Vibrador Ecologicamente correto

The face of a man being afraid of something.(Foto meramente ilustrativa)

Vibrador Ecologicamente correto transforma prazer em terror em Maringá

01Retirado do Odiario.com)

A beleza importa: uma verdade inconveniente

Quando o belo se faz irremediavelmente importante, precisamos saber qual o seu contexto e benefícios. (Bruno Passos)

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Cá estamos outra vez, hasteando o bastião da sabedoria nas pilastras da galhofa. A nossa querida coluna de imagem e estilo masculino de hoje analisará um assunto um tanto polêmico: a beleza.

lindaO assunto é beleza, então não preciso explicar a imagem.

Como já é usual, nosso objetivo não é emitir um veredicto ou estabelecer se algo é bom ou ruim, mas sim estimular a reflexão por meio do conhecimento pleno dos mecanismos estéticos, fazendo com que você, nobre truta, tenha mais controle sobre sua própria imagem.
Do começo:
— Err, claro que beleza importa, mas não deveria, pois beleza é só a casca das coisas.

Amigão, volta lá e lê o segundo parágrafo deste texto. Pronto.

Agora vamos buscar algumas informações na ciência, assim pareceremos mais sérios e inteligentes. Foi feita uma pesquisa em Londres, em que os voluntários tinham que escutar música e ver obras de arte monitorados por uma máquina que detectava as áreas do cérebro que estavam sendo ativadas naquele instante. Era pedido aos participantes que atribuíssem aos quadros e as músicas uma destas três características: feio, bonito e indiferente.

Sempre quando a escolha era “bonito”, uma região específica do cérebro (a OFC) era ativada, a mesma região associada à recompensa, ao prazer e, muito importante, à curiosidade. Esta mesma região também é ativada quanto achamos um rosto bonito e, provavelmente, reaja assim a tudo mais que caracterizarmos como tal.

E daí?

Pois bem. A beleza se manifestar na mesma região que a curiosidade e que o sistema de recompensas pode ser uma tremenda pista de como ela age em nossa mente. Talvez a beleza, com seu caráter quase hipnótico, interaja conosco mais do que somente com a pura contemplação. Quem sabe ela não seja também um gatilho para o conhecimento? Lembre-se que nosso cérebro nunca trabalha de maneira randômica e, ao observarmos algo que julgamos belo, ele nos diz “continue olhando, fera”.

E se este for o sinal para percebemos que, à nossa frente, existe algo a ser decifrado? A contemplação como finalidade não tem lógica alguma, portanto, é muito provável que ela se trate do meio, não do fim do processo. Neste caso, a beleza seria um incentivo à curiosidade, uma dica da nossa mente para ficarmos atentos ao que temos diante de nós, e aprendermos com este algo.

Pode ser que grande parte da evolução humana se deva à percepção do belo. Pense bem, quando estamos em frente a alguma coisa bonita, mas que já vimos inúmeras vezes, ela parece perder um pouco da beleza, se tornar entediante, óbvia…. e por quê? Já a conhecemos, já a deciframos, não existe mais nada de curioso ali, então, aos nossos olhos, seu status se altera, ela perde seu encanto, se torna indiferente, quem sabe até comecemos a achá-la feia.

É esta a grande sacada da beleza. Ela está intimamente ligada à resolução de um mistério. Por meio da harmonia ou de um padrão, percebemos que se trata de algo compreensível, embora ainda sem resolução, e este desejo de montar o quebra cabeça é a força que nos move na direção dela. Talvez por isso a beleza seja a característica mais arredia de todas, pois ela só existe de maneira plena quando é inatingível. Será sempre perseguida, mas nunca conquistada, sua condição de existência é a dúvida, a curva, o logo ali que nunca chega, embora sempre esteja do outro lado da calçada.
“Ah, que paraíso!”. Pro cara que mora lá, é só mais uma terça-feira.

— Bacana, poeta, e o que minha lata estragada tem a ver com isso?”

Ah moleque diabólico, não se aflija. Agora que compreendeu o funcionamento, é hora de aplicar o conhecimento: saiba que a beleza não é um fator físico, mas um fator perceptivo. Boa parte dela é transmitida e sofre variação quando nos expressamos, portanto, nem feiúra nem beleza são razões absolutas.

— Ah, entendi, então eu ter um buraco do nariz arreganhado de um lado e um parecendo um furicó do outro, não é necessariamente feio, né?

Putz, fera, sinto muito, é feio e não é pouco não. Deu até um calafrio aqui quando você falou furicó.

A primeira coisa que devemos fazer quando falamos sobre beleza é parar de acreditar no mantra do marketing atual de que todos somos igualmente belos. Eu vejo as propagandas de cosméticos anunciando que eles acham bonito tudo que é real e, na sequência, enchem a propaganda de diversos tipo de pessoas “reais” usando seu produtos. Tem baixas, altas, gordas, magras, velhas, novas. Ok, isso é diversidade de biotipo, o que não se trata exatamente de pessoas reais, ou melhor, são reais, mas ainda assim, costumam ser as mais bonitas dentro de seus biótipos.

Me diz, tem lá alguém cheio de olheira inchada e roxa, como vemos no mundo real? Tem com a pele toda manchada e irregular de sol, com é comum em qualquer região do brasil? Ah, não tem, né? Por que? Porque a pessoa “real” que usar o cosmético vai ganhar uma bunda de neném no lugar das bochechas, correto? Acho que não.

Veja bem, não somos e nunca seremos igualmente belos. A grande questão aqui é que isto não deve ser um problema, mas sim uma porta para o autoconhecimento e, com ele, o aprimoramento.

(Retirado do Papo De Homem)

Físicos encontram evidências de que realidade pode ser uma mera simulação virtual

dddPor Anderson Kreutzfeldt,

Quem diabos está jogando “The Sims” com a gente?

Acredite se quiser: Físicos encontram evidências de que a nossa realidade pode ser uma mera simulação virtual. Fazemos nós parte do melhor videogame já criado?

Não, você não leu errado. De acordo com estudiosos cientistas da Universidade de Bonn, certos aspectos do nosso mundo físico são sustentados por elementos que indicam que a nossa realidade pode não ser nada mais do que uma simulação computadorizada.

A ideia de que somos apenas figuras sustentadas por tecnologias e intelectos superiores parece meio absurda, não é mesmo? O fato é que o cientista planetário Rich Terrile (NASA) acredita veementemente na teoria de que nossa vida não é nada mais do que um videogame.

Silas Beane foi o pesquisador que liderou um grupo de físicos que levantou uma hipótese muito interessante. Segundo as pesquisas, a teoria que mais ganha força é a de que somos uma simulação dentro de outra simulação dentro de outra e assim sucessivamente, com um cenário enriquecido em detalhes, que provavelmente se parece muito com a vida dos nossos “criadores”, para dar a impressão de realidade absoluta. Aparentemente, vivemos em um universo artificial e somos incapazes de nos darmos conta desse fato.

Existe uma teoria chamada “Teoria de campo reticulado” (teoria de física contrária à noção de tempo e espaço continuum da qual temos conhecimentos). Os pesquisadores se basearam nessa teoria para lançar a ideia de que uma simulação de computador (ou um videogame, se preferirem) das próprias leis físicas, que em determinado momento parecem contínuas e que seriam obrigatoriamente inseridas em um retículo espacial, uma adição para a simulação na qual podemos estar vivendo neste momento. Esse retículo tridimensional avança em pequenos passos temporais que limitam a quantidade energética que as partículas virtuais possuem dentro do sistema. Em outras palavras, um recurso virtual que impões “limites”, que poderiam ou não existir para os nossos amados e anônimos criadores.

Isso realmente acontece em certos processos de física quântica que envolvem uma grande quantia de energia (nos raios laser, por exemplo, ou em um feixe de elétrons). Esse retículo limita a energia para que as partículas ocupem seu próprio espaço, com um máximo de energia para que nada nesse “sistema” seja menor do que este permite.

“Se o cosmos é uma simulação numérica, deve haver pistas no espectro de raios cósmicos de alta energia” – dizem os teóricos – ou seja, os raios cósmicos viajariam ao longo dos eixos de uma estrutura, de modo que não conseguiríamos vê-los equalizados em todas as direções.

Com a tecnologia atual e os recursos dos quais a humanidade dispõe, não podemos assegurar definitivamente que estes pesquisadores estão certos ou errados, porém somos plenamente capazes de verificar dentro de algum tempo de estudo, como se orienta a estrutura em que o nosso universo foi criado (ou é simulado, se preferirem).

É uma ideia alucinante e um bocado assustadora, porém, os cálculos de Silas Beane e dos outros pesquisadores deixaram lacunas que não podem ser ignoradas. O principal contra-argumento á teoria dos físicos é que o suposto computador que criou todo nosso universo poderia ter sido criado de qualquer maneira, visto que foi desenvolvido por inteligências e tecnologias muito superiores à nossa, de modo que as técnicas se demonstrariam imperceptíveis a nossos nanicos cérebros humanos.

É claro, acreditar ou não nessa teoria vai de cada um. Mas, se os cientistas estiverem mesmo certos e somos produtos de uma simulação que funciona como uma espécie de videogame, devemos perguntar-nos: Quem diabos está jogando “The Sims” com a gente, porque, que fiquem avisados: o jogo possui alguns bugs como Justin Bieber e Neymar.

O que você acha? Esquisito? Ficção Científica demais? Deixe seu comentário, participe da discussão!

FONTE: http://tinyurl.com/8sscs94