Puro…

como eu amo a vida

Era vigésimo sexto sentido de vida, quando comecei a apreciar uma coisa, um sentimento maravilhoso. A verdade é que não podemos classificar certos sentimentos com nomes. Existem coisas inexplicáveis, imensuráveis e imutáveis.

Percebo que o “hoje” é diferente para todos, o tempo é igual, mas a intensidade que ele ocorre é única e possui certas singularidades que somente certos fatores definem essa equação.

Começou com um clarão, a vista meio embaçada, um suor descontrolado, uma aflição doce e ao mesmo tempo reconfortante.

O segundo contato era o som, um ruído turvo e abafado que zunia parecido com um bater de asas de abelhas e depois ficava reconfortante.

O terceiro foi o tato, senti um arrepio daqueles que você alivia qualquer tensão, como se seu corpo estivesse sendo expurgado tudo de ruim que teve.

E assim começou o que venho a  explicar… era uma sensação saudável, limpa, pura…

Não tinha peso em meus pensamentos, nem julgamento, estava translúcido, insípido e imutável.

E aos abris os olhos… ahhhh….. ao abrir os olhos… não há explicação para com o que me deparei… paraíso é único para todos, porém é indescritível.

As sensações falam por si só. Foi lindo, foi mágico, foi puro…

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