Mulheres preferem afeminados ou homens com cara de macho?

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Essa é uma discussão eterna e afinal o que elas preferem? Homem com cara de macho ou aqueles com rostinho de anjo? A resposta pode até parecer vir do gosto pessoal, mas uma pesquisa revelou que a resposta da maioria das mulheres tem a ver com a saúde do lugar onde moram. Louco, não?

A Universidade de Aberdeen realizou um estudo em parceria com a ONU, que no fim revelou que existe uma conexão entre o gosto feminino e a situação da saúde do lugar onde vivem. A pesquisa consistiu em mostrar as mulheres duas fotos: uma com o rosto mais afeminado e outra com o rosto mais austero, no fim elas tinham que escolher entre um deles.

E por incrível que pareça, as mulheres que vivem em lugares onde a saúde é melhor preferem homens com o rosto mais angelical, já as que vivem em lugares com a situação ruim preferem os machões.

Para a sorte dos homens que vivem aqui e tem cara de macho, o Brasil foi um dos países onde o rosto mais másculo foi escolhido pela maioria, afinal nossa saúde é uma bela porcaria. Então se você tem um rostinho delicado, talvez seja melhor ir morar Suécia ou Dinamarca, pois lá a saúde é de primeira.

 

Peripécias de Colégial Gererê!

Gerêrê do LSD,
O texto é tão LIXO,
que Parei de escrever!
FIM!

Eu tento ser engraçado, mas isto é só

Nota

ImagemEu tento ser engraçado, mas isto é só por fora. Se cavucar um tiquinho e entrar um pouquinho mais a dentro verás que nem tudo que brilha é ouro, e nem tudo que sorri é feliz.
Uma máscara massificando a verdade foi implantada, costurada com a face, quase naõ se sabe o que é real do que foi implatado, e como em pontos de fio de cordeiro, vão se adaptando, de forma singela e surreal, até se tornar um só.
Mas a verdade está por trás, sempre esteve, mas nem todos(ou quase todos) conseguem vê-la.

 

Vire homem!

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Rapaz, você que por algum motivo passou a me acompanhar por aqui.
Veja bem. Existe dentro de todos nós que somos machos um desejo quase primitivo de conquistar as espécies do sexo oposto. Mas alguns andam envergonhando a espécie. Então vale a pena entender algumas coisas, para que você não fique por ai se comportando feito um idiota e se achando o máximo.

Primeiro – mulher a gente trata bem. Trata com carinho, com atenção e com respeito. Elas gostam de ser ouvidas. Fale menos do que você possuí e ouça mais o que ela tem a dizer. Talvez seu carro, sua moto, sua coleção de perfumes, de sapatos, seja lá o que você acumula possa parecer vantagem diante de seus outros amigos, mas para uma mulher de verdade isso não passará de uma ostentação vazia.

NADA DE FICAR PUXANDO O CABELO DAS MENINAS DENTRO DA “BALADA” e tentar beijar a força, isso é para incompetentes.

Segundo – Não confunda bom humor com piadas estúpidas ou tiradinhas que você aprendeu com vídeos de internet. Os caras que fazem sucesso com comédia tem talento para isso. Já você, se quiser imitá-los para se tornar engraçado poderá apenas ser tornar mais um engraçadinho… sem graça.
Bom humor é fundamental, talvez mais do que ter belos trapézios ou bíceps rechonchudos.

Terceiro – Possuir um vocabulário que lhe permita falar mais do que as gírias que você usa na pelada do meio da semana ou nos encontros com os colegas para fazer a contabilidade de quantas você “pegou” no mês. Dominar a língua lhe dará a autonomia para saber o momento certo de usar as palavras adequadas para a ocasião. Homem que só sabe falar gíria parece moleque na hora do recreio. É bom desenvolver ideias e pensamentos divertidos, podem ser leves em alguns momentos, densos em outros. Mulheres que gostam de conversar normalmente são bem mais interessantes a longo prazo. Mesmo que seja apenas para ser sua amiga. Então uma boa dica é ler um pouco mais, falar português corretamente e utilizar a linguagem certa para cada situação.

Quarto – Ela já sabe desde o começo que o seu interesse a priori é levá-la para a cama. Então se o seu objetivo é conhecer alguém legal e que talvez isso possa se desenvolver para uma relação mais duradoura, controle seu “folião” interior e mantenha seus instintos sob controle. Ainda que o desejo de ambos seja pautado pelo “só por essa noite”, torna-se muito mais divertido o jogo da sedução quando o este súbito interesse fica nas entrelinhas. Se você entendeu os três primeiros toques, então chegará com dignidade no objetivo final se for da vontade da dama.

Por fim, seja gentil e permita-se conduzir e ser conduzido. Desenvolver sua sensibilidade irá colaborar para que você escolha a música certa, o clima certo e o momento mais indicado para o sua investida fatal. hehehehehehe

Trate as mulheres como mulheres e não como objetos de consumo ou então compre uma boneca inflável e divirta-se sem medo.
Você pode ser RICO, FORTE E BONITO, mas se não tiver conteúdo será apenas mais um cretino vagando perfumado e de gola polo pelas madrugas.

Tico Sta Cruz

Liberdade

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O direito à liberdade de expressão garante a qualquer indivíduo a possibilidade de se manifestar, de buscar e receber informações e idéias de todos os tipos, independentemente da intervenção de terceiros. Isto pode ocorrer oralmente, de forma escrita, através da arte ou de qualquer meio de comunicação.
Com a criação da Organização das Nações Unidas, o direito à liberdade de expressão passou a ser compreendido como base para a consolidação dos regimes democráticos e a efetivação de outros direitos humanos e liberdades fundamentais. Desde então, o direito à liberdade de expressão é garantido por padrões e tratados internacionais e reconhecido por diversos países nas suas legislações domésticas.
Tais documentos buscam estabelecer princípios para a liberdade de expressão, de forma que a garantia de livre manifestação e circulação de idéias e opiniões possa ser exercida pelos mais variados grupos – étnicos, religiosos, sociais, etc. – e não entre em conflito com os demais direitos humanos.
A liberdade de expressão não é um direito absoluto, mas sua restrição deve estar baseada em parâmetros bastante claros e estritos. Portanto, é necessário definir o são restrições legítimas, em contraponto àquelas que caracterizam abuso de poder e ilegalidade.
A liberdade de expressão é um direito humano e deve ser interpretado num contexto de direitos humanos. Neste sentido, lembramos as observações de um professor da área:
“Assim, quando numa discussão reivindicamos um interesse ou um valor que nos diz respeito, como a integridade física, que é protegida por um direito, esta reivindicação deve prevalecer sobre outros valores ou interesses que não são protegidos por direitos.
Por exemplo: reduzir os gastos do Estado pode ser um objetivo ou um interesse legítimo do governo, mas isto não pode ser feito fechando escolas ou deixando de pagar professores, pois o governo tem um dever de prestar este serviço, o que decorre do direito que todas as crianças e jovens têm à educação. … Não se busca aqui argumentar que os direitos, em geral, sejam absolutos, que prevaleçam sobre todos os outros interesses; por outro lado deve-se destacar que muitas vezes os direitos encontram-se em tensão uns com os outros.
Essa definição de direitos, além de nos auxiliar a compreender o papel dos direitos como fundamento para a ação individual e coletiva, também nos permite solucionar conflitos entre direitos. Se adotássemos uma definição mecânica, em que direitos impõe deveres diretamente, ficaria difícil explicar porque, na prática, muitas vezes os sujeitos de direitos vêem seus direitos legitimamente limitados pelos direitos dos outros.
Se tenho direito a plena liberdade de expressão, como justificar que este direito possa ser restringido, se pela minha definição mecânica, todas as outras pessoas se encontram obrigadas automaticamente a respeitar tal liberdade? Caso razões como a integridade moral de outras pessoas ou mesmo a segurança da coletividade possam ser legitimamente invocadas para restringir o meu direito à liberdade de expressão, a linguagem dos direitos como fonte geradora de deveres, ficaria absolutamente destituída de sentido.
Porém se adotarmos uma definição de direito que não seja mecânica, mas que transforme as pretensões articuladas por intermédio da linguagem dos direitos, em razões prioritárias, razões com pretensão de superioridade, então poderemos entender porque em face de outras razões também importantes, em determinadas circunstâncias, nossos direitos são algumas vezes obrigados a se conciliar com razões adversas.”

Sotaque da Goiana

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O sotaque das goianas deveria ser ilegal, imoral ou engordar, já que tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais… E como é que o falar lindo e charmoso ficou de fora? Por que Deus, que sotaque!

Confesso: esse sotaque me desarma. Certa vez, quase propus casamento a uma goiana que me ligou por engano. Elas têm um ódio mortal das palavras completas, preferem, sabe-se lá por que abandoná-las, assim, no meio do caminho. Os não-goianos (!!), ignorantes nas coisas de Goiás, supõem, precipitada e levianamente, que os goianos vivem apenas de uais, trens e sôs. Goiana não fala que o sujeito é competente, ele ‘É BOM DE SERVIÇO’. Nunca usam o famosíssimo ‘tudo bem?’. Sempre perguntam ‘CÊ TÁ BOA?’. Pra mim, isso é pleonasmo, perguntar se uma goiana tá boa é desnecessário.

O verbo ‘mexer’ para as goianas tem amplos significados. Quer dizer por exemplo, trabalhar. Se lhe perguntarem: ‘COM O Q VC MEXE?”, querem saber o seu ofício. Goianas não dizem ‘apaixonado por…’. Dizem, sabe-se lá por que, ‘SOU DOIDA COM ELE’ (ele, no caso, pode ser você, um carro, um cachorro). Elas vivem apaixonadas ‘com’ alguma coisa. Também não gostam do verbo ‘conseguir’, aqui você nunca consegue nada, você ‘NÃO DÁ CONTA’! Que goianas nunca acabam as palavras todo mundo sabe. É um tal de BUNITIM, FECHADIM, PITITIM. Não caia na besteira de esperar um ‘vamos’ completo de uma goiana, vc não ouvirá nunca. É o tal de ‘VÂMO’ ou ‘BORA’. As goianas também não perguntam ‘que horas são?’ ou ‘que horas você tem?’, e sim ‘QUANTAS HORAS?’ Preciso avisar a língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, a goiana. Aqui, certas regras não entram. O supermercado nunca tá lotado, sempre tá ‘CHEIO DE GENTE’. Não se faz muitas compras, compra ‘UM TANTO DE COISAS’. Se, saindo do supermercado, a goianinha vir um mendigo e ficar com pena, suspirará: ‘AI, GENTE, QUE DÓ!’. É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas goianas. Goiana usa o ‘não’ sempre no fim da frase.. nao existe ‘não tem jeito’, existe o ‘TEM JEITO NÃO!’ Goiano não arruma briga, ‘CAÇA CONFUSÃO’. Capaz! Se você propõe algo e ela diz: ‘CAPAZ!!’. Vocês já ouviram esse ‘capaz’? É lindo. Quer dizer o quê? Sei lá, quer dizer: ‘CÊ ACHA Q EU FAÇO ISSO?’? Com algumas toneladas de ironia… E o ‘NEM’, já ouviu?? Completo ele fica: ‘AH NEMMMMM’. Significa, amigo, que a goiana não vai fazer o q vc propôs de jeito nenhum!!! Sou, não nego, suspeito. Minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares das goianas. Goiana não pergunta ‘Vc não vai?’. A pergunta ‘goianamente’ falando é: ‘CÊ NÃO ANIMA DE IR?’. O plural, então, é um problema. Um lindo problema, mas um problema. Se vc em conversa falar ‘Fui lá comprar umas coisas.’, a goiana retrucará: ‘QUES COISA?’. O plural dá um pulo, sai das coisas e vai para o que. A fórmula goiana é sintética. E diz tudo. Até o ‘tchau’ em Goiás é personalizado. Ninguém diz tchau pura e simplesmente. Aqui se diz: ‘TCHAU PROCÊ’…’TCHAU PROCÊS’. É útil deixar claro o destinatário do tchau. A conjugação dos verbos em Goiás têm lá seus mistérios.. LINDOS mistérios!’ Autor??? Não sei!!!

Andando pela Floresta

floresta
O sol estava alto, forte, vívido e me acordou dentre tantos barulhos nesta selva de Pedra, acordei com o brilho em minha face. Era um dia qualquer, de um mês de verão. O cronograma do dia não sabia ao certo qual seguir, geralmente em férias deixamos todos os cronogramas de lado. Mas este dia era algo diferente.

Peguei minha bicicleta, não era aquela Brastemp, mas dava pra andar bem, sem se preocupar em ter que regular macha em cada esquina, ou fazer um check-up a cada saída de casa. Parti rumo a uma reserva florestal, que tinha perto de casa, não era a melhor reserva florestal do mundo, mas era a única que tinha ali, então.. fui andar por lá. Gosto de andar de bicicleta, pois pareço que sou livre, quando o vento entrelaça minha face, sinto uma sensação muito boa, uma sensação divina… não é como você sonhar que pode voar, mas a concepção de sentir o vento aquela velocidade sem barulho algum(de carro ou moto), dá pra viajar bem lentamente nesta idéia.

Já estava perto do Crespúsculo diário, também com uma noite anterior daquelas, acordar no fim da tarde era algo já padrão. Estava armando chuva, achei que seria só alguns trovões, mas por incrível que pareça, apesar de todo aquele alvoroço nos céus, eram somentes alguns barulhos para assustar velhinhas de asilo, nada de mais nem de menos.

Então, pedalando e refletindo a vida, me deparei com um pedregulho… sabe aquele momento em que você pensa que não vai cair, pensa que não pode acontecer nada de errado, e simplismente você capota? SIM! eu capotei, não cheguei a dar um salto da Dayane dos Santos, porém foi um belo e sanguinário salto.
E foi tão rápido que quando percebi, já estava ao chão, apreciando o gosto da terra e o calor do corpo latejando na roupa. Acho que quebrei uns 2 dentes, talvez 3, não lembro ao certo, fiquei meio tonto por alguns segundos. Quando levantei, caí novamente, senti um choque na perna rápido, porém como bati com a cabeça ao cair, fiquei desacordado alguns momentos. Bem, achei que era por alguns momentos, pois ao voltar desse pequeno “cochilo”, já percebi que estava anoite, e chovendo. Na verdade acordei por estar engasgando na poça de água que tinha feito perto da minha cabeça.
Ao retormar consciência em parte do que estava acontecendo, me deparei com um coelho roçando em minha perna, aí pensei: “porra, tá chuvendo e tem um coelho tentando me comer na chuva?”, Aí eu fiquei nervoso, tentei chutá-lo, mas doía quando tentava movimentar a perna, senti o mesmo choque novamente, quando comecei a prestar atenção na mesma, eu tinha fraturado a canela. Fiquei intrigado porque naõ estava sentindo dor, e geralmente as pessoas dizem que doem muito.

Ao tentar pegar meu celular no bolso, não o achei, e naquele banho de lama, duvido muito que o acharia. Enfim.. estava o cidadão no chão, com lama no corpo inteiro, debaixo de um toró de chuva, com a boca cheia de terra, um mulambeiro com a perna fraturada e um coelho tentando lhe “encoxar”, sem celular. Este foi o momento em que eu avistei em meio a escuridão da floresta dois sujeitos vindo em direçaõ a minha pessoa. E claro, como eu estava debilitado eu já fui gritando por ajuda… Mas por ironia do destino, era 2 assaltantes, e acabaram levando minha mochila, minha bicicleta, e eles ainda acharam o celular na lama, e até minha blusa.

Fico indignado do tanto que Bandido é folgado e sem coração, mas ele teve compaixão.. ele deixou eu ficar com o tênis, porque ele falou que a caminhada ia ser longa. Como eu já estava na merda mesmo, fiquei meio no frio encostado em uma árvore, e resolvi durmir ali mesmo.

Acordei já era dia, um sol de rachar na cara e dois policiais me chutando e dizendo: “acorda vagabundo!”. E eu assustado, fiquei sem entender a situação enquanto um resmungava com o outro: “Esse é aqueles pedintes que fica nos sinal arrastando a perna, quer ver que isso é mentira?!”, Antes que ele pudesse fazer algo para comprovar sua teoria, já fui supitando palavras cultas e um diálogo suave: “Pelo amooor de Deeeus! faz isso naõ meu senhor! Se eu te contar a minha história o senhor naõ acreditaria..”.

Por sorte, um amigo meu estava passando e quando me viu, ficou horrorizado, e só então os doutores da lei me deram devida atenção.
Cheguei em casa, todo mundo preocupado, aquela choradeira, bom que ganhei lasanha, sorvete, tratamento 5 estrelas.. coisa de louco mermão!

E foi assim que terminou meu Final de semana. MÁGICO!

Depois de Algum tempo

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Depois de algum tempo você aprende a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e bem promessas.

E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanha pelo incerto demais para os planos e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoa-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva um certo tempo para construir confiança e apenas segundos para destruí-la e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem tem da vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar os amigos se compreendermos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa ou nada e teremos bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com que você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que a vejamos.
Aprende que as circunstâncias se os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo e se você não sabe onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus actos ou eles o controlarão e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências.
Aprende que paciência requer muita pratica. Descobre que algumas vezes as pessoas que você espera que o chute quando você queria, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a se perdoar.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento coordenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
 
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar… Que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe… Depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante a vida!”

Shakespeare

Saber ou viver

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“É triste ver tanta gente lutar para sobreviver. E não estou falando apenas daqueles que ganham salário mínimo, mas de executivos que vivem angustiados com tantas pressões; de empresários que fogem de suas famílias, pois não aprenderam a amar; de pessoas de todos os níveis sociais que estão sempre assustadas perante a vida.

São pessoas que não vivem.
Apenas sobrevivem, como se estivessem numa crise asmática permanente: aquela eterna falta de ar e, de vez em quando, o alívio rápido e passageiro. Logo depois sentem de novo o sufoco insuportável. Essas pessoas não vivem, sobrevivem. E apenas sobreviver é trabalhar em algo sem sentido só para manter o salário; é fazer joguinhos de poder para manter o emprego; é sair com alguém que não se ama somente para aplacar a solidão; é ter relações sexuais só para manter o casamento; é não conseguir desgrudar os olhos da TV, com medo de escutar a voz da consciência; é ter de tomar alguns drinques para conseguir voltar para casa.

A sociedade nos pressiona diariamente para nos transformar em máquinas. Todos os dias, pela manhã, uma multidão liga seu corpo como se fosse mais uma máquina e sai pela porta para uma repetição infinita de ações rotineiras sem nenhuma relação com sua vocação e seu talento. E muita gente chama a isso livre-arbítrio.

Depois vão a massagens, saunas, fazem um monte de ginástica em busca de um pouco de energia extra para, no dia seguinte, voltar a fazer o mesmo trabalho que não tem nenhuma relação com sua alma. Muitos estados de depressão são, na realidade, frutos de uma terrível sensação de inutilidade. Esse olhar vago do deprimido é muitas vezes o olhar de quem poderia ter aproveitado as oportunidades da vida, mas não soube valorizar o que era realmente importante. Se, por acaso, você se identificou com a descrição acima, está na hora de mudar. Aproveite o início de semana e mude!

O filósofo espanhol Julián Marías escreveu que a infelicidade humana está em não preferir o que preferimos. Quando uma pessoa não prefere o que prefere, acaba se traindo. As escolhas de nossa vida têm sempre de privilegiar a nossa essência. Nossa vocação não tem nada a ver com ações sem afeto. O ser humano nasceu para realizar a sua vocação divina. No entanto, quantas vezes acabamos nos dedicando exclusivamente à sobrevivência!

Sobreviver e viver são experiências completamente distintas.Viver é ser dono do próprio destino. É saber escrever o roteiro da própria vida. É ser participante do jogo da existência, e não mero espectador. É viver as emoções, é ter os próprios pensamentos e viver os seus sonhos. Sobreviver é administrar o tempo para que o dia acabe o mais rápido possível. É conseguir ter dinheiro até o próximo pagamento. É respirar de alívio porque chegou o final do expediente. É ir resignado de casa para o trabalho e do trabalho para casa. É adiar o máximo possível as mudanças para não ter de arriscar nada…

Chega de migalhas da vida! Chega de viver como um fugitivo,olhando para os lados, com medo de tudo e de todos! O ser humano merece mais do que simplesmente completar seus dias. Merece a plenitude da vida”.

Passageiro

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Às vezes eu começo a escrever sem pensar, sem saber o que posso definitavamente escrever, as vezes saio sem rumo na vida, e volto no mesmo momento. Não sei se é medo que me domina, ou se é vontade demais de nunca mais voltar. Às vezes pareço que sou feliz, transbordo essa graça para todos, mas na verdade estou cinza por dentro, meio pálido, ameno seria um termo precoce a se dizer. Igual um palhaço TRISTE que está sempre sorrindo por fora,por causa de uns detalhes em sua maquiagem, mas por dentro o sentimento é outro. Tem pessoas que são palhaças por dentro, mas isso é outra história. Às vezes acordo pensando que fiz algo errado, às vezes o errado é muito bom! Mas não é algo que dura para sempre, e isso é ruim. Como diz o ditado: “O que é pra sempre, sempre acaba”, bem, este ditado é verdadeiro, pelo menos alguma coisa é verdadeira. Estive pensando em quantas vezes eu menti para mim mesmo, porque para os outros eu perdi as contas já, mas pensando bem, mentir para si mesmo é pior do que mentir para os outros. Aquilo que você sente é alimentado pelo seu medo, pela euforia do momento, e depois o consumo da sua alma é maior. Por incrível que pareça tenho uma personalidade totalmente volátil. É isto mesmo, a volatividade de minha personalidade me assusta, tem dias que quero vagar pelo mundo sem rumo, tem dias que quero ficar para sempre aqui, às vezes quero namorar até casar, Às vezes jamais penso em casar, às vezes quero estudar e me tornar o mais inteligente do mundo, às vezes não quero fazer nada além de olhar o tempo. É estranho não ter o que fazer, ou algum rumo a se seguir, você se torna perdido em si, um verdadeiro escravos das “não”-escolhas. A verdade é que não me encontrei ainda, estou navegando sem rumo, pairando sob minha vida, meu caminho sem nexo. Um verdadeiro Panguá! Estou tentando encontrar este caminho, velejando entre meu eu e meu passageiro sombrio…