Mulheres preferem afeminados ou homens com cara de macho?

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Essa é uma discussão eterna e afinal o que elas preferem? Homem com cara de macho ou aqueles com rostinho de anjo? A resposta pode até parecer vir do gosto pessoal, mas uma pesquisa revelou que a resposta da maioria das mulheres tem a ver com a saúde do lugar onde moram. Louco, não?

A Universidade de Aberdeen realizou um estudo em parceria com a ONU, que no fim revelou que existe uma conexão entre o gosto feminino e a situação da saúde do lugar onde vivem. A pesquisa consistiu em mostrar as mulheres duas fotos: uma com o rosto mais afeminado e outra com o rosto mais austero, no fim elas tinham que escolher entre um deles.

E por incrível que pareça, as mulheres que vivem em lugares onde a saúde é melhor preferem homens com o rosto mais angelical, já as que vivem em lugares com a situação ruim preferem os machões.

Para a sorte dos homens que vivem aqui e tem cara de macho, o Brasil foi um dos países onde o rosto mais másculo foi escolhido pela maioria, afinal nossa saúde é uma bela porcaria. Então se você tem um rostinho delicado, talvez seja melhor ir morar Suécia ou Dinamarca, pois lá a saúde é de primeira.

 

Peripécias de Colégial Gererê!

Gerêrê do LSD,
O texto é tão LIXO,
que Parei de escrever!
FIM!

Eu tento ser engraçado, mas isto é só

Nota

ImagemEu tento ser engraçado, mas isto é só por fora. Se cavucar um tiquinho e entrar um pouquinho mais a dentro verás que nem tudo que brilha é ouro, e nem tudo que sorri é feliz.
Uma máscara massificando a verdade foi implantada, costurada com a face, quase naõ se sabe o que é real do que foi implatado, e como em pontos de fio de cordeiro, vão se adaptando, de forma singela e surreal, até se tornar um só.
Mas a verdade está por trás, sempre esteve, mas nem todos(ou quase todos) conseguem vê-la.

 

Vire homem!

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Rapaz, você que por algum motivo passou a me acompanhar por aqui.
Veja bem. Existe dentro de todos nós que somos machos um desejo quase primitivo de conquistar as espécies do sexo oposto. Mas alguns andam envergonhando a espécie. Então vale a pena entender algumas coisas, para que você não fique por ai se comportando feito um idiota e se achando o máximo.

Primeiro – mulher a gente trata bem. Trata com carinho, com atenção e com respeito. Elas gostam de ser ouvidas. Fale menos do que você possuí e ouça mais o que ela tem a dizer. Talvez seu carro, sua moto, sua coleção de perfumes, de sapatos, seja lá o que você acumula possa parecer vantagem diante de seus outros amigos, mas para uma mulher de verdade isso não passará de uma ostentação vazia.

NADA DE FICAR PUXANDO O CABELO DAS MENINAS DENTRO DA “BALADA” e tentar beijar a força, isso é para incompetentes.

Segundo – Não confunda bom humor com piadas estúpidas ou tiradinhas que você aprendeu com vídeos de internet. Os caras que fazem sucesso com comédia tem talento para isso. Já você, se quiser imitá-los para se tornar engraçado poderá apenas ser tornar mais um engraçadinho… sem graça.
Bom humor é fundamental, talvez mais do que ter belos trapézios ou bíceps rechonchudos.

Terceiro – Possuir um vocabulário que lhe permita falar mais do que as gírias que você usa na pelada do meio da semana ou nos encontros com os colegas para fazer a contabilidade de quantas você “pegou” no mês. Dominar a língua lhe dará a autonomia para saber o momento certo de usar as palavras adequadas para a ocasião. Homem que só sabe falar gíria parece moleque na hora do recreio. É bom desenvolver ideias e pensamentos divertidos, podem ser leves em alguns momentos, densos em outros. Mulheres que gostam de conversar normalmente são bem mais interessantes a longo prazo. Mesmo que seja apenas para ser sua amiga. Então uma boa dica é ler um pouco mais, falar português corretamente e utilizar a linguagem certa para cada situação.

Quarto – Ela já sabe desde o começo que o seu interesse a priori é levá-la para a cama. Então se o seu objetivo é conhecer alguém legal e que talvez isso possa se desenvolver para uma relação mais duradoura, controle seu “folião” interior e mantenha seus instintos sob controle. Ainda que o desejo de ambos seja pautado pelo “só por essa noite”, torna-se muito mais divertido o jogo da sedução quando o este súbito interesse fica nas entrelinhas. Se você entendeu os três primeiros toques, então chegará com dignidade no objetivo final se for da vontade da dama.

Por fim, seja gentil e permita-se conduzir e ser conduzido. Desenvolver sua sensibilidade irá colaborar para que você escolha a música certa, o clima certo e o momento mais indicado para o sua investida fatal. hehehehehehe

Trate as mulheres como mulheres e não como objetos de consumo ou então compre uma boneca inflável e divirta-se sem medo.
Você pode ser RICO, FORTE E BONITO, mas se não tiver conteúdo será apenas mais um cretino vagando perfumado e de gola polo pelas madrugas.

Tico Sta Cruz

Liberdade

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O direito à liberdade de expressão garante a qualquer indivíduo a possibilidade de se manifestar, de buscar e receber informações e idéias de todos os tipos, independentemente da intervenção de terceiros. Isto pode ocorrer oralmente, de forma escrita, através da arte ou de qualquer meio de comunicação.
Com a criação da Organização das Nações Unidas, o direito à liberdade de expressão passou a ser compreendido como base para a consolidação dos regimes democráticos e a efetivação de outros direitos humanos e liberdades fundamentais. Desde então, o direito à liberdade de expressão é garantido por padrões e tratados internacionais e reconhecido por diversos países nas suas legislações domésticas.
Tais documentos buscam estabelecer princípios para a liberdade de expressão, de forma que a garantia de livre manifestação e circulação de idéias e opiniões possa ser exercida pelos mais variados grupos – étnicos, religiosos, sociais, etc. – e não entre em conflito com os demais direitos humanos.
A liberdade de expressão não é um direito absoluto, mas sua restrição deve estar baseada em parâmetros bastante claros e estritos. Portanto, é necessário definir o são restrições legítimas, em contraponto àquelas que caracterizam abuso de poder e ilegalidade.
A liberdade de expressão é um direito humano e deve ser interpretado num contexto de direitos humanos. Neste sentido, lembramos as observações de um professor da área:
“Assim, quando numa discussão reivindicamos um interesse ou um valor que nos diz respeito, como a integridade física, que é protegida por um direito, esta reivindicação deve prevalecer sobre outros valores ou interesses que não são protegidos por direitos.
Por exemplo: reduzir os gastos do Estado pode ser um objetivo ou um interesse legítimo do governo, mas isto não pode ser feito fechando escolas ou deixando de pagar professores, pois o governo tem um dever de prestar este serviço, o que decorre do direito que todas as crianças e jovens têm à educação. … Não se busca aqui argumentar que os direitos, em geral, sejam absolutos, que prevaleçam sobre todos os outros interesses; por outro lado deve-se destacar que muitas vezes os direitos encontram-se em tensão uns com os outros.
Essa definição de direitos, além de nos auxiliar a compreender o papel dos direitos como fundamento para a ação individual e coletiva, também nos permite solucionar conflitos entre direitos. Se adotássemos uma definição mecânica, em que direitos impõe deveres diretamente, ficaria difícil explicar porque, na prática, muitas vezes os sujeitos de direitos vêem seus direitos legitimamente limitados pelos direitos dos outros.
Se tenho direito a plena liberdade de expressão, como justificar que este direito possa ser restringido, se pela minha definição mecânica, todas as outras pessoas se encontram obrigadas automaticamente a respeitar tal liberdade? Caso razões como a integridade moral de outras pessoas ou mesmo a segurança da coletividade possam ser legitimamente invocadas para restringir o meu direito à liberdade de expressão, a linguagem dos direitos como fonte geradora de deveres, ficaria absolutamente destituída de sentido.
Porém se adotarmos uma definição de direito que não seja mecânica, mas que transforme as pretensões articuladas por intermédio da linguagem dos direitos, em razões prioritárias, razões com pretensão de superioridade, então poderemos entender porque em face de outras razões também importantes, em determinadas circunstâncias, nossos direitos são algumas vezes obrigados a se conciliar com razões adversas.”

Sotaque da Goiana

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O sotaque das goianas deveria ser ilegal, imoral ou engordar, já que tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais… E como é que o falar lindo e charmoso ficou de fora? Por que Deus, que sotaque!

Confesso: esse sotaque me desarma. Certa vez, quase propus casamento a uma goiana que me ligou por engano. Elas têm um ódio mortal das palavras completas, preferem, sabe-se lá por que abandoná-las, assim, no meio do caminho. Os não-goianos (!!), ignorantes nas coisas de Goiás, supõem, precipitada e levianamente, que os goianos vivem apenas de uais, trens e sôs. Goiana não fala que o sujeito é competente, ele ‘É BOM DE SERVIÇO’. Nunca usam o famosíssimo ‘tudo bem?’. Sempre perguntam ‘CÊ TÁ BOA?’. Pra mim, isso é pleonasmo, perguntar se uma goiana tá boa é desnecessário.

O verbo ‘mexer’ para as goianas tem amplos significados. Quer dizer por exemplo, trabalhar. Se lhe perguntarem: ‘COM O Q VC MEXE?”, querem saber o seu ofício. Goianas não dizem ‘apaixonado por…’. Dizem, sabe-se lá por que, ‘SOU DOIDA COM ELE’ (ele, no caso, pode ser você, um carro, um cachorro). Elas vivem apaixonadas ‘com’ alguma coisa. Também não gostam do verbo ‘conseguir’, aqui você nunca consegue nada, você ‘NÃO DÁ CONTA’! Que goianas nunca acabam as palavras todo mundo sabe. É um tal de BUNITIM, FECHADIM, PITITIM. Não caia na besteira de esperar um ‘vamos’ completo de uma goiana, vc não ouvirá nunca. É o tal de ‘VÂMO’ ou ‘BORA’. As goianas também não perguntam ‘que horas são?’ ou ‘que horas você tem?’, e sim ‘QUANTAS HORAS?’ Preciso avisar a língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, a goiana. Aqui, certas regras não entram. O supermercado nunca tá lotado, sempre tá ‘CHEIO DE GENTE’. Não se faz muitas compras, compra ‘UM TANTO DE COISAS’. Se, saindo do supermercado, a goianinha vir um mendigo e ficar com pena, suspirará: ‘AI, GENTE, QUE DÓ!’. É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas goianas. Goiana usa o ‘não’ sempre no fim da frase.. nao existe ‘não tem jeito’, existe o ‘TEM JEITO NÃO!’ Goiano não arruma briga, ‘CAÇA CONFUSÃO’. Capaz! Se você propõe algo e ela diz: ‘CAPAZ!!’. Vocês já ouviram esse ‘capaz’? É lindo. Quer dizer o quê? Sei lá, quer dizer: ‘CÊ ACHA Q EU FAÇO ISSO?’? Com algumas toneladas de ironia… E o ‘NEM’, já ouviu?? Completo ele fica: ‘AH NEMMMMM’. Significa, amigo, que a goiana não vai fazer o q vc propôs de jeito nenhum!!! Sou, não nego, suspeito. Minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares das goianas. Goiana não pergunta ‘Vc não vai?’. A pergunta ‘goianamente’ falando é: ‘CÊ NÃO ANIMA DE IR?’. O plural, então, é um problema. Um lindo problema, mas um problema. Se vc em conversa falar ‘Fui lá comprar umas coisas.’, a goiana retrucará: ‘QUES COISA?’. O plural dá um pulo, sai das coisas e vai para o que. A fórmula goiana é sintética. E diz tudo. Até o ‘tchau’ em Goiás é personalizado. Ninguém diz tchau pura e simplesmente. Aqui se diz: ‘TCHAU PROCÊ’…’TCHAU PROCÊS’. É útil deixar claro o destinatário do tchau. A conjugação dos verbos em Goiás têm lá seus mistérios.. LINDOS mistérios!’ Autor??? Não sei!!!

Andando pela Floresta

floresta
O sol estava alto, forte, vívido e me acordou dentre tantos barulhos nesta selva de Pedra, acordei com o brilho em minha face. Era um dia qualquer, de um mês de verão. O cronograma do dia não sabia ao certo qual seguir, geralmente em férias deixamos todos os cronogramas de lado. Mas este dia era algo diferente.

Peguei minha bicicleta, não era aquela Brastemp, mas dava pra andar bem, sem se preocupar em ter que regular macha em cada esquina, ou fazer um check-up a cada saída de casa. Parti rumo a uma reserva florestal, que tinha perto de casa, não era a melhor reserva florestal do mundo, mas era a única que tinha ali, então.. fui andar por lá. Gosto de andar de bicicleta, pois pareço que sou livre, quando o vento entrelaça minha face, sinto uma sensação muito boa, uma sensação divina… não é como você sonhar que pode voar, mas a concepção de sentir o vento aquela velocidade sem barulho algum(de carro ou moto), dá pra viajar bem lentamente nesta idéia.

Já estava perto do Crespúsculo diário, também com uma noite anterior daquelas, acordar no fim da tarde era algo já padrão. Estava armando chuva, achei que seria só alguns trovões, mas por incrível que pareça, apesar de todo aquele alvoroço nos céus, eram somentes alguns barulhos para assustar velhinhas de asilo, nada de mais nem de menos.

Então, pedalando e refletindo a vida, me deparei com um pedregulho… sabe aquele momento em que você pensa que não vai cair, pensa que não pode acontecer nada de errado, e simplismente você capota? SIM! eu capotei, não cheguei a dar um salto da Dayane dos Santos, porém foi um belo e sanguinário salto.
E foi tão rápido que quando percebi, já estava ao chão, apreciando o gosto da terra e o calor do corpo latejando na roupa. Acho que quebrei uns 2 dentes, talvez 3, não lembro ao certo, fiquei meio tonto por alguns segundos. Quando levantei, caí novamente, senti um choque na perna rápido, porém como bati com a cabeça ao cair, fiquei desacordado alguns momentos. Bem, achei que era por alguns momentos, pois ao voltar desse pequeno “cochilo”, já percebi que estava anoite, e chovendo. Na verdade acordei por estar engasgando na poça de água que tinha feito perto da minha cabeça.
Ao retormar consciência em parte do que estava acontecendo, me deparei com um coelho roçando em minha perna, aí pensei: “porra, tá chuvendo e tem um coelho tentando me comer na chuva?”, Aí eu fiquei nervoso, tentei chutá-lo, mas doía quando tentava movimentar a perna, senti o mesmo choque novamente, quando comecei a prestar atenção na mesma, eu tinha fraturado a canela. Fiquei intrigado porque naõ estava sentindo dor, e geralmente as pessoas dizem que doem muito.

Ao tentar pegar meu celular no bolso, não o achei, e naquele banho de lama, duvido muito que o acharia. Enfim.. estava o cidadão no chão, com lama no corpo inteiro, debaixo de um toró de chuva, com a boca cheia de terra, um mulambeiro com a perna fraturada e um coelho tentando lhe “encoxar”, sem celular. Este foi o momento em que eu avistei em meio a escuridão da floresta dois sujeitos vindo em direçaõ a minha pessoa. E claro, como eu estava debilitado eu já fui gritando por ajuda… Mas por ironia do destino, era 2 assaltantes, e acabaram levando minha mochila, minha bicicleta, e eles ainda acharam o celular na lama, e até minha blusa.

Fico indignado do tanto que Bandido é folgado e sem coração, mas ele teve compaixão.. ele deixou eu ficar com o tênis, porque ele falou que a caminhada ia ser longa. Como eu já estava na merda mesmo, fiquei meio no frio encostado em uma árvore, e resolvi durmir ali mesmo.

Acordei já era dia, um sol de rachar na cara e dois policiais me chutando e dizendo: “acorda vagabundo!”. E eu assustado, fiquei sem entender a situação enquanto um resmungava com o outro: “Esse é aqueles pedintes que fica nos sinal arrastando a perna, quer ver que isso é mentira?!”, Antes que ele pudesse fazer algo para comprovar sua teoria, já fui supitando palavras cultas e um diálogo suave: “Pelo amooor de Deeeus! faz isso naõ meu senhor! Se eu te contar a minha história o senhor naõ acreditaria..”.

Por sorte, um amigo meu estava passando e quando me viu, ficou horrorizado, e só então os doutores da lei me deram devida atenção.
Cheguei em casa, todo mundo preocupado, aquela choradeira, bom que ganhei lasanha, sorvete, tratamento 5 estrelas.. coisa de louco mermão!

E foi assim que terminou meu Final de semana. MÁGICO!