vezes sinto, as vezes é saudade.

 

5:56

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Quarta feira, acordo cansado, uma dor insuportável na lombar, olho ao relógio, 5:56 Am. Evito acordar, mas a insônia não me abandona, a dor se intega ao meu ser. Levanto, sinto aquele calafrio na coluna, hoje será mais um dia glorioso. Escovo os dentes, tomo banho, vou a padaria, busco 3 pão de queijos, 2 biscoitos de queijo e um café em pó.

Faço café da manhã, como de costume, ao olhar pela janela, me deparo com um enredo se desfechando à minha vista, veio um passarinho que caiu e quebrou a asa, e devido ao seu estado crítico, já devia ter algumas horas ou até passou a noite inteira assim, tentando se levantar, tentando sobreviver. Ao olhar a determinação dele, vejo o esforço que faz, mas quando ele tava quase conseguindo começar a andar novamente, uma tarântula pulou e matou ele. Não fiquei comovido com o passarinho, fiquei assustado de ter uma tarântula aqui em casa.

Expulsei-a daqui com alguns apetrechos, perigo eliminado. E então volto a meus afazeres. Ligo o PC, reviso de onde eu parei e volto a contemplar a rotina desses 6 longos meses que já se passaram. Manter a disciplina não é fácil, manter a consciência e a mente instáveis também não é fácil.

Agora pauso para almoçar, 1,300kg por favor!  30 min de descanso, para digerir o suposto alimento, 1 garrafa de café a partir das 14, e pronto, estou preparado para mais uma tarde estudantil.

Dinheiro: 0%
Disposição: mais ou menos
Adoentado: Com certeza
Conteúdo: indescritível e imensurável
Respeito: Completo.
Dom de perdoar os outros: Adquirido
Fé: Firme e forte.
Determinação: Construindo a cada dia.
Futuro: Desenvolvendo.
Olimpíadas: Mal assisti, foco diferente.
Vida: Só minha, simplesmente minha.

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E certas escolhas se fazem durante a jornada. Espero conseguir dinheiro pra comprar o que gosto e viver na medida do que acho razoável.

Fibra moral? Talvez. Conto de Fadas? jamais.

A expectativa da realidade se igualou com a minha perspectiva de vida.

 

 

VIVA DE ACORDO COM AS SUAS ESCOLHAS E NÃO COM AS DOS OUTROS

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Era uma vez uma menina que tinha tudo para ser feliz. E ela foi. Até que um dia percebeu que aquela felicidade toda não a pertencia, que era o contentamento de outras pessoas projetado nela, assim como as expectativas e os desejos alheios que nela refletiam, mas que não brotavam do seu interior. Então, numa noite de inverno ela partiu com uma mala e poucos pertences. Levava consigo o que tinha de mais valioso: o seu coração, uns trocados de paz e um sonho de liberdade. Arrastou a bagagem junto com a responsabilidade pela desventura que causaria aos seus dominadores, e ao mesmo tempo, com a leveza de quem, por fim, encontrava o seu próprio caminho.

Escolhas e mais escolhas. Quando não as fazemos, alguém faz por nós, e só nos resta aceitar e interpretar o papel que nos foi dado. Apesar de tudo, a esperança é a nossa fiel companheira e com ela sempre haverá um tempo de parar o jogo, mudar de time, abandonar a partida, descansar ou recomeçar.

As vezes estamos tão imersos numa vida contida, designados diante de uma rotina sóbria, que não percebemos o tamanho do incômodo. Notamos o rombo somente quando o tiro se alastra e nossos pedaços vão ficando pela estrada. Nos tornamos pessoas esburacadas, dessas que a tristeza vai corroendo pouco a pouco, impedindo que a alegria se instale e tampe os furos. Porque mesmo que nos emprestem felicidade, de nada adianta se ela não vir de dentro. Somente quando brota de nós ela é capaz de fechar os buracos da sorte ilusória.

Para que a felicidade nasça no peito é preciso libertar-se do peso que se carrega para agradar os outros, jogar fora os personagens que foram criados para somente dizer sim, abrir mão da cordialidade forçada e da aceitação sem questionamento. Seremos ininterruptamente tristes enquanto não houver uma quebra do comportamento passivo.

Eu sei que é bem comum nos deixar levar pelas situações sem medir os riscos e as consequências que as nossas eleições podem causar. Existem momentos que somos honestamente felizes, desejamos com todo o nosso coração seguir determinado caminho. Até que as certezas começam a embaralhar e a vida se consuma em uma enxurrada de lamúrias, pesares e arrependimentos. Neste momento você se dá conta de que está cumprindo um papel para que outros estejam contentes, enquanto você se priva da própria glória, se mutila em frustrações, se afunda na sensação de incapacidade para dar um basta, virar a página, mudar o rumo.

O fato é que das mais banais às mais complexas, todas as rotas têm as suas flores e os seus espinhos. Cabe à nós termos força suficiente para desencravar os ferrões, mesmo sentindo dor, e seguir adiante. Seja no solo quente ou em águas geladas, o importante é abandonar o padecimento e buscar outra saída antes que o fel nos sorva.

Mas e aquela menina, o que aconteceu com ela? Ah, ela ousou encontrar a satisfação nos altos e baixos que a nova vida possibilitava. Com menos dinheiro e mais autonomia, poucas cobranças e muita coragem, com escassez de pressão e sem depreciação, com excesso de perseverança e dignidade. Assim, já sem reproches e pessoas que a tolhessem das suas capacidades e desejos, ela conheceu a felicidade genuína na grandeza do amor próprio, na enormidade dos poucos e verdadeiros amigos. Descobriu que tudo o que tinha de nada valia, que nessa vida só é possível ser feliz quando seguimos o coração.

Por Karen Curi(colunistas)

Fotógrafa retrata o “antes e depois” de crianças que nasceram prematuras

Fantástico!

VIVIMETALIUN

http://www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2015/09/PremasKids_interna.jpg

Para as pessoas que nascem prematuras, continuar vivo após o parto pode ser um grande desafio. A luta pela sobrevivência se dá muitas vezes em incubadoras nas UTIs, onde passam por processos de nutrição e aguardam o desenvolvimento de órgãos que não foram bem definidos durante a gestação.

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O Valor da Amizade

old friendsVocê já parou para pensar sobre o valor da amizade?

Às vezes nos encontramos preocupados, ansiosos,
em volta há situações complicadas, nos sentindo meio que perdidos, mas somente o fato de conversarmos com um amigo, desabafando o que nos está no íntimo, já nos sentimos melhor, mesmo que as coisas permaneçam inalteradas.

Quantas vezes são os amigos que nos fazem sorrir quando tínhamos vontade de chorar, mas a sua simples presença traz de volta o sol a brilhar em nossa vida.

A simplicidade das brincadeiras pueris, da conversa informal,
momentos de descontração que muitas vezes pode ser numa conversa rápida ao telefone, no vai e vem do dia ou da noite,
no ambiente de trabalho ou de escola, enfim, em qualquer lugar a qualquer hora.

Entretanto, não existe só alegria, amor, felicidade nesta relação que como em qualquer outro relacionamento,
passa por crises passageiras, por momentos intempestivos, abalos ocasionais.

Ainda que tenhamos muito carinho pelo amigo em questão,
às vezes por insegurança, por ciúme, por estarmos emocionalmente alterados ou nos sentindo pressionados,
acabamos sendo injustos com ele e isso pode ser recíproco.

Podemos comparar esse elo de amizade ao tempo que passa por alterações climáticas constantemente, mas é dessa forma que aprendemos a nos conhecer, compartilhar momentos, que se desenvolve uma amizade.

Diante do amigo somos nós mesmos, deixamos vir à tona nossos pensamentos a respeito das coisas, da vida, nos mostramos como verdadeiramente somos.

Há amigos que nos ensinam muito, nos fazem enxergar situações que às vezes não percebemos o seu real sentido,
compartilham a sua experiência conosco, nos falam usando da verdade que buscamos encontrar.

São eles também que nos chamam a razão, chamando a nossa atenção quando agimos de modo contraditório, que nos dizem coisas que não queremos ouvir, aceitar, compreender.

Ao longo de nossa vida muitos amigos passam por ela e nos deixam saudade, mas também deixam a recordação de tudo que foi vivido.

É na amizade verdadeira que encontramos sinceridade, lealdade, afinidade, cumplicidade, simplicidade, fraternidade.

Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar conosco ao longo da nossa jornada espiritual, extrapolando os limites do tempo, continuando quando e onde Deus assim o permitir.

(Sandra Quevedo Demarchi Nogueira)