Mona bella

Ó Mona bella, dos olhos cintilantes e da verdade obsoleta,

Senhorita cor de mel, olhar impetrante, de raiz desconhecida,

Coração radiante, jeito suave, transbordando destreza,

Cabelos ondulados quando quer, liso quando pode, belza comprida.

Onde passa meche com a vida, só de um jeito que ela faz,

Segue serena, meiga e varonil,
Vibrando amor e paz,
Quem dera se fosse marinheira, e com destreza no fuzil,

Pela beleza disciplinada, e cativada por todos,

andar elegante, jeitinho maroto,

Duvido que na arte faça desenhos tolos,

com  olhar e sorriso dengoso.

Essa é Mona bella, uma deusa oculta aos olhos da humanidade.

Profunda e sincera com seu jeito singular,

Madura e responsável, apesar de sua idade,

E que podia fazer do meu coração seu suposto lar.

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