A verdade sobre todas as coisas.

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A verdade sobre todas as coisas.

Estava frio, chovendo, constantemente alguém pairava sobre aquela região, apesar de monótona. Tinha uma cadeira, parecia aquelas relíquias do século XV com um detalhe morbido do renascimento.
Às vezes era seco, às vezes o vento falava molhado, soava como uma garoa… ah… bons tempos.

A cadeira balançava de vez em sempre, ou quando alguém a usava ou quando o vento soprava, mas ela sempre balançava.

A verdadeira nostalgia nunca foi o momento em que você lembrara daquele momento marcante ou relutante, mas sim da maneira como os sentimentos de tal lembraça recortavam a alma, dilacerando-a com uma certa fadiga emocional.

Que dorzinha boa de se sentir, ah… bons tempos.

Bons tempos eram aqueles que a responsabilidade não fazia parte do cotidiano.
Dos momentos em que durmir era prioridade fundamental e comer era obrigação hitleriana.

Bons tempos foram, são e serão tudo aquilo que você aproveitar com o coração.
Bons tempos não se trata de lugar ou local, mas sim do estado da sua alma.
Eu gostaria de vender bons tempos para as pessoas. A preços nostálgicos de irresistir!

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